A
nova variante, detetada no Botswana, está a preocupar a comunidade
científica. Até ao momento, foram reportados dez casos da B.1.1.529.
A
variante B.1.1.529, descoberta pela primeira vez no Botswana, tem um
“número extremamente elevado” de mutações e pode colocar em risco a
eficácia das vacinas contra a covid-19.
Se for capaz de
contornar as defesas imunológicas do organismo, a nova variante pode
causar novas vagas da doença. “É uma preocupação significante“, disse
Ravi Gupta, professor de microbiologia clínica da Universidade de
Cambridge, ao The Guardian.
A
estirpe foi detetada no dia 11 de novembro no Botswana, onde há registo
de três casos. Foram ainda reportados seis casos da mesma variante na
África do Sul e um em Hong Kong.
Segundo o jornal britânico,
apresenta 32 mutações na proteína spike, que podem potenciar a
capacidade de o vírus infetar as células, assim como a sua
transmissibilidade. Esta é a parte do vírus usada por muitas das vacinas
para proteger as pessoas contra a doença.
Os cientistas temem
que, com esta variante, o vírus consiga escapar à imunidade que se tem
vindo a desenvolver junto das populações, mas salvaguardam que são
necessários mais estudos para aferir se este coronavírus é mais perigoso
para os humanos.
O elevado número de mutações pode ser
preocupante, mas, no fim, poderá concluir-se que é apenas um “cluster
estranho” e pouco transmissível, explicou Tom Peacock, virologista do
Imperial College, em Londres. “Espero que seja o caso.”
François
Balloux, diretor do Instituto Genético ICL, referiu que esta variante
pode ter surgido numa “explosão”, ou seja, o vírus pode ter evoluído num
organismo de uma pessoa com o sistema imunitário frágil, possivelmente
alguém que sofra de HIV ou de SIDA.
O
geneticista Chris Mason acaba de publicar um livro no qual explica as
modificações que temos que ter em nosso DNA para podermos nos adaptar a
viver em outro planeta.
Por
mais adaptáveis que sejam os seres humanos, nossos corpos sofrem quando
deixamos as condições de vida na Terra.Chris Mason é Professor
Associado de Fisiologia, Biofísica e Genômica Computacional no Weill
Cornell Medical College.
Ele
liderou uma das 10 equipes de pesquisadores escolhidas pela NASA para
comparar as mudanças genéticas e fisiológicas entre o astronauta Scott
Kelly, que passou um ano na Estação Espacial Internacional e seu irmão
gêmeo Mark Kelly que passou esse tempo aqui na Terra.
Mason
também trabalha com a NASA para projetar o metagenoma para a vida no
espaço e colabora no Plano de 500 Anos, um plano para garantir a
sobrevivência a longo prazo dos habitantes da Terra.
Seu último livro é chamado:
'Os próximos 500 anos: Engenharia de vida para alcançar novos mundos'.
"A
premissa do livro é que quero expor o que acredito e espero que
aconteça nos próximos 500 anos", disse Mason em entrevista à RT.
"Isso
inclui não apenas a tecnologia por trás de como poderíamos chegar a
outro planeta e sobreviver lá, mas também o argumento moral de por que
temos que ir."
Quanto
ao último Mason acredita que as estimativas de que a Terra ainda tem
4,7 bilhões de anos antes de se tornar inabitável são excessivamente
otimistas.
Para
o pesquisador, se outro evento de extinção não acontecer antes, como o
impacto de um asteroide temos no máximo 1.000 milhões de anos restantes
neste planeta.
"Pesquisando no livro vi que dentro de 1 bilhão de anos a luminosidade do Sol aumentará o suficiente para provavelmente.
“Talvez
possamos viver no subsolo por um tempo”, Mason também diz que acredita
que temos o dever genético de proteger nossa espécie e procurar outros
planetas que nos permitam avançar.
As mudanças genéticas que nos permitirão viver em Marte.
Para
Mason, a primeira parada nessa jornada interestelar tem que ser Marte.
“A Terra é fabulosa só sabemos que tem um tempo finito”, diz o
pesquisador.
“Marte
não é o plano B é o plano A. Aconteça o que acontecer em algum momento,
temos que sair do sistema solar. Temos que pensar onde podemos iniciar
esse processo.
Mas para chegar a Marte ainda temos desafios tecnológicos e biológicos a resolver.
O
estudo genético do qual Mason participou e que teve irmãos Kelly como
protagonistas mostrou que o corpo humano sofre quando passa muito tempo
no espaço.
Scott,
que passou 12 meses na Estação Espacial Internacional experimentou
perda de massa muscular inclusive do coração, alterações no DNA,
descalcificação dos ossos e alterações no sistema imunológico em relação
ao irmão que ficou na terra.
O
corpo é muito adaptável. Quando você volta do espaço a maior parte das
coisas pode voltar ao normal. Mas não é agradável é muito duro para o
corpo ” diz Mason.
“Se
você olhar as assinaturas moleculares dos voos espaciais, elas se
parecem muito com um resfriado muito forte ou até mesmo com Mesmo assim
Mason acha que embora o corpo não tenha sido projetado para viver em outro planeta ele pode se adaptar à alta radiação e à falta de recursos.
Para
o pesquisador as mudanças necessárias para essa adaptação têm como base
a ciência e a tecnologia já existentes. Uma ferramenta fundamental para
isso será a terapia genética que nos permite ativar e desativar partes de nosso DNA.
"Ainda temos o gene para fazer nossa própria vitamina C ela está em nosso DNA, apenas em uma forma fragmentada", explica Mason.
Para
o pesquisador esse poder de gerenciar células nos permitiria viver no
planeta que escolhermos. Mason chama isso de liberdade celular e
planetária e além da modificação de corpos já desenvolvidos pode ser
aplicada à gestação de fetos em úteros artificiais que lhes dão mais
chances de sobreviver em outro Planeta.
Essa
tecnologia também já existe e recentemente a vimos aplicada ao
desenvolvimento de uma ovelha desde o embrião até o nascimento.
Embora
o plano de Mason ainda demore 500 anos o pesquisador acredita que não
demorará muito para que tenhamos de implementá-lo. Apenas algumas
décadas.
O
tempo que segundo ele vai demorar para estarmos prontos para colonizar
Marte. “Presume-se que os primeiros humanos estarão em Marte em 2035.
Não é tão longe”, diz o pesquisador.
"Em
20 anos teremos que nos fazer a seguinte pergunta: o que acontecerá se
alguém for e permanecer em Marte por cinco anos ou mais?"
"Provavelmente
será alguém que tem 10 anos hoje que será selecionado em 20 ou 30 anos
para ir a algumas dessas missões realmente difíceis."
As
imagens registradas pelas espaçonaves SOHO e SDO da NASA às 16h57 de 23
de novembro de 2021 revelaram a presença de um enorme objeto emergindo
do Sol, precisamente após uma explosão solar.
O enorme objeto muito maior do que a massa da Terra tinha forma circular e se manifestou durante a explosão solar.
Os
cientistas da NASA que seguem as missões SDO e SOHO ainda não sabem
como interpretar a presença deste enorme objeto planetário. Alguns falam
de vórtices de plasma solar, mas por enquanto ninguém deu uma versão
credível sobre a presença deste objeto espacial esférico de enormes
dimensões.
É
conhecido no campo científico que o Sol produz partículas de
antimatéria graças às explosões solares. A descoberta apresentada no
congresso anual da American Society of Astronomy, deve-se ao grupo de
pesquisa do American New Jersey Institute of Technology (Njit). O Sol
nos permite estudar em larga escala um plasma composto de matéria e
antimatéria que não pode ser produzido em laboratórios terrestres mas
que nesta circunstância é usado por naves extraterrestres como
propulsor.
As
imagens registradas pela sonda espacial SDO da NASA, às 16h57 do dia 11
de maio de 2021 revelaram a presença de um enorme objeto próximo ao Sol
precisamente na área da cromosfera solar.
Agora
está estabelecido que o Sol ao emitir partículas de antimatéria, é
visto como um enorme Stargate ou Portal que permite que espaçonaves
extraterrestres entrem e saiam do sistema solar.
Um estudo publicado recentemente na revista BioScience mostra que o
aumento crescente da exploração espacial está ampliando as chances de
que possíveis organismos alienígenas invadam nosso planeta, vindos de
carona em viagens "bate e volta" realizadas para coleta de material em
corpos distantes.
O
alerta, feito por cientistas da Universidade McGill, em Montreal,
Canadá, também afirma que o processo de exploração em objetos distantes,
como asteroides, por exemplo, é a porta de saída para que
micro-organismos terrestres cheguem a outros corpos através de naves e
os contamine.
Os pesquisadores apontam para o registro da
humanidade de mover espécies para novos ambientes na Terra, onde esses
organismos podem se tornar invasivos e prejudicar as espécies nativas,
eles dizem que tal comportamento sugere que o mesmo poderia acontecer
com a vida alienígena de outro planeta contaminando a Terra e
vice-versa, de acordo com o artigo, publicado em 17 de novembro na
revista BioScience.
"A busca de vida além do nosso mundo é
um esforço emocionante e pode produzir descobertas revolucionárias em um
futuro não muito distante", disse o biólogo o coautor do estudo Anthony
Ricciardi. "No entanto, diante do aumento das missões espaciais,
incluindo as destinadas a trazer amostras à Terra, é crucial reduzir os
riscos de contaminação biológica, tanto na ida como na volta das
missões".
Ricciardi e seus colegas sugerem estudos mais
colaborativos entre os astrobiólogos que procuram vida extraterrestre.
De acordo com o cientista, só podemos especular sobre que tipos de
organismos podem ser encontrados se os astrobiólogos encontrarem vida,
que segundo ele, provavelmente seria do tipo microbianas semelhantes às
bactérias.
Baixo Risco
Os
pesquisadores fazem questão de salientar que o risco de contaminação
interplanetária é extremamente baixo, já que as condições severas do
espaço sideral dificultam que os potenciais organismos que peguem carona
sobrevivam a um passeio do lado de fora de uma espaçonave humana. No
entanto, ainda é fundamental sermos cautelosos com a contaminação
interplanetária, considerando os impactos negativos que as espécies
naturais invasoras tiveram na Terra.
Aqui na Terra, os humanos
danificaram ecossistemas em quase todas as partes do planeta o que
permitiu que diversos organismos invadissem ambientes que nunca
alcançariam naturalmente. Um exemplo típico é um fungo da América do Sul
chamado Austropuccinia psidii, que foi introduzido na Austrália em
circunstâncias desconhecidas e que agora está tomando conta de árvores
nativas de eucalipto do país. O resultado dessa invasão é um
retardamento no desenvolvimento da árvore, levando muitas vezes à morte.
Contaminação Lunar
Embora
os projetistas de missões planetárias cumpram todos os protocolos
disponíveis para que micro-organismos terrestres não estejam presentes
em qualquer parte de uma espaçonave antes da partida, muitas vezes esses
protocolos sequer são lembrados.
Como evidência de contaminação
interplanetária pode-se lembrar da espaçonave israelense Beresheet, que
em 2019 se chocou contra a Lua. A sonda transportava milhares de animais
tardigrados e microscópicos que podem sobreviver à condições extremas,
incluindo o vácuo do espaço. Um estudo publicado em 2021 concluiu que
essas criaturas provavelmente não teriam sobrevivido ao impacto, mas o
incidente demonstra o potencial dos derramamentos biológicos, acidentais
ou não
Protocolos Mais Rígidos
Para
evitar potenciais riscos de contaminação espacial, os pesquisadores
sugerem o aumento dos protocolos de biossegurança, com foco na detecção
precoce de potenciais contaminantes biológicos, além do desenvolvimento
de planos para uma resposta rápida a tais detecções.
De modo
natural, planetas e luas sempre trocaram material através dos
meteoritos, mas a evolução da exploração espacial humana está acelerando
a possibilidade de contaminação. Jornadas de coleta de material em
asteroides já estão em andamento e em breve espaçonaves saídas da Terra
deverão trazer material coletado em Marte. Assim, os novos protocolos
precisam ser acelerados e colocados em prática de modo que a exploração
espacial traga mais benefícios que problemas insolúveis.
Já
ouvimos falar da conjectura de Gaia? Proposta décadas atrás pelo
ambientalista James Lovelock, a teoria de Gaia afirma que a Terra é um
organismo vivo autorregulado.A Terra pode se rebelar contra a humanidade e destruir a civilização industrial?
Os
defensores da hipótese de Gaia observam que eles veem a presença de um
mecanismo de feedback planetário semelhante ao dos organismos vivos.
(Foto: Spirit111 / Pixabay)
Por
bilhões de anos a Terra manteve condições favoráveis para nós e para a
existência de toda a vida. Com a exploração e queima de combustíveis
fósseis, destruição ambiental e desmatamento, o homem perturbou o
equilíbrio da Terra, e pode encontrar uma forma de "atacar" de volta.
James
Lovelock, que completou 102 anos no início deste ano, fez novas
previsões sobre o nosso futuro. Ele disse que nosso planeta poderia se
voltar contra nós e destruir nossa civilização industrial. Ele acredita
que os humanos estão destruindo as condições do planeta e que a Terra
como um organismo vivo autorregulado, encontrará uma maneira de se
equilibrar e podemos estar em sério perigo.
Aqui está o que precisamos saber sobre a conjectura de Gaia e as soluções propostas por Lovelock.
Qual é a hipótese de Gaia?
Gaia
é a Deusa grega que tirou o mundo do caos. A hipótese Gaia foi proposta
pelo cientista britânico James Lovelock, que trabalhou na NASA no
início dos anos 1960 numa época em que a busca por vida no sistema solar
estava apenas começando. Com base no fato de que a atmosfera da Terra é
significativamente diferente da de planetas não vivos, Lovelock
argumenta que nosso planeta e sua biosfera são um tipo de organismo
vivo .
“A Terra não é apenas uma casa, é um organismo vivo e nós fazemos parte dele”, disse ele.
Nenhuma
conclusão bem estabelecida com base na hipótese de Gaia pode ser
verificada experimentalmente e tal verificação é exigida de qualquer
teoria científica. Alguns acreditam que essa hipótese é vista como uma
metáfora literária talvez útil quando se fala sobre planetas, mas não
com precisão suficiente. No entanto a hipótese Gaia também tem seus
seguidores entre os cientistas sérios.
Os
proponentes da hipótese observam que eles veem a presença de um
mecanismo de feedback planetário semelhante ao dos organismos vivos, de
modo que o planeta permanece habitável. Um exemplo é dado: um aumento no
conteúdo de dióxido de carbono da atmosfera leva ao crescimento das
plantas, reduzindo assim o nível de dióxido de carbono e muitas outras
evidências de auto-renascimento do planeta.
Uma usina de geração elétrica de carvão na Alemanha.
WOLFGANG RATTAY (REUTERS)
O
significado da hipótese reside no fato de ter contribuído para o
desenvolvimento de uma abordagem sistemática para o estudo da Terra na
qual o planeta é considerado um organismo vivo ao invés de uma coleção
de partes separadas. De fato o desenvolvimento das ciências da terra nas
últimas décadas do século 20 foi estimulado pelo entendimento de que
diferentes partes do planeta por exemplo, terra, oceanos e atmosfera
não podem ser estudadas separadamente. Eles são um todo e influenciam-se
mutuamente para manter o equilíbrio.
Previsões e soluções de Lovelock
Como
todos sabemos, Lovelock tem uma resposta clara precisamos reduzir a
queima de combustíveis fósseis. Durante anos, os defensores das energias
renováveis lutaram para reduzir a poluição ambiental do planeta. Mas
há outro problema, se mudarmos para fontes de energia renováveis,
teremos um déficit de energia global. A solução de Lovelock é construir
mais usinas nucleares que nos ajudarão a enfrentar as mudanças e manter o
equilíbrio em escala global.
Infelizmente,
todos nós sabemos que a energia nuclear se tornou um tópico "tabu" nos
últimos anos e que muitas usinas de energia ao redor do mundo,
especialmente na Europa, estão fechando a cada ano. As pessoas ficaram
com muito medo da radiação enquanto Lovelock afirma que os perigos são
exagerados.
Ele
também abordou o problema da superpopulação e do desmatamento. Sem as
soluções certas nosso planeta poderia se transformar em um mundo que não
é mais adequado para a habitação humana.
Os
cientistas deveriam prestar mais atenção à hipótese de Gaia e às
previsões de Lovelock e deveriam as Nações Unidas continuar seus
esforços para enfrentar este problema ambiental? Infelizmente seus
esforços não se mostraram eficazes e pelo que sabemos mesmo as previsões
mais otimistas dos cientistas incluem a humanidade que enfrenta grandes
perigos. O risco não pode ser evitado.
O
Secretário-Geral da OTAN, Stoltenberg, reuniu-se com o Presidente
Draghi em 17 de novembro em Roma para abordar “os atuais desafios de
segurança” decorrentes do “aumento militar da Rússia na Ucrânia e ao
redor dela”. Stoltenberg agradeceu à Itália porque “contribui para a
nossa presença na região do Báltico com o policiamento aéreo e as
tropas”. A Força Aérea Italiana - especifica o Ministério da Defesa -
posicionou no aeroporto de Ämari na Letônia caças F-35A da 32ª Asa de
Amendola e caças Eurofighter Typhoon da 4ª Asa de Grosseto, 36ª Asa de
Gioia del Colle, 37ª Asa de Trapani e 51ª Asa de Istrana (Treviso).
Quando os aviões russos voam para o espaço aéreo internacional sobre o
Báltico, geralmente indo para o enclave russo de Kaliningrado, os caças
italianos recebem uma ordem de decolagem imediata do comando da OTAN em
alerta e em poucos minutos eles os interceptam. O objetivo oficial desta
operação é “preservar o espaço aéreo aliado”. O verdadeiro objetivo é
fazer a Rússia parecer uma potência ameaçadora que se prepara para
atacar a Europa.
Isso está alimentando um clima de tensão
crescente: os caças F-35A e Eurofighter Typhoon posicionados a poucos
minutos do território russo são caças de capacidade dupla com
capacidades convencionais e nucleares. O que aconteceria se caças de
combate russos semelhantes fossem implantados na fronteira com os
Estados Unidos?
O "policiamento aéreo" nas fronteiras da Rússia é
parte da escalada militar frenética EUA-OTAN na Europa contra um
inimigo inventado, a Rússia, em um grande jogo estratégico cada vez mais
perigoso. Foi iniciado em 2014 com o golpe dirigido pelos EUA / OTAN na
Ucrânia, apoiado pela UE, com o objetivo de provocar uma nova guerra
fria na Europa para isolar a Rússia e fortalecer a influência e presença
dos EUA na Europa. A Rússia foi acusada de anexar à força a Crimeia,
ignorando que foram os russos da Crimeia que decidiram em um referendo
se separar da Ucrânia e se juntar à Rússia para evitar serem atacados,
como os russos em Donbass, por batalhões neonazistas de Kiev. Aqueles
usados em 2014 como força de ataque no golpe de Estado da Praça
Maidan, desencadeado por atiradores georgianos que dispararam contra
manifestantes e policiais e em ações subsequentes: aldeias queimadas e
espadas, ativistas queimados vivos na Câmara de Trabalho de Odessa,
civis desarmados massacrados em Mariupol, bombardeado com fósforo branco
em Donetsk e Lugansk. Stoltenberg e Draghi também abordaram a
questão da “crise na fronteira da Bielo-Rússia com a Polônia, Letônia e
Lituânia”. A OTAN acusa a Bielo-Rússia de usar, com o apoio da Rússia,
“migrantes vulneráveis como ferramentas de táticas híbridas contra
outros países, colocando suas vidas em risco”. Defendendo os migrantes,
expressando medo por suas vidas, estão os mesmos líderes dos EUA e da
OTAN, incluindo os governantes italianos, que nos últimos trinta anos
lideraram a primeira guerra contra o Iraque, a guerra contra a
Iugoslávia, a guerra no Afeganistão, a segunda guerra contra o Iraque, a
guerra contra a Líbia, a guerra contra a Síria. Guerras que demoliram
estados inteiros e destruíram sociedades inteiras, causando milhões de
vítimas, forçando milhões de pessoas à emigração forçada. No dia
seguinte ao encontro com Draghi, Stoltenberg compareceu ao 70º
aniversário do Colégio de Defesa da OTAN, para o qual cerca de 15.000
militares e civis de 80 países membros e parceiros da Aliança se
formaram em Roma desde 1951. Depois de ser educado em todos os aspectos
da “Segurança internacional”, passaram a “ocupar os mais altos cargos
civis e militares”, ou seja, cargos de responsabilidade nos governos e
nas forças armadas dos países membros e parceiros da OTAN. Nesta
universidade de guerra, onde as estratégias mais sofisticadas são
ensinadas, o setor mais importante é dedicado à Rússia. Agora vai se
juntar a outro. No seu discurso de comemoração, o Secretário-Geral da
OTAN sublinhou de facto: “A Rússia e a China estão a liderar uma
resistência autoritária contra a ordem internacional baseada em regras”.
Stoltenberg, entretanto, se esqueceu de especificar que “a ordem
internacional deve ser baseada em nossas regras”.
A NASA lançou esta madrugada uma espaçonave destinada a colidir com um asteroide, como parte de sua missão Double Asteroid Redirection Test (DART),
a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia. Seu
objetivo: testar se somos capazes de desviar um asteroide assassino
antes que ele atinja a Terra.
Exato momento do lançamento do foguete que carrega a sonda DART. Captura de vídeo
Mas antes de chegar ao seu destino final, a NASA está usando a espaçonave para testar a nova tecnologia de acionamento de íons – que saiu direto de um filme de ficção científica. Read More 2d Mistério na Argentina: Mulher desaparece e reaparece a 60 km do local OVNI Hoje apresenta novos produtos em sua- loja- virtual- -- OVNI- Hoje!- Share Story
O Evolutionary Xenon Thruster-Commercial (NEXT-C) da agência espacial usa a energia solar da espaçonave para criar um campo elétrico. Este campo então acelera um propelente de xenônio a velocidades de até 145.000 km/h, aproveitando o fluxo resultante de “milhares de jatos de íons” como propulsão.
Lento mas constante
Não se trata exatamente de um grande avanço na força. O propulsor gera míseros 236 micro Newtons de empuxo, uma pequena fração de um motor de foguete muito maior, baseado em combustível.
Mas o NEXT-C ainda é um grande avanço em relação aos sistemas de propulsão iônica anteriores usados para outras missões da NASA.
O objetivo é demonstrar que espaçonaves minúsculas como o DART são capazes de se propelirem com energia solar – e uma quantidade relativamente pequena de combustível xenônio – por meio do disparo de propulsores continuamente por meses ou até anos de cada vez.
Graças à total falta de resistência, o propulsor será capaz de acelerar lentamente a espaçonave DART até 24.000 km/h antes de fazer impacto com o asteroide.
É uma perspectiva empolgante. As unidades de íons poderiam um dia ajudar a tornar a exploração do espaço profundo uma realidade, acabando com nossa dependência de usar grande parte da carga útil de uma espaçonave para tanques de combustível – e as sondas espaciais são o ambiente de teste perfeito.
Quando o Telescópio Espacial James Webb for lançado em dezembro (se é que será lançado em dezembro –ver aqui),
ele sinalizará o início de um novo dia para o estudo do universo, e
funcionários da NASA e de outros lugares acreditam que ele poderia
descobrir sinais de atmosferas capazes de sustentar vida em mundos
alienígenas além de nosso sistema solar . Mas como será o processo de
avaliação desses planetas e quanto tempo levará?
Acontece que alguns planetas podem revelar sinais de vida com apenas cinco a 10 trânsitos co-adicionados – cerca de 20 horas, de acordo com um estudo recente compartilhado em um servidor de pré-impressão.Mistério na Argentina: Mulher desaparece e reaparece a 60 km do local OVNI Hoje apresenta novos produtos em sua- loja- virtual- -- OVNI- Hoje!- Share Story
Claro, isso pode não acontecer em 20 horas consecutivas, mas é rápido como um relâmpago. O telescópio James Webb transformará os estudos de exoplanetas
Existem vários métodos de identificação e análise das propriedades de mundos alienígenas além do nosso sistema solar. É muito raro um telescópio ver mundos distantes da mesma forma que vemos os planetas em nosso sistema solar, simplesmente pelo reflexo da luz do nosso Sol. É por isso que o método de trânsito provou ser o mais robusto até agora. O método de trânsito é um meio de detectar e estudar as propriedades de um planeta por meio da “queda” no brilho de sua estrela hospedeira conforme o planeta passa entre ela e nós, como um eclipse solar realmente minúsculo. Mas quando o Telescópio Espacial James Webb (JWST) for ao ar, ele transformará os estudos de exoplanetas, possivelmente oferecendo a primeira chance que os cientistas já tiveram de pesquisar bioassinaturas nas atmosferas de mundos alienígenas por meio de espectroscopia de transmissão. 300 milhões de planetas podem sustentar vida em nossa galáxia
Procurando verificar essa afirmação, os pesquisadores se propuseram a explorar como esse método funcionaria para o JWST ao procurar dois compostos que apontam para a presença de vida: CH4 e C02 (metano e dióxido de carbono). Especificamente, em um candidato promissor chamado TRAPPIST-1e, que os cientistas suspeitam ter condições atmosféricas semelhantes às da Terra Arqueana (2,5 a 4 bilhões de anos atrás).
Embora nenhuma suposição tenha sido feita no estudo sobre a composição da camada de nuvem/neblina deste mundo alienígena, os pesquisadores descobriram que o JWST pode precisar apenas de 5 a 10 trânsitos co-adicionados, medidos através do prisma do Espectrógrafo de Infravermelho Próximo do telescópio (NIRSpec), para confirmar detecções fortes. Mas isso só acontecerá se a atmosfera estiver limpa e as pressões de sua camada de nuvem/neblina estiverem entre 100 e 600 milibares (0,1 a 0,6 da pressão atmosférica da Terra ao nível do mar).
Por outro lado, se TRAPPIST-1e tem uma pressão de nuvem/camada de névoa de 10 milibares (0,01 atmosferas), pode levar até 50 trânsitos de TRAPPIST-1e na frente de sua estrela hospedeira, que pode levar ao JWST mais de 200 horas de observação.
Claro, pode levar anos até que saibamos com certeza que um planeta orbitando uma estrela distante tem uma atmosfera propícia à vida como a conhecemos. Mas com tantos candidatos potenciais – possivelmente milhões em nossa galáxia, dependendo das condições que cercam estrelas anãs vermelhas – aguardando uma inspeção mais detalhada com o Telescópio Espacial James Webb, é oficialmente hora de se dar ao luxo de esperar que a busca por vida além da Terra esteja alcançando aquele limiar crítico, onde o grande ponto de interrogação sobre nossa solidão no universo se transforma em uma exclamação inconfundível.
Cientistas adicionaram recentemente 301 exoplanetas recém-validados à
contagem total de exoplanetas. O grupo de planetas é o último a se
juntar aos 4.569 planetas já validados que orbitam uma infinidade de
estrelas distantes.
Representação artística de um sistema estelar com seus planetas. Crédito: NASA
Como os cientistas descobriram um número tão grande de planetas, aparentemente de uma só vez? A resposta está em uma nova rede neural profunda chamada ExoMiner. 2dMistério na Argentina: Mulher desaparece e reaparece a 60 km do local OVNI Hoje apresenta novos produtos em sua- loja- virtual- -- OVNI- Hoje!- Share Story About Login UP NEXT | O eminente astrônomo e sua estranha teoria de 22 trilhões de alienígenas Skip
Redes neurais profundas são métodos de aprendizado de máquina que aprendem automaticamente uma tarefa quando fornecidos com dados suficientes. ExoMiner é uma nova rede neural profunda que alavanca o supercomputador Pleiades da NASA e pode distinguir exoplanetas reais de diferentes tipos de impostores, ou “falsos positivos”. Seu design é inspirado por vários testes e propriedades que os especialistas humanos usam para confirmar novos exoplanetas. E ele aprende usando exoplanetas confirmados no passado e casos de falsos positivos.
O ExoMiner complementa as pessoas que são profissionais em vasculhar dados e decifrar o que é e o que não é um planeta. Especificamente, são examinados os dados coletados pela espaçonave Kepler da NASA e a K2, sua missão subsequente. Para missões como a Kepler, com milhares de estrelas em seu campo de visão, cada uma com a possibilidade de hospedar múltiplos exoplanetas em potencial, é uma tarefa extremamente demorada se debruçar sobre enormes conjuntos de dados. O ExoMiner resolve esse dilema.
Jon Jenkins, cientista de exoplanetas do Ames Research Center da NASA no Vale do Silício da Califórnia, disse:
“Ao contrário de outros programas de aprendizado de máquina para detecção de exoplanetas, o ExoMiner não é uma caixa preta – não há mistério de porque ele decide que algo é um planeta ou não. Podemos explicar facilmente quais recursos nos dados levam o ExoMiner a rejeitar ou confirmar um planeta.”
Quando um planeta cruza diretamente entre nós e sua estrela, vemos a estrela escurecer ligeiramente porque o planeta está bloqueando uma parte da luz. Este é um método que os cientistas usam para encontrar exoplanetas. Eles fazem um gráfico chamado curva de luz com o brilho da estrela em função do tempo. Usando esse gráfico, os cientistas podem ver que porcentagem da luz da estrela o planeta bloqueia e quanto tempo leva para o planeta cruzar o disco da estrela.
Qual é a diferença entre um exoplaneta confirmado e um validado? Um planeta é “confirmado”, quando diferentes técnicas de observação revelam características que só podem ser explicadas por um planeta. Um planeta é “validado” usando estatísticas – ou seja, quão provável ou improvável é dele ser um planeta com base nos dados.
Em um artigo aceito para publicação no The Astrophysical Journal, a equipe da Ames mostra como o ExoMiner descobriu os 301 planetas usando dados do conjunto restante de planetas possíveis – ou candidatos – no Arquivo Kepler. Todos os 301 planetas validados por máquina foram originalmente detectados pelo pipeline do Kepler Science Operations Center e promovidos a candidatos a planeta pelo Kepler Science Office. Mas até o uso do ExoMiner, ninguém era capaz de validá-los como planetas.
O artigo também demonstra como o ExoMiner é mais preciso e consistente em descartar falsos positivos e melhor capaz de revelar as assinaturas genuínas de planetas orbitando suas estrelas-mãe – ao mesmo tempo que dá aos cientistas a capacidade de ver em detalhes o que levou o ExoMiner à sua conclusão.
Hamed Valizadegan, líder do projeto ExoMiner e gerente de aprendizado de máquina da Associação de Pesquisa Espacial das Universidades em Ames, disse:
“Quando o ExoMiner diz que algo é um planeta, você pode ter certeza de que é um planeta.
O ExoMiner é altamente preciso e, de certa forma, mais confiável do que os classificadores de máquinas existentes e os especialistas humanos que ele deve imitar, por causa dos preconceitos que vêm com a rotulagem humana.”
Acredita-se que nenhum dos planetas recentemente confirmados seja semelhante à Terra ou esteja na zona habitável de suas estrelas-mãe. Mas eles compartilham características semelhantes à população geral de exoplanetas confirmados em nossa vizinhança galáctica.
À medida que a busca por mais exoplanetas continua – com missões usando fotometria de trânsito, como o Transiting Exoplanet Survey Satellite, ou TESS, e a próxima missão PlATO da Agência Espacial Europeia – o ExoMiner terá mais oportunidades de provar que é à altura da tarefa…
O documento em questão, que é datado de 22 de março de 1950, apresenta um vago relatório sobre discos voadores encontrados no estado do Novo México em 1950 e foi enviado por Guy Hottel, chefe de escritório de campo do FBI, para o então Diretor J. Edgar Hoover. Read More 2w OVNI Hoje apresenta novos produtos em sua loja virtual - OVNI Hoje! OVNI Hoje apresenta novos produtos em sua- loja- virtual- -- OVNI- Hoje!- Share Story
De acordo com o FBI, o documento foi primeiramente disponibilizado ao público no final da década de 1970 e mais recentemente fez parte do “Vault“, que é uma sala de leitura eletrônica daquele agência, inaugurada em 2011.
Dos 6.700 documentos contidos no Vault, este memorando se tornou o mais popular.
O memorando descreve vagamente um relato contado por uma terceira pessoa, a qual alega que um investigador da Força Aérea disse que três discos voadores foram resgatados no Novo México – EUA. Contudo, o documento não menciona exatamente a área dentro daquele estado.
O FBI não investigou o caso na época e o nome de um “informante” mencionado no documento foi ocultado.
Vários detalhes podem ser lidos no documento, como por exemplo:
“…cada [disco voador] era ocupado por três corpos de foram humana, mas com 1 metro de altura, vestidos em roupa metálica e de textura muito fina“.
Os discos voadores teriam caído no Novo México, porque o governo tinha um radar de alta potência na região e acredita-se que isso tenha interferido com os mecanismos de controle dos discos voadores, de acordo com o informante.
O FBI arquivou o memorando há 63 anos em seu quartel general, o qual não parece estar relacionado ao caso de Roswell de 1947, que ocorreu naquele mesmo estado. Naquela ocasião oficiais da Força Aérea disseram que haviam recuperado um disco voador, porém um dia depois alegaram que se tratava somente de um balão meteorológico.
Contudo, agora o próprio governo dos EUA admite que os OVNIs são mesmo reais, Desta forma, eu não ficaria nem um pouco admirado se o caso Roswell seja reconsiderado, embora até mesmo muitos pesquisadores de OVNIs ainda concordem com as afirmações daquele governo, dizendo que nada significativo ocorreu por lá.
Já por algum tempo as informações estiveram na nossa frente, mas parece que a maioria das pessoas vive em um mundo ofuscado por uma neblina que os impede de enxergar. O pior de tudo é que informações ainda mais vitais para todos estão bem à nossa frente, mas a grande massa prefere viver na “terra do nunca”.
Uma equipe de pesquisadores diz que a Lua é salpicada de crateras
causada por buracos negros em miniatura – e eles podem revelar algumas
descobertas revolucionárias sobre a matéria escura.
Crédito da imagem ilustrativa: CNET
Os cientistas, que publicaram um artigo com suas descobertas nos Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, acreditam que enxames de buracos negros do tamanho de um átomo se formaram logo após o Big Bang. À medida que esses objetos hiper-densos viajavam por todo o cosmos, eles começaram a se espalhar – e provavelmente chegaram ao nosso sistema solar, onde afirmam que provavelmente perfuraram a Lua. Read More 2d Mistério na Argentina: Mulher desaparece e reaparece a 60 km do local OVNI Hoje apresenta novos produtos em sua loja virtual - OVNI Hoje! Share Story About Login
Os pesquisadores acreditam que as futuras missões tripuladas à Lua, como o próximo programa Artemis
da NASA, irão permitir que eles encontrem e estudem essas crateras – e,
finalmente, lançar luz sobre a natureza misteriosa da matéria escura.
Se você está procurando uma semana com mais notícias espaciais do que
a primeira caminhada humana na Lua, a semana passada foi ela. Se você
está procurando a semana em que o evento que inicia a Guerra Espacial I
está definido, isso pode se encaixar lá também. E se você está
procurando por uma semana em que os EUA e a Rússia sejam honestos e
abertos sobre seus programas espaciais militares, interesse em OVNIs e
futuros projetos espaciais, essa pode ser a escolhido.
Vamos começar com as notícias mais perspicazes – a destruição russa de um satélite morto
que criou tantos destroços que as tripulações russas e americanas da
ISS tiveram que saltar para suas respectivas cápsulas espaciais
anexadas.
“O Ministro da Defesa Russo-Geral
do Exército, Sergei Shoigu, confirmou o teste bem-sucedido do sistema
anti-satélite, respondendo às perguntas dos jornalistas durante uma
viagem de trabalho às tropas do Distrito Militar Ocidental na Região de
Voronezh. Nós realmente testamos um sistema bem-sucedido voltado para o
futuro. Ela ‘joia” atingiu o velho satélite’.“
-Sergei Shoigu
O chefe do departamento militar, Sergei Shoigu, acrescentou que os
fragmentos resultantes não representam qualquer ameaça às atividades
espaciais.
Depois que a ROSCOSMOS emitiu pela primeira vez um tuíte
sobre a evacuação da tripulação da ISS em resposta à NASA e o
Departamento de Defesa dos EUA emitiu fortes repreensões, o Ministério
da Defesa russo deu alguns detalhes de fanfarronice sobre o incidente,
apontando que o satélite não operacional era um Celina-D (Tselina-D),
que estava em órbita desde 1982, não uma Kosmos-1408, como outros sites
de mídia haviam relatado. Em seguida, acusou os EUA de causar o teste em
primeiro lugar.
“Os Estados Unidos estabeleceram
um comando espacial em 2020 e adotaram oficialmente uma nova estratégia
espacial. Um de seus principais objetivos é ‘criar uma vantagem militar
abrangente no espaço’.
Com isso em mente, o Ministério da Defesa
está realizando atividades planejadas para fortalecer as capacidades de
defesa que excluem a possibilidade de danos repentinos à segurança do
país na esfera espacial e no solo pelas mãos de tecnologias espaciais
estrangeiras existentes e futuras.”
O Ministério da Defesa (MoD) mencionou especificamente que os EUA têm
feito modificações em sua nave secreta não tripulada da Força Aérea X-37. A versão em inglês do Pravda
seguiu com a revelação de que o satélite foi destruído por um sistema
de mísseis antiaéreos S-550 russo, projetado para destruir mísseis
balísticos intercontinentais, e que o site Sohu da China mencionou outro
alvo:
“O site chinês se referia ao caça
orbital X-37B, que será um alvo fácil para o S-550. O desempenho da
defesa antimísseis do S-550 será significativamente superior ao de seus
predecessores, mesmo em comparação com o sistema Aegis dos EUA armado
com mísseis SM-3Block IIB.”
O X-37 Orbital Test Vehicle (OTV) está agora sob o comando
da Força Espacial dos EUA, que continua a manter suas missões em
segredo. O MoD russo sabe algo que o público americano não sabe?
Enquanto metade do foco desta semana está em objetos voadores conhecidos, a outra metade está em desconhecidos. Uma emenda bipartidária
à Lei de Autorização de Defesa Nacional para criar um ”Escritório de
Vigilância e Resolução de Anomalias” com autoridade para buscar “
qualquer recurso, capacidade, ativo ou processo do Departamento e da
comunidade de inteligência” para estudar fenômenos aéreos não
identificados (UAPs/OVNIs) apresentado pela senadora Kirsten Gillibrand
foi empurrado para o segundo plano por Gillibrand em sua primeira
entrevista sobre o assunto.
X-37
“Se for tecnologia de adversários
ou qualquer outra entidade, precisamos saber. Enterrar nossas cabeças na
areia não é uma estratégia nem uma abordagem aceitável.
Você
está falando sobre tecnologia de drones, está falando sobre tecnologia
de balão, está falando sobre outros fenômenos aéreos e, então, está
falando sobre o desconhecido. Independentemente de onde você cair na
questão do desconhecido, você tem que responder ao resto das questões.
É por isso que isso é urgente. É por isso que não ter supervisão ou responsabilidade até agora é inaceitável.”
Gillibrand e seus apoiadores bipartidários estão preocupados com
os OVNIs, sejam eles de fontes terrestres ou de outros mundos. A falta
de supervisão do Congresso e/ou público desses avistamentos aéreos é
realmente desconcertante … mas talvez a maior preocupação seja porque
tudo isso chegou a uma convergência não harmônica esta semana.
A Rússia espera mais agressão dos EUA no espaço? Os EUA esperam mais agressão russa?
O fato da Rússia colocar os seus próprios cidadãos em perigo é um
sinal de incompetência ou de seriedade? O fato de mencionarem
especificamente o X-37 é um sinal de que conhecem o verdadeiro propósito
do avião espacial?
Gillibrand e seus colegas estão preocupados com os OVNIs porque
pensam que são naves russas ou chinesas? Eles estão plantando as
sementes para atacá-los sob o pretexto de que são suspeitos de serem
agressores alienígenas?
Algo militarista está acontecendo no espaço … e parece estar aumentando.
Em
colaboração com a Breakthrough Initiative, a Saber Astronautics e o JPL
da NASA, o professor Peter Tuthill da Universidade de Sydney está a
liderar o projeto TOLIMAN, para descobrir se as estrelas mais próximas
têm planetas que podem suportar vida.
Uma missão para descobrir
novos planetas potencialmente capazes de sustentar vida em torno da
vizinha mais próxima da Terra, Alpha Centauri, foi anunciada na passada
quarta-feira.
O projeto proposto é um telescópio que vai
procurar planetas na zona habitável em torno do sistema estelar a apenas
quatro anos-luz de distância, onde as temperaturas podem permitir a
existência de água líquida à superfície de planetas rochosos.
Os
trabalhos começaram em abril deste ano. Cientistas da Universidade de
Sydney, em parceria com a Breakthrough Initiatives na Califórnia, com a
Saber Astronautics na Austrália e com o JPL da NASA, deram ao projeto o
nome TOLIMAN, que é também o nome árabe da antiguidade para Alpha
Centauri.
“As nossas vizinhas estelares mais próximas – os
sistemas Alpha Centauri e Proxima Centauri – estão a revelar-se
extraordinariamente interessantes”, disse o Dr. Peter Worden, diretor
executivo da Breakthrough Initiatives. “A missão TOLIMAN será um grande
passo para descobrir se existem aí planetas capazes de suportar vida.”
O
líder do projeto, o professor Peter Tuthill do Instituto para
Astronomia da Universidade de Sydney, está entusiasmado com esta nova
janela para o Universo.
“Os astrónomos têm acesso a tecnologias
incríveis que nos permitem encontrar milhares de planetas em órbita de
outras estrelas da Galáxia,” disse. “No entanto, não sabemos quase nada
sobre o nosso próprio ‘quintal celeste’.
“É um problema moderno;
somos como habitantes urbanos com ligações sociais globais, mas não
conhecemos ninguém que vive no nosso próprio quarteirão.”
Esta fraqueza no nosso conhecimento local tem consequências importantes, salientou.
“Conhecer
os nossos vizinhos planetários é extremamente importante”, disse o
professor Tuthill. “Estes planetas vizinhos são aqueles onde temos as
melhores perspetivas de encontrar e analisar atmosferas, química
superficial e possivelmente até mesmo as impressões digitais de uma
biosfera – os sinais tentadores de vida.”
A nossa vizinha mais
imediata, Alpha Centauri, é uma estrela tripla com duas estrelas muito
parecidas com o nosso Sol. Uma ou ambas podem hospedar planetas
temperados, enquanto a terceira estrela – a anã vermelha Proxima
Centauri, já se pensa albergar um planeta na zona habitável, descoberto
em 2016.
O projeto recebeu apoio das Breakthrough Initiatives,
um conjunto de programas científicos e tecnológicos direcionados para a
busca por vida extraterrestre. Foram fundados pelo investidor em ciência
e tecnologia e filantropo Yuri Milner.
Pete Klupar,
engenheiro-chefe da Breakthrough Watch, disse: “Estes planetas próximos
são onde a humanidade dará os seus primeiros passos no espaço
interestelar usando sondas robóticas futurísticas de alta velocidade.
“Se
considerarmos as dúzias de estrelas mais próximas, esperamos um punhado
de planetas rochosos como a Terra orbitando à distância ideal para a
existência de água líquida à superfície.”
A australiana Saber
Astronautics, que também opera nos EUA, vai fornecer suporte às
operações de voo espacial da missão, incluindo comunicações e comandos
via satélite, gestão de tráfego espacial e uma variedade de outros
serviços de voo para download de dados do satélite.
“A Saber é uma parte crítica da missão”, disse o professor Tuthill. Medição de precisão
O
Dr. Eduardo Bendek, membro da equipa e do JPL da NASA, disse: “Mesmo
para as estrelas mais próximas e brilhantes do céu noturno, encontrar
planetas é um grande desafio tecnológico.
“A nossa missão
TOLIMAN lançará um telescópio espacial customizado que fará medições
extremamente precisas da posição da estrela no céu. Se houver um planeta
em órbita, este puxará a estrela, revelando uma pequena, mas
mensurável, oscilação.”
A maioria dos milhares de planetas
conhecidos para lá do Sistema Solar, chamados exoplanetas, foram
descobertos usando telescópios espaciais como as missões Kepler e TESS
da NASA. A descoberta de exoplanetas “perto de casa” exigirá
instrumentos mais afinados, e é aí que entra a missão TOLIMAN.
Klupar explica: “O sinal que procuramos requer um salto real na medição de precisão.”
O
professor Tuthill comenta: “Ninguém está a subestimar o desafio, mas o
nosso design inovador incorpora novos truques. O nosso plano é uma
missão ágil e de baixo custo que forneça resultados daqui a alguns
anos.”
TOLIMAN significa “Telescope for Orbit Locus
Interferometric Monitoring of our Astronomical Neighbourhood”, indicando
a nova abordagem para exploração e descoberta de exoplanetas próximos.
Central
para a missão é a implantação de um novo tipo de telescópio que usa uma
lente de pupila difrativa. Este espelho espalha a luz das estrelas
próximas num padrão complexo semelhante a uma flor que, paradoxalmente,
torna mais fácil detetar perturbações nos movimentos estelares que são
os sinais reveladores de planetas em órbita.
O
primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, descreveu hoje a crise
migratória na fronteira entre a Polónia e a Bielorrússia, a fronteira
oriental da União Europeia (UE), como “a maior tentativa de
desestabilizar a Europa” desde a Guerra Fria.
O Presidente
bielorrusso, Alexander Lukashenko, “lançou uma guerra híbrida contra a
UE”, escreveu Morawiecki hoje numa mensagem publicada na rede social
Twitter.
“É a maior tentativa de desestabilizar a Europa em 30
anos. A Polónia não cederá à chantagem e fará de tudo para defender as
fronteiras da UE”, afirmou.
“O que parece uma crise de migração
comum à distância é, na verdade, uma guerra híbrida” contra a UE e
Lukashenko tem “o apoio de Vladimir Putin”, declarou Morawiecki, que
está num périplo pelos países bálticos, num comunicado publicado
posteriormente.
O primeiro país neste périplo de Morawiecki foi a Estónia, onde recebeu o apoio da primeira-ministra, Kaja Kallas.
“Estamos
muito gratos à Polónia por defender as fronteiras da UE e da NATO. Não
vamos sucumbir à chantagem do regime de Lukaschenko”, disse hoje Kallas.
Morawiecki, no comunicado, argumentou que toda a Europa já
sofre as repercussões da crise com os aumentos dos preços da energia.
“A
crise já está a afetar toda a Europa porque cada um de nós sente o
aumento dos preços da energia em função da redução drástica do
fornecimento de gás aos países europeus. Isso é só o começo, os
ditadores não vão parar”, declarou o responsável polaco.
“Apelo a
todas as pessoas do mundo livre: Polónia, Lituânia e Letónia precisam
da sua solidariedade”, acrescentou, referindo-se aos outros dois países
diretamente afetados pela crise.
Milhares de refugiados
continuam a tentar entrar na Polónia vindos da Bielorrússia, depois de
chegarem ao país com vistos de turista, numa operação que se acredita
ter sido orquestrada pelo regime de Lukaschenko.
Kallas, por sua
vez, disse que um dos objetivos do regime de Lukaschenko, além de
desestabilizar a UE, é desviar a atenção da repressão e das violações
dos direitos humanos na Bielorrússia.
O encontro de Morawiecki
com Kallas é o primeiro de uma série de encontros entre o
primeiro-ministro polaco e os líderes dos países bálticos.
Desde o início do ano, o serviço de fronteiras polaco registou mais de 34.000 tentativas de cruzar a fronteira ilegalmente.
Pelo
menos 17 pessoas morreram e dezenas estão desaparecidas no estado de
Andhra Pradesh, no sul da Índia, após vários dias de fortes chuvas,
disseram hoje as autoridades locais.
O estado de Andhra Pradesh
está a ser atingido por fortes chuvas desde quinta-feira, que provocaram
grandes inundações em pelo menos cinco distritos.
O número de
mortos aumentou para 17 na noite de sexta-feira, após três pessoas
morrerem no desabamento de um prédio, de acordo com a polícia local. Dez
pessoas que ficaram soterradas sob os escombros foram resgatadas, mas
duas ainda estão desaparecidas.
No início de sexta-feira, pelo menos 12 pessoas morreram quando fortes inundações atingiram o autocarro em que viajavam.
Os
esforços de busca e resgate de pelo menos 18 passageiros desaparecidos
estão ainda hoje a decorrer, segundo o portal de notícias The
NewsMinute.
Mortes em vários distritos também foram relatadas nos
últimos dias e as autoridades alertaram que o número de óbitos pode
aumentar à medida que as operações de resgate continuam.
As
equipas da Força Nacional de Ajuda a Desastres foram enviadas para os
distritos mais atingidos e as autoridades locais resgataram e levaram
centenas de famílias para abrigos.
No distrito de Kadapa, um dos
mais atingidos, as chuvas e inundações incessantes forçaram as
autoridades a encerrar o aeroporto local até
quinta-feira.
As autoridades disseram que o rompimento de represas e reservatórios causaram mais inundações, deixando centenas de vilarejos abandonados e muitos residentes presos em suas casas.
As chuvas no sul da Índia neste momento não são incomuns,
embora o país tenha visto uma monção prolongada este ano, com
especialistas a alertar que a mudança climática exacerbou o problema,
tornando as chuvas mais intensas e frequentes.
Na semana passada, o estado vizinho de Tamil Nadu foi atingido por inundações
e no mês passado pelo menos 28 pessoas morreram no estado de Kerala, no
sul do país, devido às fortes chuvas que provocaram deslizamentos de
terra.
Vários gorilas e leões testaram positivo à covid-19 num
jardim zoológico nos Países Baixos e demonstram sintomas semelhantes aos
da gripe, perda de apetite e tosse leve, revelou na sexta-feira a
instituição.
Em comunicado, o “zoo” Blijdorp explicou que os animais “estão em boas condições e não apresentam riscos para a saúde”, sendo esperado que a “doença seja leve”.
Com base em outros casos, como nos Estados Unidos, a condição do animal antes de ficar infetado é importante para a cura da doença, pode ler-se na nota, citada pela agência EFE.
Os animais demonstram estar mais parados, com menos apetite, com uma
tosse leve e alguns apresentam problemas de estômago e intestinais,
acrescentou.
O jardim zoológico do município de Roterdão garantiu ainda que “não houve riscos para os visitantes” e salientou que, em condições normais, não há contacto direto entre o público e aquelas espécies.
Os locais onde estão instalados os gorilas e leões são imediatamente
fechados aos primeiros sintomas e suspeitas de covid-19 e, por isso, “os animais ficam de quarentena” e não recebem a visita do público temporariamente, para que possam descansar e recuperar.
Os tratadores e veterinários da instituição estão a monitorizar de
perto a saúde destes animais, medicando-se sempre que necessário.
Ainda não se sabe ao certo como é que estes animais ficaram infetados com o novo coronavírus, embora se suspeite que um funcionário assintomático possa ter sido a causa.
Desde o início da pandemia, em março de 2020, que os tratadores
cumprem um protocolo especial com medidas de proteção que incluem o uso
de máscaras, luvas, distanciamento de 1,5 metros, cuidados de higiene
adicionais e testagem.
Estes são os primeiros casos de animais com teste positivo à covid-19 neste jardim zoológico.
Escolas e faculdades em Nova Deli encerraram depois de um
tribunal indiano de primeira instância ter considerado os baixos níveis
de qualidade do ar uma “emergência”.
Recentemente, a NASA divulgou imagens de satélite que mostram a poluição de Nova Deli, que é agora chamada de chaminé ao ar livre.
Segundo o The Independent, a vasta pluma de fumo estende-se por centenas de quilómetros na capital na Índia.
O espesso “rio de fumo” converge para Nova Deli, como consequência
dos incêndios deliberadamente ateados nos estados circundantes. A este
problema ambiental acresce o fenómeno do ar poluído, que faz com que os
residentes da cidade sofram, todos os anos, especialmente durante o
Inverno
Num relatório intitulado A shot of smoke for Delhi, as imagens captadas pela agência espacial norte-americana, a 11 de novembro, apontam para as dezenas de milhares de queimadas ativas,
principalmente dos estados de Haryana e Punjab, no norte do país, onde
os agricultores queimam todos os anos desperdícios de colheitas para
criar espaço para o novo lote de sementes.
O Governo tem falhado ao não proporcionar alternativas seguras e menos poluentes aos agricultores economicamente desfavorecidos, que veriam a sua subsistência ameaçada se deixassem de queimar resíduos.
Os indianos da capital enfrentaram uma queda acentuada no Índice de Qualidade do Ar
(AQI) no final de outubro, altura em que se deu início à queima das
culturas após o fim de um período de chuvas. O diário indica que o AQI
se manteve severo em novembro.
Outra causa que agravou o problema da poluição de Nova Deli foi a queima indiscriminada de fogo de artifício no festival hindu de Diwali, que aconteceu no passado dia 4 de novembro.
Na sequência do aumento de partículas nocivas à saúde no ar, o Governo indiano decretou confinamento parcial e o encerramento das escolas e faculdades da capital.
As autoridades recomendam o teletrabalho sempre que for possível e
pedem às empresas que trabalhem presencialmente com apenas 50% dos
funcionários, de modo a diminuir a circulação de automóveis.
Na semana passada, o Governo já tinha fechado algumas escolas e universidades durante quatro dias.
Os
países europeus com taxas mais altas de vacinação anticovid-19, como
Portugal, enfrentam uma “pressão gerível” nos hospitais em altura de
forte ressurgimento das infeções, considera o Centro Europeu de
Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), embora sugerindo novas
restrições.
“Os países ou regiões com níveis de cobertura
vacinal na população total acima do nível médio atual da UE, e
particularmente aqueles com os níveis mais elevados de cobertura, podem
ter uma pressão gerível de internamentos e mortes” por covid-19, afirma o
responsável pelo departamento de doenças contagiosas e epidemias do
ECDC, Ole Heuer, em entrevista por escrito à agência Lusa, em Bruxelas.
Isto
“a menos que haja uma forte diminuição da imunidade seis meses após a
vacinação e/ou a sua população tenha uma imunidade natural baixa”,
salvaguarda o responsável.
A situação epidemiológica da covid-19
é agora “moderadamente preocupante” em Portugal, segundo o ECDC, que
fala numa preocupação “muito elevada” no resto da Europa e prevê aumento
das infeções, internamentos e mortes nas duas próximas semanas.
A
UE enfrenta atualmente um elevado ressurgimento das infeções por
SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, com os internamentos, as entradas
nos cuidados intensivos e o número de mortes também a aumentar, situação
causada pela dominância da variante Delta (mais contagiosa) e pela
descida das temperaturas, mais propícia a doenças respiratórias.
Por
essa razão, Ole Heuer argumenta que mesmo estes países com elevada
vacinação deviam “manter ou reintroduzir medidas como a limitação da
dimensão dos eventos e reuniões, a promoção do teletrabalho, o uso de
máscaras faciais em espaços partilhados e o distanciamento físico, uma
vez que as pessoas vacinadas ainda podem ser infetadas e transmitir mais
ainda o SARS-CoV-2”.
Dados do ECDC revelam que, até ao momento,
76,5% da população adulta na UE está totalmente vacinada, enquanto mais
de 81% tomou apenas a primeira dose.
Por países, existem
grandes discrepâncias nas taxas, entre os 28,6% de vacinação total de
adultos na Bulgária e 92,6% na Irlanda. Relativamente aos países com
níveis mais altos de população adulta totalmente vacinada, são, além da
Irlanda, Portugal (91,9%) e Malta (91,8%).