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segunda-feira, 18 de junho de 2018

21 Junho de 2018, Papa Francisco prepara ecumenismo para o ANTICRISTO, O FIM DO MUNDO - A Bíblia diz que o mundo chegará ao fim em 24 de junho de 2018 !

Papa Francisco dia 21 de junho em Genebra
O Santo Padre visita o Conselho Mundial de Igrejas, nascido em Amsterdã em 1948, e que representa mais de 500 milhões de cristãos em todo o mundo.
Cidade do Vaticano

O Papa Francisco irá no próximo dia 21 de junho a Genebra para uma visita ao Conselho Mundial de Igrejas, organismo que reúne 348 Igrejas protestantes, luteranas, anglicanas, ortodoxas. Foi o que confirmou aos microfones de Vatican News, Olav Fykse Tveit, secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas.

Está em andamento na Sala de Imprensa da Santa Sé a apresentação das iniciativas para as celebrações dos 70 anos do Conselho Mundial de Igrejas. Participam da coletiva de imprensa Olav Fykse Tveit e o cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

O Conselho Mundial de Igrejas, nascido em Amsterdã em 1948, representa mais de 500 milhões de cristãos em todo o mundo. A Igreja Católica participa como “observadora” e é membro a pleno título da Comissão “Fé e Constituição”.

Os objetivos prioritários deste organismo são os de caminhar em direção a uma unidade visível da Igreja e de ser no mundo instrumento de reconciliação. Os membros fundadores deste organismo são provenientes principalmente da Europa e da América do Norte. Mas hoje a maior parte das Igreja se encontra na África, Ásia, Caribe, América Latina, Oriente Médio e Oceania.

A Bíblia diz que o mundo chegará ao fim em 24 de junho de 2018

O ano novo está em pleno andamento e assim como sempre acontece, surgem as inúmeras e recorrentes teorias da conspiração. As previsões indicam que, aparentemente, todos nós seremos eliminados este ano, então não faça planos para um futuro muito distante. No entanto, a diferença é que desta vez a previsão não foi lançada por um "psíquico" da mídia, pois a fonte da informação sobre o apocalipse vem diretamente da Bíblia e é exatamente isso o que preocupa a muitos.


Esta circunstância nunca existiu na história até o final do século vinte. Antes, não havia a possibilidade de se destruir toda a vida da Terra. Cristo predisse que, se lhe fosse permitido, era exatamente isso que o ser humano faria. Esta é umas das razões que Jesus tem que intervir para salvar a humanidade.

Segunda condição: A Israel moderna

A segunda condição que deve haver antes da volta de Jesus Cristo é a existência da moderna nação de Israel.

As profecias nos livros de Joel, de Zacarias e em outras partes da Bíblia indicam uma presença organizada e significante de Judeus antes da segunda vinda de Cristo. Daniel 12:11 mostra que os sacrifícios rituais serão restaurados e depois impedidos antes do retorno de Cristo. O próprio Jesus alertou sobre isso: “Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo … então, os que estiverem na Judeia, que fujam para os montes” (Mateus 24:15-16).

A abominação da desolação, descrita várias vezes nos capítulo de Daniel 8 a 12, descreve a violação dos sacrifícios e o lugar santo em Jerusalém. Para que essa profecia se cumpra é preciso que haja pelo menos um altar num “lugar santo”, se realmente um templo não for construído.

Em Esdras 3 vemos, depois da destruição do primeiro templo, que os judeus voltaram a oferecer sacrifício no lugar apropriado, décadas antes do segundo templo ser construído. Um renascimento atual do sistema de sacrifício seria, portanto, possível sem a necessidade de se construir um templo.

Antes do século vinte, isto parecia impossível. Por mais de dois mil anos, os judeus tinham sido dispersos e o Império Turco-Otomano estava controlando toda a região. Os judeus não tinham qualquer poder militar para retornar à sua terra. No entanto, isso aconteceu. Uma vez que a jovem nação foi formada em 1948, ainda pareceu que os judeus nunca iriam controlar toda a Jerusalém. No entanto, na Guerra dos Seis Dias de 1967, Israel tomou posse da cidade dividida.

Seria impossível para a profecia de Cristo ser cumprida, se os árabes e os turcos continuassem dominando toda a cidade. Quando Israel assumiu o controle de Jerusalém em 1967 , isso ajudou a definir o cenário para esta profecia também poder vir a ser cumprida.

No entanto algumas—das circunstâncias necessárias para o cumprimento desta profecia de Cristo ainda não existem. O governo de Israel, numa tentativa de diminuir as tensões religiosas, decidiu que o Monte do Templo—a área do templo onde eram realizados os sacrifícios de animais—deveria permanecer sob o controle Islâmico. Mas desde 1989 esforços organizados foram iniciados para preparar a construção do templo. Vários grupos judaicos já se organizaram publicamente para realizar este plano.

Até o momento, apenas uma minoria relativa de judeus acreditam que é sua responsabilidade reconstruir um templo sem a intervenção direta de Deus. A atual Israel é muito secular (não religiosa); seria necessário um aumento dramático no fervor religioso para despertar apoio suficiente para iniciar a restauração do templo ou renovação dos sacrifícios.

Atualmente, assim está a situação. Sem dúvida, a situação pode mudar rapidamente por causa do clima político instável no Oriente Médio.

Terceira condição: um novo poder no cenário mundial

A terceira condição diz respeito à restauração do Império Romano, profetizado em todo o livro de Daniel e Apocalipse.

O profeta Daniel, interpretando o sonho de Nabucodonosor de uma imagem colossal, falou de uma série de “reinos” que se levantariam no cenário mundial. O primeiro desses “reinos” era o Império Babilônico, governado por Nabucodonosor (Daniel 2:28-38). Depois dele, viriam outros três reinos (versículos 39-40). Em ordem, esses quatro reinos foram o babilônico, o medo-persa, o grego e o império romano.

Quando mencionou o quarto e último reino, Daniel disse que esse será “forte como ferro, porquanto o ferro esmiúça e quebra tudo; como o ferro quebra todas as coisas, assim ele quebrantará e esmiuçará” (versículo 40). Sem dúvida, Roma provou ser mais predominante que seus predecessores, absorvendo o remanescente deles em um reino que durou séculos.

Todavia, Daniel revelou em detalhes outras profecias fascinantes sobre esse reino. Uma parte da imagem do sonho de Nabucodonosor representava o Império Romano, os pés e os dedos dos pés, eram compostos “em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro”. Isto indica que “contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro”, mas também que “uma parte o reino será forte, e por outra será frágil”. Ademais, “assim como o ferro não se mistura com o barro”, os elementos desse reino não vão se unir firmemente por muito tempo (Versículo 41-43).

E depois Daniel disse: “Nos dias desses reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído … ; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre” (versículos 44). Evidentemente, isto é uma profecia sobre o Reino de Deus, o qual se tornará realidade na terra quando Jesus Cristo retornar.

Mas, há alguma coisa errada com essa sequência de eventos? Certamente o Reino de Deus não foi estabelecido nos dias do antigo Império Romano. Jesus Cristo não foi entronizado como governante supremo do mundo (1 João 5:19). Daniel estava errado sobre o tempo exato desses eventos?

Entendendo a profecia de Daniel

As respostas se encontram em outras profecias que falam acerca desse quarto reino. Onde podemos aprender que esse antigo e esquecido Império Romano está destinado a se levantar novamente!

O apóstolo João recebeu uma visão dos eventos que aconteceriam durante o fim da história humana. Como a Daniel, Deus também inspirou João a escrever os eventos acerca da segunda vinda de Cristo. Apocalipse 19 descreve Seu glorioso retorno à Terra, culminando na derrota e destruição dos “reis da terra, e os seus exércitos”, do grande e falso líder religioso, e de algo chamado “a besta” (Apocalipse 19:19-20).

Essa “besta” corresponde ao quarto reino, o Império Romano, que surgiu simbolicamente no sonho de Nabucodonosor, o qual foi interpretado por Daniel. Ambos a besta, vista por João, e a imagem, explicada por Daniel, vão existir e serão destruídas por Jesus Cristo, ao Seu retorno. Então, a profecia indica que a besta e o Império Romano são a mesma coisa.

Um império vai se reerguer novamente

Apocalipse 17 nos dá mais detalhes que ajudam a entender a natureza desse império, que existiu e tornará a existir na época do retorno de Cristo. Este capítulo descreve uma “besta cor de escarlata … que tinha sete cabeças e dez chifres” (versículo 3). Ela é descrita como que outrora existiu, não mais existe, mas que voltará a existir (versículos 8, 11). Isto nos dá uma chave para entender estas profecias, que a princípio podem parecer confusas. O Império Romano existiu no passado, hoje não existe mais, mas vai voltar a existir.

A imagem interpretada por Daniel tinha os pés e os dedos de pés feitos de ferro misturado com barro. Em Apocalipse 17, vemos o que representa os dez dedos dos pés feitos de ferro misturado com barro. Os dez dedos dos pés corresponde aos dez chifres da besta, vista por João. “Os dez chifres … são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta. Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta. Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis … ” (Apocalipse 17:12-14).

Agora o quadro está nítido. Pouco antes do retorno de Cristo, esses dez “reis”—a palavra grega original significa governantes, não especificamente reis—se unirão em uma aliança política, econômica e militar. Alguns serão mais fortes do que outros, do mesmo jeito que o ferro é mais forte que o barro. Porque representam várias nacionalidades e culturas, eles estarão divididos de muitas maneiras, mas obedientes à besta. O poder e autoridade oriundos dessa confederação vão durar apenas um pequeno lapso de tempo, até cometerem o erro fatal de se oporem a Cristo, quando Ele retornar, então, nesse tempo, essa confederação será completamente destruída.

Alguns perguntam se o recente movimento de unificação europeia está de algum modo relacionado com esta importante profecia. É interessante deixar a história mostrar a raiz desse movimento. Michael Elliot escreveu recentemente na revista Newsweek: “Em Janeiro de 1957, seis nações assinaram um tratado onde era a antiga capital de Roma, criando a Comunidade Econômica Europeia … Um assessor de

Paul-Henri Spaak, ministro das relações exteriores na época, se lembra de seu chefe dizer o seguinte: ‘Será que colocamos a primeira pedra de um novo Império Romano?’, esse assessor disse: “Nós tivemos um sentimento muito forte que éramos romanos naquele dia” (Revista Newsweek, 29 de janeiro de 1996, artigo ‘Não estrague um sucesso’ [Don’t Spoil a Success], p. 40).

Pelo menos, a ideia de começar um novo Império Romano estava nas mentes dos fundadores desta organização de nações. E ela continua avançando, enquanto as barreiras contra essa integração vêm caindo uma após outra e uma grande cooperação econômico-militar continua em pauta. O tempo mostrará onde essas tendências vão chegar—e em quanto tempo.

E qual a situação hoje? O ser humano já possui a capacidade de destruir a vida de várias maneiras, Israel tem o controle de Jerusalém e alguns Israelitas desejam restaurar o templo e os sacrifícios, e existem esforços diligentes no intuito de unificar as nações da Europa. Portanto, faremos bem prestar atenção aos avisos da profecia bíblica e não ignorar as suas conexões com as condições do mundo.

Os cenários que descrevemos parecem ser o caminho mais provável pelo qual as profecias de Daniel e Apocalipse podem se cumprir, à luz da situação atual do mundo. No entanto, independentemente de elas se cumprirem dessa maneira ou não, a Bíblia continua sendo a Palavra inspirada de Deus. Estas profecias irão acontecer mesmo que nós não entendamos todos os detalhes.

Fonte: http://ufosonline.blogspot.com/

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