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quinta-feira, 4 de março de 2021
ALERTA APOCALIPTICO - A hora da migração ainda não chegou, mas os búfalos começaram a sair ativamente de Yellowstone !!!
12 das 15 Terríveis Profecias em um mangá japonês foram cumpridas !
quarta-feira, 3 de março de 2021
Variante inglesa em 29 países europeus - Estirpe do Brasil mais transmissível e ilude sistema imunitário !
A variante britânica do SARS-CoV-2, presente em 29 países da União Europeia, é responsável por mais de metade das infeções totais. A estirpe detetada no Brasil, apesar de pouco prevalecente na Europa, pode ter uma carga viral até dez vezes mais elevada do que o vírus original e é capaz de iludir o sistema imunitário.
A variante britânica do SARS-CoV-2 estava, até há uma semana, presente em 29 países da União Europeia (UE) e Espaço Económico Europeu (EEE), num total de 10.700 casos, sendo agora responsável por mais de metade das infeções totais.
A informação é avançada à agência Lusa pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla inglesa), que indica que, até 22 de fevereiro, “foram identificados cerca de 10.700 casos em 29 países da UE/EEE” da mutação inicialmente detetada no Reino Unido em novembro passado.
“A variação está a aumentar em toda a região [na Europa] e estima-se que seja agora responsável por mais de 50% de todos os casos na maioria dos Estados-membros”, acrescenta a agência europeia em resposta escrita enviada à Lusa.
“É provável que conduza a uma maior gravidade da doença e, portanto, as taxas de internamento podem aumentar”, acrescenta este centro europeu, que presta apoio aos Estados-membros em crises sanitárias como a atual pandemia.
No que toca à variante detetada na África do Sul, também até 22 de fevereiro, tinham sido “identificados cerca de 650 casos em 15 países da UE/EEE”, de acordo com o ECDC.
Este centro europeu observa que se registou “transmissão comunitária em alguns surtos comunicados por alguns Estados-membros” e que esta mutação do SARS-CoV-2 registada na África do Sul “é suscetível de ter um impacto significativo na eficácia da vacina para, pelo menos, algumas das vacinas atualmente aprovadas”.
Já no que toca à variante brasileira, detetada em viajantes do Brasil, até 22 de fevereiro, tinham sido “identificados cerca de 50 casos em oito países da UE/EEE”.
Num relatório divulgado em meados de fevereiro, o ECDC já tinha avisado que, apesar da redução da incidência do SARS-CoV-2 nas últimas semanas, a situação epidemiológica “ainda é motivo de grande preocupação” na Europa, pelo que apelou a intervenções de saúde pública “imediatas”.
Na altura, os peritos da agência europeia de saúde pública indicaram que as novas e mais contagiosas variantes do SARS-CoV-2 detetadas no Reino Unido, África do Sul e Brasil “suscitam preocupações”.
No documento, o ECDC apontou o “aumento substancial no número e proporção de casos” da mutação do Reino Unido na UE/EEE, bem como que estes países têm “notificado cada vez mais” casos da estirpe da África do Sul.
Já a variante brasileira “está a ser notificada a níveis mais baixos, possivelmente porque está principalmente ligada ao intercâmbio de viagens com o Brasil”, adiantou o organismo na altura, numa alusão à interrupção de viagens decretada por alguns países europeus.
Recentemente, o Governo português decidiu prolongar até dia 16 de março as medidas restritivas do tráfego aéreo, mantendo-se suspensos todos os voos comerciais e privados com origem ou destino no Brasil e Reino Unido.
Estirpe mais transmissível e ilude sistema imunitário
Essa estirpe detetada no Brasil, a P.1, poderá, no entanto, ter uma carga viral até dez vezes mais elevada e é capaz de iludir o sistema imunitário de quem já possuía anticorpos, revelam dois estudos preliminares.
“Provavelmente faz as três coisas ao mesmo tempo: é mais transmissível, invade mais o sistema imunitário e, provavelmente, deve ser mais patogénica”, disse esta terça-feira à agência espanhola EFE Ester Sabino, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do grupo da USP que participou da investigação realizada pelo Centro Brasil-Reino Unido para a Descoberta e Diagnóstico de Abrovírus.
O estudo preliminar, realizado por investigadores brasileiros e ingleses e divulgado na última sexta-feira, sugere que a nova variante detetada no estado do Amazonas seja entre 1,4 e 2,2 vezes mais transmissível do que as que a precedem e “provavelmente” isso é um dos fatores responsáveis pela segunda vaga da pandemia do novo coronavírus no Brasil.
Os cientistas também concluíram que a nova estirpe é capaz de evadir o sistema imunológico e causar uma nova infeção em parte dos indivíduos já infetados pelo SARS-CoV-2, concretamente entre 25 e 61%.
“Não se podem explicar tantos casos a não ser pela perda de imunidade”, disse Ester Sabino, que coordenou o estudo juntamente com o investigador Nuno Faria, da Universidade de Oxford.
O estudo preliminar, baseado num modelo matemático realizado pelo Imperial College London, baseia-se na análise de genomas de 184 amostras de secreção nasofaríngea de pacientes diagnosticados com covid-19 em laboratórios de Manaus entre novembro de 2020 e janeiro de 2021.
A capital do Estado do Amazonas, Manaus, foi um dos focos da pandemia no Brasil, quer na primeira, quer na segunda vaga da pandemia, e vive um colapso da saúde desde o final do ano passado devido à explosão de casos e de internações por covid-19.
A investigação, que teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), ainda não foi revista por outros cientistas ou publicada em revistas científicas, mas está disponível online.
Da mesma forma, um outro estudo também divulgado na última sexta-feira por investigadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) da região amazónica indica que a carga viral no corpo de indivíduos infetados com a P.1 pode ser até dez vezes maior.
O Brasil, um dos países mais atingidos pela pandemia no mundo, acumula 10.587.001 infeções desde o registo do primeiro caso da doença, em 26 de fevereiro do ano passado, e 255.720 mortes.
https://zap.aeiou.pt/variante-inglesa-brasil-ilude-imunitario-384625
OMS diz que é prematuro e “não realista” pensar-se que a pandemia acaba este ano !
O diretor executivo do Programa de Emergências em Saúde da OMS diz que é prematuro pensar-se que a pandemia termina até ao fim do ano, mas que é possível é reduzir as hospitalizações e as transmissões e impedir que surjam novas variantes do vírus.
Michael Ryan, diretor executivo do Programa de Emergências em Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS), avisou que é prematuro e “não realista” pensar-se que a pandemia de covid-19 termina até ao fim de 2021.
Ainda assim, o responsável disse que pode ser possível reduzir as hospitalizações e as transmissões e impedir que surjam novas variantes do vírus. “Se controlarmos a transmissão, controlamos a pandemia”, declarou.
Soumya Swaminathan, cientista chefe da OMS, acrescentou: “não podemos erradicar o vírus até ao final do ano, mas podemos reduzir as hospitalizações e a severidade da doença”.
As vacinas serão entregues a países que fazem parte do mecanismo COVAX, uma iniciativa da OMS para garantir uma vacinação contra o novo coronavírus que seja equitativa. Esta segunda-feira, o Gana e a Costa do Marfim foram os primeiros países a começar a vacinar os profissionais de saúde com doses fornecidas através do COVAX.
“Mais 11 milhões de doses serão entregues esta semana”, garantiu o responsável, que falava numa conferência de imprensa online a partir de Genebra. Na terça-feira, disse, a iniciativa COVAX publicará a primeira ronda de atribuições das vacinas.
A medida é encorajadora, mas é também lamentável, acrescentou, que alguns países continuem a dar prioridade à vacinação de adultos mais jovens, mais saudáveis e com menor risco de doença nas suas próprias populações, à frente dos profissionais de saúde e das pessoas mais idosas de outros países.
O responsável máximo da OMS avisou que os países não estão a competir na luta contra a covid-19, porque se trata de uma “corrida comum”, e acrescentou: “Não estamos a pedir aos países que ponham as suas próprias populações em risco. Estamos a pedir a todos os países que façam parte de um esforço global para reprimir o vírus em todo o mundo”.
Tedros lembrou ainda o objetivo da OMS de começar a vacinação em todos os países do mundo nos primeiros 100 dias do ano e alertou que já só faltam 40 dias e que para concretizar o objetivo é precisa “a cooperação de todos os parceiros”.
O diretor-geral salientou também que as vacinas não são suficientes para manterem os países seguros e alertou que na última semana o número de casos de covid-19 aumentou no mundo pela primeira vez em sete semanas, na Europa mas também do Sudeste Asiático, no Mediterrâneo Oriental e nas Américas.
O aumento de casos, afirmou, é dececionante, mas não surpreendente, sendo que em alguns países se deveu ao relaxamento de medidas de saúde pública e mais circulação de pessoas, a par da circulação de variantes do vírus.
Macron não levanta restrições antes de abril
O Presidente francês, Emmanuel Macron, considerou esta segunda-feira que será impossível levantar as restrições antes de abril, sendo que o país registou, na semana passada, uma média de 21 mil novas infeções diárias.
“Ainda temos de aguentar por várias semanas. Entre quatro e seis semanas”, afirmou Macron em resposta a um jovem que lhe perguntou se o recolher obrigatório, atualmente em vigor entre as 18h00 e as 06h00, poderia passar a começar às 19h00. A conversa aconteceu durante uma visita do Presidente a uma unidade industrial realizada esta segunda-feira em Stains, na região de Paris.
A atual hora de recolhimento está em vigor desde o dia 16 de janeiro, antecipando em duas horas a hora que estava imposta desde 15 de dezembro (20h00), para tentar diminuir o avanço da pandemia.
O avanço da pandemia fez com que novas restrições locais passassem a ser aplicadas, como o confinamento domiciliário durante o fim de semana nas cidades de Nice (sul) e Dunquerque (norte), bem como nas suas áreas de influência.
O Governo também colocou sob vigilância reforçada 20 departamentos, onde vive cerca de 40% da população do país, incluindo a região de Paris, estando agendado para 06 de março a decisão de tornar esse confinamento parcial também nessas áreas.
A França contabiliza, desde o início da pandemia e até domingo, 3,7 milhões de infetados e 86.454 mortos, dos quais 122 ocorreram em hospitais nas últimas 24 horas.
Tóquio faz apelo a Pequim
O Japão apelou à China para não efetuar testes anais em cidadãos japoneses para detetar a covid-19, alegando “sofrimento psicológico” causado pelo procedimento. O pedido do Governo surge após notícias de que o pessoal diplomático dos Estados Unidos na China se tinha queixado de ter sido sujeito a estes testes intrusivos, algo que Pequim negou.
A China, que conseguiu conter a pandemia dentro das suas fronteiras, estimou no mês passado que estes testes, realizados com recurso a um cotonete, introduzido no ânus, aumenta a taxa de deteção de pessoas infetadas, em comparação com as amostras recolhidas na garganta ou no nariz.
O Japão, no entanto, enviou um pedido oficial à China através da sua embaixada em Pequim, pedindo que os seus nacionais fossem dispensados dos testes, depois de os expatriados japoneses terem expressado “profundo sofrimento psicológico” após os testes, disse o porta-voz do Governo nipónico, Katsunobu Kato, na segunda-feira à noite.
“Nesta fase, não recebemos qualquer resposta a dizer que vão mudar. Vamos continuar a apelar”, acrescentou, observando que não tinha informações sobre a utilização deste método fora da China.
Os métodos de amostragem da China são “baseados na ciência” e “de acordo com a evolução da situação epidemiológica e as leis e regulamentos em vigor”, disse um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, quando questionado sobre o assunto.
No mês passado, os meios de comunicação social nos Estados Unidos informaram que funcionários do Departamento de Estado norte-americano se tinham queixado de tais testes, mas Pequim desmentiu que tivesse feito essa exigência.
As autoridades chinesas estão a utilizar este método para testar pessoas consideradas em alto risco de contrair o vírus, incluindo residentes de zonas onde foram detetados casos em viajantes internacionais. No entanto, Pequim admitiu que uma utilização de testes retais seria difícil, porque “não é prática“.
https://zap.aeiou.pt/prematuro-pandemia-acaba-ano-384455
Um dos rostos da redução populacional preconizada pelos Illuminati - Ex-presidente do Peru forçou esterilizações ilegais para reduzir pobreza no país !
O ex-Presidente peruano Alberto Fujimori e os seus ministros da Saúde Eduard Yong, Marino Costa e Alejandro Aguinaga foram acusados esta segunda-feira em tribunal de terem utilizado e forçado a esterilização de mulheres andinas para “reduzir a pobreza” no Peru.
Segundo a acusação, durante o programa de esterilização irregular promovido pelo ex-presidente no seu segundo mandato (1995-2000), 18 mulheres acabaram por morrer, cinco delas na sequência de ferimentos graves causados pela própria intervenção cirúrgica, que também deixou sequelas físicas em cerca de 1.300 outras.
O procurador Pablo Espinoza, representante da Primeira Procuradoria Criminal Supraprovincial, apresentou os argumentos das denúncias contra o ex-presidente (1990-2000), três ex-ministros e três outros ex-funcionários do Ministério da Saúde no início de uma audiência feita por videoconferência, liderada pelo magistrado Rafael Martinez.
Trata-se de um dos casos mais emblemáticos de presumível violação dos direitos humanos que se aguarda há mais de 20 anos para ser julgado no país, depois de uma outra denúncia ter sido subestimada pela acusação, há já alguns anos.
O ex-Presidente, que já cumpre uma pena de 25 anos de prisão por abusos aos direitos humanos, esteve representado pelo seu advogado, César Nakazaki, uma vez que decidiu não estar presente na audiência, argumentando que não pode ser acusado no caso porque não estava incluído no acordo que permitiu a sua extradição do Chile.
Fujimori, Yong, Costa, Aguinaga e o ex-diretor-geral de Saúde Ulisses Aguilar são acusados como presumíveis autores de delitos contra o corpo, vida e saúde, acusações agravadas com lesões graves e a morte de cinco mulheres, bem como de lesões graves para as outras 1.300.
As vítimas mortais, camponesas pobres e de etnia quíchua, morreram na sequência de complicações nas operações às trompas do Falópio a que foram submetidas em condições sem o rigor médico, sem preparação prévia e sem acompanhamento médico-sanitário pós-cirurgias.
A acusação referiu que, durante o seu segundo mandato, Fujimori tinha a maioria no Congresso e alterou as leis para legalizar a esterilização, incluindo-a como um método de planeamento familiar.
Pablo Espinoza acrescentou que o objetivo da esterilização da população mais vulnerável era “reduzir a pobreza” e que, para isso, o então Executivo desenvolveu “toda uma artimanha legal para evitar ser responsável” por eventuais complicações na Contraceção Cirúrgica Voluntária (AQV), tal como foi oficialmente chamado.
“O Estado manifestou a intenção de esterilizar todos os pobres, porque não há vítimas de outras camadas sociais”, frisou Espinosa, argumentando ainda que o não protegeu os direitos das mulheres andinas. “São das camadas mais pobres e vulneráveis da população, em que as famílias são numerosas e as mulheres podem ser agredidas pelos seus parceiros quando adotam um método anticoncecional”.
Segundo um documento assinado pelo ex-ministro Marino Costa, apresentado pela acusação, o Ministério da Saúde peruano planeava realizar 150 mil operações cirúrgicas em 1997. Em agosto desse ano, prosseguiu, 43% das intervenções já tinham sido realizadas.
Espinosa denunciou também que os profissionais de saúde peruanos foram coagidos a cumprir ou a exceder as metas de esterilização e que, em troca, receberam incentivos, enquanto as vítimas foram ameaçadas – os filhos não receberiam mais cuidados médicos se as mulheres recusassem ou receberiam cestas básicas gratuitas se aceitassem.
Antes do início da audiência, Humberto Abanto, advogado de Marino Costa, pediu que a audiência fosse suspensa porque o ex-ministro viajou para o Chile para ser alvo de uma intervenção cirúrgica.
No entanto, o juiz Rafael Martinez rejeitou o pedido porque o réu tinha “pleno conhecimento” da data da audiência e que não procurou os meios necessários para se dotar de capacidade técnica para aceder ao julgamento através da Internet.
A audiência, que começou segunda-feira em Lima, contou com a participação de um intérprete do dialeto quéchua, que foi traduzindo a apresentação das acusações na sessão, que foi suspensa depois de cinco horas de trabalho, sendo esta terça-feira retomada com a resposta da defesa dos visados.
https://zap.aeiou.pt/ex-presidente-peru-forcou-esterilizacoes-384468
Variante inglesa em 29 países europeus - Estirpe do Brasil mais transmissível (e ilude sistema imunitário !
A variante britânica do SARS-CoV-2, presente em 29 países da União Europeia, é responsável por mais de metade das infeções totais. A estirpe detetada no Brasil, apesar de pouco prevalecente na Europa, pode ter uma carga viral até dez vezes mais elevada do que o vírus original e é capaz de iludir o sistema imunitário.
A variante britânica do SARS-CoV-2 estava, até há uma semana, presente em 29 países da União Europeia (UE) e Espaço Económico Europeu (EEE), num total de 10.700 casos, sendo agora responsável por mais de metade das infeções totais.
A informação é avançada à agência Lusa pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla inglesa), que indica que, até 22 de fevereiro, “foram identificados cerca de 10.700 casos em 29 países da UE/EEE” da mutação inicialmente detetada no Reino Unido em novembro passado.
“A variação está a aumentar em toda a região [na Europa] e estima-se que seja agora responsável por mais de 50% de todos os casos na maioria dos Estados-membros”, acrescenta a agência europeia em resposta escrita enviada à Lusa.
“É provável que conduza a uma maior gravidade da doença e, portanto, as taxas de internamento podem aumentar”, acrescenta este centro europeu, que presta apoio aos Estados-membros em crises sanitárias como a atual pandemia.
No que toca à variante detetada na África do Sul, também até 22 de fevereiro, tinham sido “identificados cerca de 650 casos em 15 países da UE/EEE”, de acordo com o ECDC.
Este centro europeu observa que se registou “transmissão comunitária em alguns surtos comunicados por alguns Estados-membros” e que esta mutação do SARS-CoV-2 registada na África do Sul “é suscetível de ter um impacto significativo na eficácia da vacina para, pelo menos, algumas das vacinas atualmente aprovadas”.
Já no que toca à variante brasileira, detetada em viajantes do Brasil, até 22 de fevereiro, tinham sido “identificados cerca de 50 casos em oito países da UE/EEE”.
Num relatório divulgado em meados de fevereiro, o ECDC já tinha avisado que, apesar da redução da incidência do SARS-CoV-2 nas últimas semanas, a situação epidemiológica “ainda é motivo de grande preocupação” na Europa, pelo que apelou a intervenções de saúde pública “imediatas”.
Na altura, os peritos da agência europeia de saúde pública indicaram que as novas e mais contagiosas variantes do SARS-CoV-2 detetadas no Reino Unido, África do Sul e Brasil “suscitam preocupações”.
No documento, o ECDC apontou o “aumento substancial no número e proporção de casos” da mutação do Reino Unido na UE/EEE, bem como que estes países têm “notificado cada vez mais” casos da estirpe da África do Sul.
Já a variante brasileira “está a ser notificada a níveis mais baixos, possivelmente porque está principalmente ligada ao intercâmbio de viagens com o Brasil”, adiantou o organismo na altura, numa alusão à interrupção de viagens decretada por alguns países europeus.
Recentemente, o Governo português decidiu prolongar até dia 16 de março as medidas restritivas do tráfego aéreo, mantendo-se suspensos todos os voos comerciais e privados com origem ou destino no Brasil e Reino Unido.
Estirpe mais transmissível e ilude sistema imunitário
Essa estirpe detetada no Brasil, a P.1, poderá, no entanto, ter uma carga viral até dez vezes mais elevada e é capaz de iludir o sistema imunitário de quem já possuía anticorpos, revelam dois estudos preliminares.
“Provavelmente faz as três coisas ao mesmo tempo: é mais transmissível, invade mais o sistema imunitário e, provavelmente, deve ser mais patogénica”, disse esta terça-feira à agência espanhola EFE Ester Sabino, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do grupo da USP que participou da investigação realizada pelo Centro Brasil-Reino Unido para a Descoberta e Diagnóstico de Abrovírus.
O estudo preliminar, realizado por investigadores brasileiros e ingleses e divulgado na última sexta-feira, sugere que a nova variante detetada no estado do Amazonas seja entre 1,4 e 2,2 vezes mais transmissível do que as que a precedem e “provavelmente” isso é um dos fatores responsáveis pela segunda vaga da pandemia do novo coronavírus no Brasil.
Os cientistas também concluíram que a nova estirpe é capaz de evadir o sistema imunológico e causar uma nova infeção em parte dos indivíduos já infetados pelo SARS-CoV-2, concretamente entre 25 e 61%.
“Não se podem explicar tantos casos a não ser pela perda de imunidade”, disse Ester Sabino, que coordenou o estudo juntamente com o investigador Nuno Faria, da Universidade de Oxford.
O estudo preliminar, baseado num modelo matemático realizado pelo Imperial College London, baseia-se na análise de genomas de 184 amostras de secreção nasofaríngea de pacientes diagnosticados com covid-19 em laboratórios de Manaus entre novembro de 2020 e janeiro de 2021.
A capital do Estado do Amazonas, Manaus, foi um dos focos da pandemia no Brasil, quer na primeira, quer na segunda vaga da pandemia, e vive um colapso da saúde desde o final do ano passado devido à explosão de casos e de internações por covid-19.
A investigação, que teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), ainda não foi revista por outros cientistas ou publicada em revistas científicas, mas está disponível online.
Da mesma forma, um outro estudo também divulgado na última sexta-feira por investigadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) da região amazónica indica que a carga viral no corpo de indivíduos infetados com a P.1 pode ser até dez vezes maior.
O Brasil, um dos países mais atingidos pela pandemia no mundo, acumula 10.587.001 infeções desde o registo do primeiro caso da doença, em 26 de fevereiro do ano passado, e 255.720 mortes.
https://zap.aeiou.pt/variante-inglesa-brasil-ilude-imunitario-384625
Há um mistério geológico na Sibéria a intrigar os cientistas da NASA !
Umas ondulações visíveis na superfície de uma região siberiana próxima ao rio Markha, na Rússia, estão a intrigar os investigadores da NASA.
Cientistas da NASA publicaram recentemente um conjunto de imagens no portal Earth Observatory de uma área do nordeste da Sibéria, registadas pelo satélite Landsat 8 durante vários anos, que estão a intrigar os especialistas.
Nas fotografias, o terreno de ambos os lados do rio Markha apresenta uma sequência de linhas ou estrias escuras e claras, mais compactas nas zonas de grande inclinação e maiores onde o declive é suave, que desaparecem completamente em direção às margens.
As peculiaridades do terreno são visíveis em qualquer estação do ano, apesar de as estrias apresentarem uma maior presença durante o inverno, uma vez que a neve aumenta o contraste.
Os cientistas não sabem exatamente o que causa o fenómeno, mas há quem arrisque algumas teorias. Alguns acreditam que o solo é o principal responsável pelas ocorrências, já que aquele local passa cerca de 90% do ano coberto por permafrost (pergelissolo, em português), que, por sua vez, derrete ocasionalmente e regressa ao estado original.
Este fenómeno pode formar estranhos padrões de várias formas. No entanto, noutros lugares, estes padrões tendem a ter uma escala inferior em relação aos registados na Sibéria.
Para explicar esta diferença, especialistas em geomorfologia defendem que, em regiões frias, a terra pode converter-se em gelissolo, um solo com permafrost nos dois metros superiores, onde as camadas escuras e claras normalmente se diferenciam em função da predominância de matéria orgânica ou mineral e do seu conteúdo de sedimentos.
De acordo com este tipo de estratificação sedimentar, à medida que o solo congela e derrete, as camadas misturam-se verticalmente. Com a repetição destes ciclos durante certo período de tempo, as camadas podem alinhar-se e formar padrões em forma de estrias.
Thomas Crafford, investigador do Serviço Geológico dos Estados Unidos, disse que as estrias refletem um padrão de rochas sedimentares conhecido como “geologia de massa folhada”, segundo a qual estas camadas rochosas foram expostas e dissecadas pela erosão.
https://zap.aeiou.pt/misterio-geologico-siberiano-384287
A maior parte da vida na Terra vai desaparecer por falta de oxigénio em mil milhões de anos !
A previsão dos cientistas é catastrófica: dentro de mil milhões de anos, a atmosfera da Terra vai ter pouquíssimo oxigénio, tornando inabitável a vida aeróbica complexa.
No início da história da Terra, os níveis de oxigénio eram bem mais baixos do que são agora e uma equipa de investigadores acredita que possam cair novamente num futuro distante.
Os investigadores sugerem que a atmosfera da Terra manterá altos níveis de oxigénio nos próximos mil milhões de anos antes de regressar a níveis baixos que lembram aqueles que existiam antes do Grande Evento de Oxidação, há cerca de 2,4 mil milhões de anos, escreve a New Scientist.
À medida que o sol envelhece, torna-se mais quente e solta mais energia. Isto faz com que haja uma diminuição de dióxido de carbono na atmosfera. Os cientistas estimam que em mil milhões de anos, os níveis de dióxido de carbono vão ser tão baixos que os organismos fotossintetizantes serão incapazes de sobreviver e produzir oxigénio.
“A queda no oxigénio será muito, muito extrema – estamos a falar de cerca de um milhão de vezes menos oxigénio do que existe hoje”, diz o coautor Chris Reinhard, do Georgia Institute of Technology, nos Estados Unidos.
Paralelamente, os níveis de metano também vão aumentar drasticamente: até 10 mil vezes a quantidade existente na atmosfera.
“A biosfera não consegue adaptar-se a uma mudança tão dramática nas alterações ambientais”, diz Ozaki.
A vida terrestre deixará de existir, assim como a vida aquática. A camada de ozono vai-se esgotar, expondo a Terra e os seus oceanos a altos níveis de luz ultravioleta e calor do sol.
As novas previsões mostram que a presença de oxigénio é variável e pode não ser permanente num planeta habitável.
“Isto sugere que mesmo para planetas muito semelhantes à Terra ao redor de outras estrelas, grandes quantidades de oxigénio podem não ser detetadas na sua atmosfera, mesmo que possam suportar, ou ter suportado, vida complexa“, diz Kevin Ortiz Ceballos, da Universidade de Porto Rico.
https://zap.aeiou.pt/vida-terra-desaparecer-falta-oxigenio-384592
terça-feira, 2 de março de 2021
Dois textos antigos separados sugerem que Jesus era um metamorfo alienígena !
O denunciante Phil Schneider encontrado morto após revelar a agenda alienígena !
Phil Schneider geólogo e engenheiro do governo com mais de 17 anos de experiência trabalhando em “projetos negros” é sem dúvida um dos mais importantes denunciantes da história moderna.
Em setembro de 1995 o Sr. Schneider fez uma apresentação na Preparedness Expo na qual expôs a Agenda da Nova Ordem Mundial e como ela se conecta com os extraterrestres. Durante este discurso ele apresentou evidências físicas de metais e artefatos alienígenas juntamente com fotografias adicionais para validar suas afirmações
Menos de seis meses depois de fazer esta apresentação ele foi encontrado morto em seu apartamento com uma corda de piano enrolada em seu pescoço o que muitos classificariam como uma execução de estilo militar.
De acordo com algumas pessoas próximas à investigação o Sr. Schneider foi repetidamente e brutalmente torturado antes de ser morto. Apesar disso as autoridades de alguma forma consideraram sua morte um suicídio.
Phil continuou contando para a família e amigos “Se algum dia eu cometer suicídio, fui assassinado!”.
Phil sabendo que ele era um alvo e que o que estava fazendo era mexer com pessoas e criaturas extremamente poderosas preventivamente disse a todos que ele era um alvo e que se ele morresse misteriosamente ou cometesse suicídio ele seria assassinado.
Antes de chegar ao vídeo este artigo contém um resumo das informações que o Sr. Schneider apresentou na Expo no entanto é melhor você conhecer alguns fatos básicos antes de entrar no escopo do que está acontecendo bem debaixo de nossos narizes.
O Sr. Schneider trabalhou extensivamente na construção de bases militares subterrâneas profundas mais conhecidas como “DUMBS”. Ele afirma que as informações sobre alienígenas são mantidas bem escondidas do público e que os militares dos Estados Unidos sabem da presença de alienígenas há um período que remonta a 1909.
Ele também afirmou que mais de US $ 500 bilhões de dólares estavam sendo alocados todos os anos para projetos negros que lidavam com assuntos alienígenas. Ele afirmou ainda que 28% do Produto Nacional Bruto dos EUA estava sendo gasto na construção de bases subterrâneas. Esse “orçamento negro”, como ele se referiu foge completamente do Congresso. Não há dúvida de que esses projetos ainda continuam até hoje.
Lembre-se de que as seguintes informações transmitidas pelo Sr. Schneider datam de 1995 e mais do que provavelmente progrediram de maneira significativa desde então.
1. Em 1995, havia 131 DUMBS ativos nos Estados Unidos e aproximadamente 1.477 bases subterrâneas no mundo. Cada base custou uma média de 17-19 bilhões de dólares (em 1995) e levou de 1 a 2 anos para ser construída com o uso de métodos de construção altamente avançados que incluíam vitrificação e fusão de rocha usando lasers que reduziram a rocha a pó e então eles alisou os túneis usando máquinas de perfuração. O Sr. Schneider afirmou ainda que essas bases são enormes e abrigam milhares e milhares de pessoas.
2. Os trens magneto-levaton conectam todas as bases do DUMB nos Estados Unidos em um enorme sistema de transporte capaz de velocidades de MACH 2 ou superiores. Ele afirma que existe todo um outro mundo lá embaixo, cheio de formas de vida humanas e alienígenas.
3. A Área 51 é na verdade um complexo composto de 9 bases subterrâneas profundas e há mais de 18.000 trabalhadores cujas vidas são altamente regulamentadas e inteiramente veladas em sigilo.
4. O governo dos Estados Unidos assinou um acordo em 1954 com extraterrestres concedendo-lhes permissão para fazer experiências em humanos e gado em troca de tecnologia. Esse acordo conhecido como Tratado de Grenada, é um evento bem documentado.
Os termos originais deste acordo afirmavam que apenas uma pequena quantidade de humanos poderia ser abduzida, eles deveriam ser devolvidos ao local onde foram encontrados e sua memória do evento deveria ser apagada. Os alienígenas também deveriam fornecer uma lista dos humanos que estavam levando para o Majestic-12. No entanto, ficou claro depois de alguns anos que os alienígenas estavam levando muito mais humanos do que originalmente concordaram.
5. O Sr. Schneider alega que existem 11 raças alienígenas distintas na Terra. Duas dessas espécies são benevolentes.
6. “A Nova Ordem Mundial e a agenda extraterrestre são uma e a mesma.” O Sr. Schneider descreve a agenda alienígena como "a conquista completa deste planeta, matando 5/6 a 7/8 da população mundial até 2029." Obviamente, uma aquisição alienígena significaria que um governo mundial seria colocado em prática e seria com toda probabilidade o fim da liberdade como a conhecemos.
7. Pelo menos 9 raças de seres alienígenas veem os humanos como fonte de alimento. Nem todos são canibais. Em vez disso eles usam secreções das glândulas de humanos e animais para as misturas de vitaminas em seus alimentos e algumas raças alienígenas podem se drogar com a adrenalina.
8. Dezesseis dias antes de fazer a apresentação o Sr. Schneider foi baleado no ombro por um agente do FBI que queria matá-lo. O Sr. Schneider atirou e matou o agente em legítima defesa. Além disso, ele relatou o incidente ao FBI que o dispensou e todo o incidente. Ele afirma que 11 tentativas anteriores foram feitas contra sua vida desde que ele começou a falar. Ele também afirma que agentes do DIA tentaram sequestrar sua filha, mas não tiveram sucesso devido às ações heroicas de sua ex-mulher.
Aqui no vídeo abaixo está Phil Schneider explicando suas experiências em uma de suas últimas palestras antes de ser assassinado.
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Bruce Bradley captura algo sendo testado na Área 51 em 5 de Fevereiro de 2021!
Iémen irá enfrentar a pior fome já vista nas últimas décadas !
Mark Lowcock referiu que os países do Golfo, especialmente a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, que contribuíram em 2018 e 2019, reduziram drasticamente os seus apoios no ano passado.
Esta situação forçou as agências internacionais a reduzir a distribuição de alimentos e outras ajudas humanitárias. Em 2019 os apoios rondavam os 14 milhões de dólares todos os meses, mas em 2020 apenas se registaram contributos na ordem dos 9 milhões, recorda a Time.
Os 4 milhões de pessoas que não conseguiram receber comida no ano passado “passaram pelo processo longo, lento, brutal, doloroso e agonizante de morrer à fome”, disse Lowcock num entrevista virtual a grupo de jornalistas.
O conflito devastador no país mais pobre do mundo árabe eclodiu em 2014, quando rebeldes Houthi, apoiados pelo Irão, tomaram a capital do Iémen, Sanaa, e grande parte do norte do país. Isto levou uma a coalizão militar árabe apoiada pelos EUA, e liderada pela Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, de modo a intervir numa tentativa de restaurar o governo do presidente do Iémen, Abed Rabu Mansour Hadi.
O conflito matou cerca de 130.000 pessoas e gerou o pior desastre humanitário do mundo. Metade das instalações de saúde foram fechadas ou destruídas e quatro milhões de iemenitas foram expulsos das suas casas. Para piorar a situaçõa, no ano passado surgiu a pandemia de covid-19, várias epidemias de cólera e a desnutrição severa de crianças, que causaram milhares de mortes adicionais.
No entanto, Lowcock realçou que a nova política do presidente dos EUA, Joe Biden, para o Iémen visa terminar a guerra de seis anos e interromper o apoio à coalizão.
O responsável das Nações Unidas disse que agora cabe às partes beligerantes do Iémen aproveitar a oportunidade construir um governo que represente “todos” e atenda às necessidades das pessoas, incluindo a reconstrução da economia e a restauração dos meios de subsistência de milhões de pessoas. Se isso acontecer, o governo poderá receber apoio internacional.
Para manter a situação no país “estável”, Lowcock sublinha que o país necessita de apoios na ordem dos 3,85 mil milhões de dólares.
“Cada dólar conta”
Neste sentido, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu hoje aos doadores para que financiem “com generosidade” a ajuda humanitária ao Iémen, “a fim de evitar que a fome engula” um país que já devastado pela guerra.
“Cada dólar conta”, garantiu numa conferência virtual co-organizada pela Suécia e pela Suíça. “A fome está a acabar com o Iémen. Temos de correr se queremos evitar que a fome e a inanição roubem milhões de vidas”, alertou Guterres na conferência.
Apesar do apelo, é improvável que a resposta dos doadores atinja os objetivos da ONU, visto que a pandemia de covid-19 e as suas consequências devastadoras atingiram as economias de todo o mundo.
O secretário-geral do Conselho de Refugiados da Noruega, Jan Egeland, que está a realizar uma visita de uma semana ao Iémen, alertou também que os grupos de ajuda estão “catastroficamente” subfinanciados e sobrecarregados.
“É ultrajante que as organizações de ajuda tenham de implorar e raspar o fundo da panela para fornecer um mínimo de comida para ajudar a manter os iemenitas vivos, quando os países que fazem a guerra e causam tanto sofrimento ainda estão dispostos a muito mais na luta”, considerou.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, liderou a delegação do país na conferência, organizada numa altura em que a administração Biden tem reunido esforços para pôr fim ao conflito.
Países ricos, como os Estados Unidos, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, reduziram drasticamente a ajuda ao Iémen no ano passado devido às exigências da pandemia, a alegações de corrupção e também ao receio de que a ajuda possa não estar a chegar aos destinatários pretendidos nos territórios controlados pelos rebeldes.
A chefe do Governo da Noruega, Ine Eriksen Soereide, afirmou que seu país vai canalizar 200 milhões de coroas suecas (cerca de 19 milhões de euros), acrescentando estar “profundamente preocupada” com a situação.
https://zap.aeiou.pt/iemen-enfrentar-pior-fome-guterres-384355




















