quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Asteroide de 130 metros pode atingir a Terra

Descoberto no ano passado, o asteroide pode chegar ao nosso planeta em 28 anos e está assustando cientistas.


No ano passado, astrônomos descobriram que o asteroide 2011 AG5 estava com a rota traçada em direção à Terra. Existem pequenas chances (mas existem) de ele atingir o nosso planeta em fevereiro de 2040, mas ainda não se sabe exatamente em que local ele cairia. Dizem que as chances são remotas, mas segundo o ABC News, o problema é que os cientistas só observaram metade da rota até agora – o que amplia a margem de erro dos cálculos.

De acordo com o programa de identificação de objetos próximos à Terra, da NASA, as chances de ocorrer o impacto são de 1 em 625. O asteroide, que possui 137 metros, poderá ser observado com maior clareza no ano que vem, e também em 2016. Somente com essas observações é que serão realizados cálculos mais precisos sobre as chances de um desastre.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/astronomia/20009-asteroide-de-130-metros-pode-atingir-a-terra-em-2040.htm

Raios ascendentes são registrados pela primeira vez no Brasil

Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, conseguiram registrar pela primeira vez no Brasil um tipo bastante raro de relâmpago, que parte da superfície em direção às nuvens. O evento é bastante difícil de ser observado e poucos países têm imagens semelhantes.

O registro foi feito com ajuda de câmeras especiais de alta velocidade, capazes de gravar imagens a 4 mil frames por segundo. Nessa velocidade, eventos ultrarrápidos como raios ou explosões podem ser observados com grande riqueza de detalhes, permitindo aos pesquisadores acompanhar toda a dinâmica envolvida no processo.

Durante uma das sessões de observação quatro raios desse tipo foram detectados partindo de uma das torres localizadas sobre o Pico do Jaraguá, na cidade de São Paulo. Os quatro eventos ocorreram em apenas 20 minutos, o que chamou a atenção dos cientistas por ser considerado um número muito alto para um intervalo de tempo tão pequeno.

Para se ter uma noção comparativa, o topo do Empire State Building, o edifício mais alto de Nova York, se localiza a 440 metros de altura. Ali, ocorrem em média 26 raios ascendentes por ano.

Tipo Raro

Cerca de 99% dos raios é do tipo nuvem-solo, ou seja, raios que se originam nas nuvens e chegam ao chão. Apenas 1% dos raios é ascendente, que parte de algo na superfície. Esses percentuais apenas se alteram em locais específicos, como construções muito altas, onde o número de raios ascendentes pode superar os raios nuvem-solo.

Segundo o pesquisador Marcelo Saba, ligado ao Grupo de Eletricidade Atmosférica, ELAT, e um dos autores do estudo, os raios ascendentes são em geral artificiais, no sentido de responder às alterações ambientais produzidas pela atividade humana. Eles se originam devido a construções elevadas, como torres de telecomunicação ou para-raios de edifícios altos.

Os pesquisadores afirmam que o estudo desse tipo de raio poderá ajudar a estimar qual a frequência e quais as condições necessárias para que ocorra. A pesquisa também poderá aprimorar os sistemas de detecção de descargas atmosféricas que monitoram a incidência de raios no Brasil.

Em alguns países, como o Japão, os raios ascendentes têm trazido grandes prejuízos quando atingem turbinas de geração eólica. Como esse tipo de geração de energia tem grandes chances de expansão no Brasil, torna-se relevante intensificar os estudos uma vez que nosso país apresenta a maior incidência de raios do mundo.

Poucos países possuem imagens deste fenômeno, entre eles os Estados Unidos, o Canadá, o Japão e a Áustria. Ainda assim, há pouco conhecimento sobre a física e as características dos raios ascendentes, o que torna este registro ainda mais importante para as pesquisas.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Raios_ascendentes_sao_registrados_pela_primeira_vez_no_Brasil&posic=dat_20120229-103942.inc

Israel não avisará EUA antes de ataque ao Irã

Autoridades israelenses dizem que não vai avisar os EUA se decidir lançar um ataque preventivo contra as instalações nucleares iranianas, segundo um oficial de inteligência dos EUA familiarizada com as discussões. O pronunciamento, feito em uma série de particulares, de nível superior conversas, dá um tom tenso antes das reuniões nos próximos dias na Casa Branca e do Capitólio.

Autoridades israelenses disseram que, se eventualmente decidir uma greve é necessário, eles iriam manter os americanos no escuro para diminuir a probabilidade de que os EUA iriam ser responsabilizada por não ter impedido o ataque em potencial de Israel. Os EUA tem vindo a trabalhar com os israelenses durante meses para convencê-los de que um ataque seria apenas um revés temporário para o programa nuclear iraniano.


O Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu eo ministro da Defesa Ehud Barak entregou a mensagem a uma série de visitas de alto nível dos EUA para o país, incluindo o presidente do Joint Chiefs of Staff, a Casa Branca, conselheiro de segurança nacional e do diretor de inteligência nacional, e Os legisladores norte-americanos de topo, todos tentamção para fechar a lacuna de confiança entre Israel e os EUA sobre como lidar com as ambições nucleares iranianas.

Netanyahu entregou a mesma mensagem para todos os americanos que viajaram a Israel para conversas, o funcionário dos EUA disse. O funcionário falou sob condição de anonimato para discutir sensíveis negociações estratégicas.

A Casa Branca não respondeu aos pedidos de comentário, eo Pentágono eo Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional se recusou a comentar, assim como a Embaixada de Israel.Irã afirma que seu programa nuclear é para fins pacíficos, mas a Agência Internacional de Energia Atômica levantou alarmes que seu programa de enriquecimento de urânio pode ser um precursor para a construção de armas nucleares.

Os EUA disse que não sabe se o governo decidiu armar o seu material nuclear e colocá-la em um míssil ou um dispositivo de entrega aos outros. O aviso segredo é provável que se preocupar autoridades norte-americanas e começar as reuniões de alto nível com Israel e os EUA distantes sobre como lidar com o Irã.

Fonte: http://arquivo21.com/israel%20nao%20avirsara%20a%20eua.html

Possibilidades de impacto do Asteróide 2012 DA14 em 15 de Fevereiro de 2013 com a Terra

Uma nota no site hainanwel.com informa que há poucos dias especialistas da NASA anunciaram que o Asteróide 2012 DA14 passará à uma distância muito próxima da Terra, 27.000 quilômetros.

Este asteróide teria aproximadamente 100 metros de diâmetro, e caso atingisse a Terra, poderia liberar a energia equivalente à de uma bomba de hidrogênio.

Em novembro de 2011 o Asteróide 2005 YU55 passou ‘raspando’ pela Terra à uma distância de 325.000 quilômetros, ou seja, mais de 10 vezes a distância que o Asteróide DA14 passará em fevereiro do ano que vem, fazendo com que alguns cientistas não descartem a possibilidade de colisão com a Terra, pois 27.ooo quilômetros de distância pode estar dentro da margem de erro dos cálculos astronômicos… pelo menos é isso que o site de origem da nota alega.

Veja a tabela de cálculos de distâncias orbitais publicada pela NASA abaixo:


OVNI sobre Uberlândia MG

Weslem Andrade, capturou um objeto anômalo à grande altitude sobre a cidade de Uberlândia, estado de Minas Gerais – Brasil.

Escreveu em seu artigo:

“No último dia 18 filmei um OVNI sobre Uberlândia MG, durante o dia. O OVNI pode ser apenas um balão, pois não fez nenhum movimento que parecesse controlado por inteligência. Ele estava muito alto e tive a impressão que adentrou nuvens. Logo que perdi o objeto de vista, surgiram 3 aviões liberando o possível chemtrails, ou seria apena contrails?"

Fonte: http://ovnihoje.com/2012/02/ovni-sobre-uberlandia-mg/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Um asteróide de grande dimensão passará junto da Terra em fevereiro de 2013


Um asteróide com diâmetro de 40 a 90 metros poderá passar junto da Terra em fevereiro do próximo ano. Trata-se do corpo celeste denominado de 2012 D-A14, descoberto a 23 de fevereiro pelos astrônomos do observatório La Sagra, na província espanhola de Granada .

O exame da trajetória do voo indica que o asteróide seguirá o seu caminho à distância de 27 mil km da Terra, no dia 15 de fevereiro de 2013, pelas 23h25, hora de Moscou, ou seja, passará abaixo da órbita que se utiliza por satélites geo-estacionários. No entanto, cientistas afastam hipótese de eventual colisão do asteróide com a superfície terrestre.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_02_27/67017944/

Cientistas temem que extinção das sardinhas no Pacífico esteja próxima

Queda da população dos peixes é drástica na costa da América do Norte.
Estudo sobre a redução foi divulgado na publicação científica 'PNAS'.

As sardinhas que vivem nas águas do Oceano Pacífico próximas à América do Norte correm grande risco de extinção, alertam cientistas em artigo na revista da Academia Americana de Ciências (PNAS).

Os pesquisadores não sabem explicar o que causou a redução drástica na população dos peixes na região, mas sugerem que condições climaticas desfavoráveis e práticas pesqueiras podem ter provocado a queda.

A recuperação da população de sardinhas vai depender de um clima ameno, que favorece o desenvolvimento desses peixes, da ausência de competição com outras espécies marinhas como as cavalas, e da adoção de estratégias de pesca diferentes no local.

Os especialistas temem que o colapso das sardinhas nas águas do norte do Pacífico tenha ligação com o desaparecimento dos peixes das costas japonesa e chilena. Desde 2006, os cientistas notam uma redução na biomassa das sardinhas no oceano.

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/02/cientistas-temem-que-extincao-das-sardinhas-no-pacifico-esta-proxima.html

Japoneses divulgam análise de grãos colhidos no asteroide Itokawa


Cientistas japoneses analisaram cinco grãos de poeira coletados no asteroide Itokawa durante uma missão da agência espacial japonesa (Jaxa) que retornou à Terra em junho de 2010. O grupo encontrou indícios do impacto de partículas minúsculas, que deixaram marcas na superfície dos grãos.

Os pesquisadores verificaram o tamanho, o formato, a mineralogia e a geoquímica dos cinco grãos. Um dos objetivos era saber como um ambiente de baixa gravidade afeta a superfície dos asteroides que habitam o Sistema Solar.

A análise revelou que o asteroide sofreu inúmeros bombardeios de partículas com, no máximo, 1 micrômetro de tamanho -- um metro dividido em um milhão de partes. O impacto gerou crateras minúsculas e a aderência de partículas à superfície dos grãos. Ao todo, os pesquisadores estudaram 914 dessas irregularidades no material coletado no asteroide.

A missão japonesa Hayabusa, que estudou de perto o asteroide Itokawa durante 24 meses, retornou à Terra em junho de 2010, após passar sete anos no espaço.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/japoneses-divulgam-analise-de-graos-colhidos-no-asteroide-itokawa.html

Segredos de majestosa nebulosa...


A imagem mais detalhada até agora da conhecida nebulosa Carina foi tirada por um telescópio europeu, revelando características incríveis.

A paisagem cósmica de gás, poeira e estrelas jovens da nebulosa está localizada a 7.500 anos-luz da Terra.

A dinâmica de formação de estrelas da nebulosa dá aos astrônomos um importante campo para o estudo do desenvolvimento das estrelas massivas.

A nebulosa Carina foi a peça central de muitas fotos incríveis do espaço no passado, mas a maioria delas foi tirada com alcances muito pequenos do espectro de luz.

Dessa vez, ao usar capacidades infravermelhas do telescópio, a equipe conseguiu revelar alguns dos segredos da nebulosa.

Essa nebulosa contém algumas das mais brilhantes e massivas estrelas. Uma dessas gigantes é a Eta Carinae, que além de misteriosa, é muito instável. Ela era a segunda estrela mais brilhante no céu por muitos anos, no século 19, e os astrônomos acreditam que ela irá se destruir em uma violenta supernova em um curto período de tempo.

O grupo de estrelas brilhantes no centro da figura é um agrupamento chamado de Trumpler 14. Nos últimos milhões de anos, essa região do espaço formou muitas estrelas individuais e agrupamentos.

O Trumpler 14 pode ser facilmente visualizado em imagens comuns, mas nessa, com infravermelho, muitas estrelas mais fracas podem ser detectadas. No lado esquerdo da imagem, uma pequena concentração de estrelas amarelas pode ser vista. Esse grupo, que não pode ser visto sem infravermelho, foi encontrado agora pela primeira vez.

O novo panorama da Carina foi montado com centenas de imagens individuais, criando um intrigante mosaico da nebulosa. Aproveite! [Space]

Fonte: http://hypescience.com/segredos-de-majestosa-nebulosa-sao-revelados-em-nova-foto/

Nova descoberta abre caminhos para o bóson de Higgs


Os físicos do Fermilab, em Chicago, melhoraram a medição de uma partícula subatômica chamada bóson W. Seu resultado não vai apenas ajudar os físicos a compreender melhor as partículas exóticas, mas também restringirá o leque de energias possíveis do impressionante bóson de Higgs, apelidado de “partícula de Deus”.
Para obter o novo e melhorado valor da massa do bóson W, físicos analisaram dados de centenas de trilhões de colisões de partículas no interior do Tevatron, um acelerador de partículas do Fermilab. O Tevatron já não joga ping-pong com partículas – encerrou seus trabalhos no ano passado -, mas este tesouro de dados foi recolhido nos quatro anos antes de sua aposentadoria.

O bóson W tem uma energia (também equivalente à massa) de 80.387 bilhões de elétron-volts ou giga-elétron-volts (GeV), mais ou menos 19 milhões de elétron-volts. Com objetivos de comparação, um próton tem uma massa de cerca de 0,938 GeV. O novo nível de segurança reduz os limites superiores da massa do Higgs de 161 GeV para 145 GeV.

O porta-voz Rob Roser explicou como sua equipe traduziu as colisões de partículas em números concretos.

“No nosso mundo, prótons e antiprótons colidem, o que significa que estamos colidindo três quarks dentro dos prótons com três anti-quarks [dentro dos antiprótons], e, às vezes, isso cria um bóson W”, diz Roser. Quarks são os blocos de prótons e anti-quarks são seus equivalentes de antimatéria.

No entanto, quando os três quarks se chocam com os três anti-quarks, apenas duas das partículas – as da frente, por assim dizer – batem juntas, e por isso os cientistas não sabem inteiramente como a energia foi distribuída na colisão. Para contornar este problema, Roser diz que ele e seus colegas analisaram, em média, os resultados de trilhões bombordeios de prótons e antiprótons, e escolheram os melhores eventos de produção bóson W. Eles, então, compararam esses eventos com um modelo de simulador para computador do que a massa W poderia ser. “Então, vemos qual combina melhor”.

Roser diz que a massa do bóson W é um número importante no modelo padrão – o corpo de leis que descreve a dinâmica entre as partículas subatômicas. “Ele é usado em todos os lugares em termos de cálculos”, aponta Roser. Quando os físicos tentam compreender a natureza da supersimetria, provar a existência de uma partícula chamada bóson Z, ou calcular interações entre partículas, a Comissão apela à massa de W.

A supersimetria sugere que, em adição a todas as partículas conhecidas, as partículas de parceiros supersimétricos existem. Chamado “sparticles”, estes diferem de seus parceiros “normais” por meia unidade de spin, uma das características fundamentais das partículas elementares.

Também conhecida como a “partícula de Deus”, o bóson de Higgs deve gerar um campo que permeia o espaço e impregna toda a matéria no universo com a massa. Os físicos possuem uma pista quente sobre ele no Laboratório CERN, na Suíça, mas a partícula ainda não foi positivamente identificada. [LiveScience]

Fonte: http://hypescience.com/nova-descoberta-abre-caminhos-para-o-boson-de-higgs/

Misteriosas explosões na Sibéria - Alerta ponto de rápida inversão dos Polos

Um relatório inquietante preparado por Viktor Seleznyov, diretor do Instituto Geofísico no ramo siberiana da Academia Russa de Ciências (SB RAS), sobre o terramoto de magnitude 6,8 que atingiu a República Tyva no leste da Rússia, Sibéria hoje cedo adverte que a atividade mais sísmica deve de se esperar nas próximas semanas e que este evento é parte de um corpo crescente de evidências que apontam para uma "rápida" mudança em nossa pólos magnéticos da Terra.

O Diretor Seleznyov, e outros cientistas SB RAS, têm sido cada vez mais preocupado com a quinzena passada sobre a região após o 09 de fevereiro e 12 de Fevereiro "explosões misteriosas" na região de Kemerovo lembra do 30 de junho evento de Tunguska 1908 que continua a ser a maior explosão de sua tipo nos tempos modernos que há mais de um século ainda não foi totalmente explicado.

O "vínculo comum" entre essas explosões misteriosas e crescentes eventos sísmicos na Sibéria, este relatório diz, é devido à mudança rápida do Pólo nossa Terra Norte magnético que dobrou nos últimos 50 anos, e na década de 1990 "pegou velocidade na um grande caminho ", trancando norte-noroeste no Oceano Ártico em mais de 55 quilômetros por ano.
Para o efeito mais imediato sobre a nossa Terra, devido a esta "anomalia pólo magnético," este relatório continua, tem sido a "perturbação estranha" da corrente de jato sobre o Hemisfério Norte que no lado norte-americano produziu o inverno mais seco e mais quente registrada na história, mas do lado europeu causou recorde de frio e neve que já custou mais de 650 vidas.


Embora as notas Diretor Seleznyov neste relatório que a evidência para uma "escala total" inversão geomagnética das posições do sul ao norte magnético e magnético ainda estão sendo debatidas, a nossa Terra é, "sem dúvida", actualmente a atravessar uma geomagnético Laschamp-Type " evento ", conhecida como uma excursão geomagnética.

A excursão geomagnética, como uma inversão geomagnética, é uma mudança significativa no campo magnético da Terra. Ao contrário de reversões no entanto, uma excursão não altera permanentemente a orientação em larga escala do campo, mas representa uma diminuição dramática, normalmente de curta duração na intensidade do campo, com uma variação na orientação pólo de até 45 graus em relação à posição anterior.

O Laschamp Geomagnetic "Evento", observou neste relatório é interessante em vários níveis, devido à sua tendo ocorrido entre 7,000-17,000 anos caindo dentro do prazo de trabalho:. 1) O congelamento do flash da Sibéria onde ainda hoje mamutes ainda são descoberto em bom estado perto, e 2). A 11 de agosto 3114 aC data de início do calendário maia prevê que, aparentemente, o ano de 2012 será, de fato, experimentar um outro tal evento cataclísmico.

Importante notar é que no nosso 07 de janeiro de 2011 relatório "Shift Pólo Responsabilizado For Disaster Aérea Russa, o encerramento do EUA aeroporto" que havia declarado as preocupações crescentes da Rússia, UE e autoridades norte-americanas devido ao rápido deslocamento dos pólos magnéticos da nossa terra que tinham levou o Kremlin a pedir um adicional de 5.000 abrigos de sobrevivência construídas em Moscou sozinho, e os europeus a construir o que é chamado de "Seed Vault Doomsday".

O mais curioso notar em todos esses eventos, especialmente depois de 2011 experimentado um custo recorde de 265.000 milhões dólares americanos em desastres naturais (um recorde estabelecido no ano anterior, de 2010, que custou 218.000 milhões dólares), são de que as nações ocidentais, principalmente Estados Unidos Estados, continua a convencer suas populações em complacência em relação aos eventos que ocorrem agora sem precedentes, e mostrando toda a probabilidade a piorar.

Para como funcionários dos EUA são abomináveis ​​aos seus cidadãos que se preparam para desastres naturais ou emergências outro tipo, os seus órgãos de propaganda de mídia no mês passado lançou uma série de reportagens, artigos de revistas e programas de televisão retratando essas pessoas como "Preppers Doomsday" que são doentes mentais , na melhor das hipóteses, ou demente, na pior das hipóteses.

Esta representação por os EUA de pessoas que se preparam para o pior dos tempos como "malucos" está em nítido contraste com a totalidade da civilização humana, onde era uma prática valorizada para estocar comida e suprimentos em preparação para qualquer eventualidade. E para a "eventualidade" deve-se, de fato, preparar, conforme observado no relatório do Diretor Seleznyov, está o crescente caos global que poderia muito bem acontecer deve suas previsões se confirmarem.

Para a validade das previsões Diretor Seleznyov, deve vêm terrivelmente verdadeiro este ano, não será preciso ir mais longe do que as conversas mantidas entre duas letras discutíveis das maiores mentes do século 20, Albert Einstein (1879-1955) o teórico alemão-nascido físico que desenvolveu a teoria da relatividade geral, e Immanuel Velikovsky (1895-1975) o russo-nascido estudioso americano independente de origens judaicas.

Onde de um lado Einstein representaram a comunidade científica moderna sobre a possibilidade de "súbita" mudanças na Terra, Velikovsky deu voz à de todos os povos antigos que já viveu na Terra, que afirmou que testemunharam esses "súbita" mudanças na Terra em primeira mão, com a "batalha" entre eles descansando sobre o que ia ser o "resultado final" e, talvez, o melhor articulado por Einstein em sua 22 de maio de 1954 carta para Velikovsky que, em parte, disse:

"A prova de" súbita "mudança é bastante convincente e meritório. Se você tivesse feito nada além de reunir e apresentar de forma clara essa massa de provas, você já teria um mérito considerável. "

Embora Einstein morreu antes que ele e Velikovsky foram capazes de completar o seu "debate", suposições críticas feitas por Einstein em apoio a sua posição foram posteriormente provou ser falso, e como Velikovsky completamente documentado em seu manuscrito "Antes As quebras dia".

Para nós que vivemos hoje, e como detalhado no relatório do Diretor Seleznyov, de quem acreditar ... Einstein ou Velikovsky ... vai determinar os bilhões destino ... e se os antigos estão a ser acreditado, o "fim" virá muito, muito mais cedo do que tarde.

Fonte: http://arquivo21.com/Cientista%20alerta%20para%20rapida%20inversao%20dos%20Polos%20Magneticos%20da%20Terra.html

EUA injetou secretamente plutônio em cidadãos sem que eles soubessem




Os horrores da era nuclear, em termos de reatores e explosões, já são bem conhecidos por todos nós. Por trás da ameaça bem divulgada de morte em massa, encontra-se uma história secreta de projetos nucleares sendo usadas para destruir pessoas.

No final de 1940, cidadãos americanos foram usados como ‘cobaias’ sem que elas soubessem, na qual o governo teria mandado injetar plutônio nas pessoas. No início de 1945, Ebb Cade, um trabalhador do Centro Nuclear de Oak Ridge, se envolveu em um grave acidente de carro. Ele sobreviveu, mas foi obrigado a ficar de repouso com um braço e uma perna quebrada. Quando os médicos o analisaram, verificaram que se tratava de um homem de 53 anos, afro-americano, perfeitamente saudável, que conseguia comer e beber normalmente e não tinha nenhum histórico de doença grave. No dia 10 de Abril do mesmo ano, os médicos teriam injetado 4,7 microgramas de plutônio em sua veia. Os relatos não informam quem teria dado a ordem e qual o motivo específico para que Ebb Cade fosse escolhido. Neste ponto alguns dados soam como contraditórios.

Embora o Rádio (elemento radioativo) estivesse sendo elogiado na época por empresas inescrupulosas como algo bom, como um tônico para a saúde, muitas pessoas já tinham desenvolvido câncer e os médicos sabiam que a radiação não era nada saudável. Desde o início do projeto Manhattan, testes foram feitos para ver como o isótopo do Plutônio afetaria os seres vivos. Animais foram alimentados e levaram injeções com o mesmo elemento radioativo, sendo observados posteriormente para constatação de efeitos maléficos.


Nos próximos 5 dias após a injeção, os médicos recolhiam absolutamente qualquer excreção do corpo de Ebb Cade para ver quanto de Plutônio existia em seu corpo. Outros testes eram mais invasivos. Seus ossos não foram colocados no lugar até o dia 15 de abril, tendo várias amostras retiradas de seu osso para detectar quanto de material radioativo teria aderido ao tecido ósseo. Ebb teve 15 de seus dentes arrancados, com o mesmo objetivo.

Ebb Cade nunca foi informado sobre a razão pela qual estava passando por tantos “exames”. De acordo com um relato, em uma manhã, uma enfermeira abriu a porta para encontrar Ebb, mas ele havia fugido durante a noite. Ele morreu em 1953, de insuficiência cardíaca. Este homem foi a primeira pessoa na história a ter Plutônio injetado em seu corpo nos Estados Unidos, mas não o último.

As próximas 3 cobaias eram pacientes que sofriam de câncer, que teriam dado entrada em Billings Hospital em Chicago, para começar o tratamento. Em abril a dezembro, um homem com 60 anos que sofria de câncer de pulmão e uma mulher com câncer de mama e fortes dores por um linfoma de Hodgkin, tiveram Plutônio injetados em seus corpos. Existiu um terceiro paciente, mas os relatórios não falam muito sobre ele. Em vários documentos oficiais que vazaram, não existem muitos detalhes sobre a experiência feita com ele, nem ao menos sobre quando teria morrido. Apenas existem registros de que os médicos teriam injetado 95 microgramas de Plutônio, uma dose 15 vezes mais alta do que já havia sido injetada em alguém.

Alguns relatos mostram que a Universidade de Rochester também iniciou experiências com injeções de Plutônio e Urânio. O diretor do programa, escreveu que quase todos os pacientes apresentavam diagnósticos que significava que eles não eram susceptíveis a viverem mais do que 5 anos. Embora seja verdade que muitos dos pacientes usados como cobaias tivessem a saúde bastante debilidade, a grande maioria viveu além dos 10 anos após as experiências. Quando as investigações comeram sobre este caso absurdo, em 1974, ainda existiam 3 pacientes vivos.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia também participaram desses experimentos. Em maio de 1945, Albert Stevens deu entrada para tratar um câncer de estômago. Ele recebeu injeções de Plutônio e logo após o início das experiências, os médicos perceberam que não existia câncer algum, apenas uma úlcera. Quando Stevens pensou em se afastar da universidade por achar que algo estranho estava ocorrendo, a instituição ofereceu uma bolsa para que permanecesse na área, de modo que o laboratório pudesse continuar testar o material radioativo em seu corpo, mas nunca o informaram sobre que tipo de injeção ele tomava.

Em abril de 1946, Simeão Shaw, um menino de apenas 4 anos que sofria de câncer nos ossos, foi a nova cobaia a ser usada. Seus pais, que lhe haviam trazido da Austrália para o tratamento nos Estados Unidos, foram informados de que a injeção, e posterior remoção de tecido ósseo faziam parte do tratamento contra o câncer. Quando ele ficou com a saúde ainda mais debilitada, seus pais o levaram novamente a Austrália, onde logo em seguida morreu. Seus pais só souberam que seu filho havia sido vítima de experiências não autorizadas 30 anos depois.

Em dezembro de 1946, o Projeto Manhattan ordenou a suspensão da injeção em seres humanos com materiais radioativos. Neste momento a Comissão de Energia Atômica assumiu o erro. Em abril de 1947, possivelmente em resposta aos julgamentos de Nuremberg sobre as experiências, os responsáveis pelo projeto assumiram que orientavam os executores a dizerem que as injeções era uma “nova substância” que poderia inibir o crescimento do câncer, mesmo assim os ensaios continuram. Um homem de 36 anos chamado Elmer Allen recebeu uma injeção em sua perna esquerda, sendo amputada poucos dias depois.

Embora oficialmente as injeções tenham sido proibidas de serem administradas no final de 1947, várias outras foram aplicadas em 1950, incluindo remoção de tecido ósseo, coleta de excrementos e fluidos. Alguns dos 18 pacientes que receberam a injeção radioativa morreram e tiveram seus corpos exumados para realizar novos testes. O relato dado às famílias foi de que as injeções eram misturas de isótopos para fins puramente médicos. Na verdade, uma investigação séria e concisa só foi realizada por volta do ano de 1970. Os pacientes que ainda estavam vivos foram informados, as famílias dos falecidos foram acionadas e interrogas.

Apenas um paciente sobreviveu sem saber o que havia acontecido. Os médicos concluíram que ele estava em um estado emocional muito frágil para ser informado sobre o que de fato continha nas injeções. O último sobrevivente dos experimentos com Plutônio foi justamente o senhor Elmer Allen, o homem cuja perna foi amputada. Quando os médicos olharam para seu estado na época, julgavam que ele encontrava-se em bom estado de saúde, informando que, aos 36 anos na época, teria no máximo mais 10 anos de vida. Elmer Allen morreu em 1991, apesar de todo o horror ao qual foi submetido, de forma completamente velada.

O relatório original e completo com 233 páginas pode ser conferidoclicando aqui!
 

OVNI é filmado por funcionário público nos céus de Belém, PA – Brasil

De acordo com o porta G1, Raimundo Ribeiro, um funcionário público de 56 anos, filmou um OVNI nos céus de Belém quando voltava de navio para a capital do Pará após passar o carnaval na Ilha de Marajó.

O avistamento ocorreu na quarta-feira (22/2). Este foi o mesmo dia em que uma esfera metálica caiu no Maranhão (publicadoaqui no OVNI Hoje). Mesmo assim, não há confirmação de que o objeto do vídeo filmado no Pará seja o mesmo que caiu no estado do Maranhão.

Segundo o Center For Orbital and Reentry Debris Studies, que é o centro especializado em lixo espacial, havia previsão de que fragmentos do foguete Ariane 4 readentrassem a atmosfera terrestre no dia 22 de fevereiro às 5h22 (horário de Brasília de verão).

Fonte: http://ovnihoje.com/2012/02/ovni-e-filmado-por-funcionario-publico-nos-ceus-de-belem-pa-brasil/

Novo estudo sugere que a galáxia está infestada com “planetas nômades”

Pesquisadores do Instituto Kavli para Cosmologia e Astrofísica de Partículas (Kavli Institute for Particle Astrophysics and Cosmology – KIPAC) sugerem em um novo estudo que nossa galáxia pode estar infestada com “planetas nômades”, vagando através do espaço, ao invés de orbitar ao redor de estrelas.

De fato, dizem os pesquisadores, devem haver 100.000 vezes mais desses planetas na Via Láctea (nossa galáxia) do que estrelas. E se as observações confirmarem esta estimativa, isto poderia afetar as atuais teorias da formação de planetas, e mudar nossa compreensão da origem e abundância da vida.

“Se qualquer destes planetas nômades forem grandes o suficiente para segurarem uma atmosfera, eles poderiam ter prendido calor suficiente para a existência de vida bacteriana“, disse o líder do estudo, Louis Strigari.

Pelo uso de microlentes gravitacionais, a equipe do KIPAC já descobriu alguns planetas nômades em nossa galáxia. Os astrônomos lançaram a hipótese de que poderia haver duas vezes mais planetas nômades do que estrelas na Via Láctea, mas a equipe de pesquisas acredita que o número deve ser multiplicado por 50.000.

Para chegarem a este número, eles levaram em consideração a puxão gravitacional da Via Láctea, a quantidade de matéria disponível para fazer tais objetos e como essa matéria poderia ser distribuída. Porém, há espaço para erro, pois ainda é grande a incerteza de como os planetas nômades se formam. Alguns provavelmente ejetaram de sistemas solares, mas os pesquisadores indicam que nem todos poderiam ter sido formados dessa forma.

Esperando encontrar a resposta para esta charada, a equipe do KIPAC planeja empregar o Wide-Field Infrared Survey Telescope, com base no espaço e o Large Synoptic Survey Telescope, com base na Terra, ambos os quais estão agendados para entrar em operação no início de 2020.

Se realmente houverem tantos planetas nômades por aí, há uma possibilidade real de que eles poderiam estar espalhando a semente da vida através de suas colisões, dizem os pesquisadores.

“Poucas áreas da ciência tem empolgando tanto o interesse popular e profissional em tempos recentes quanto a prevalência de vida no universo,” diz Roger Blandford, diretor da KIPAC. “É maravilhoso que podemos agora começar a olhar para esta questão de forma quantitativa, procurando mais destes planetas e asteróides que vagam pelo espaço interestelar, e então especular os ‘bichinhos’ que pegam carona“.

Os cientistas apontam que embora os planetas nômades não tenham estrelas para mantê-los quentes, eles podem ser capazes de gerar calor através da deterioração nuclear e da atividade tectônica. Seu documento foi publicado nas notícias mensais da Royal Astronomical Society.

Outros autores do documento incluíram Matteo Barnabè, membro da KIPAC, e do membro afiliado da KIPAC, Philip Marshall da Universidade de Oxford. A NASA, a National Science Foundation e a Royal Astronomical Society deram suporte à pesquisa.

Fonte: http://ovnihoje.com/2012/02/novo-estudo-sugere-que-a-galaxia-esta-infestada-com-planetas-nomades/

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Coreia do Sul e EUA começam manobras militares na Ásia

A Coreia do Sul e os Estados Unidos deram início neste domingo a um de seus maiores exercícios militares anuais em território sul-coreano apesar das ameaças da Coreia do Norte, que declarou que seu povo e seu Exército estão "preparados para uma guerra" contra os dois países.

Cerca de 200 mil soldados sul-coreanos e 2.900 americanos participarão, até 9 de março, de uma série de simulações "de natureza defensiva" chamada "Key Resolve". Os exercícios acontecerão nas bases do Exército dos EUA na Coreia do Sul, informou um porta-voz do Comando das Forças Conjuntas de ambos os países (CFC).

Por meio de sua imprensa estatal, Pyongyang qualificou hoje as manobras dos aliados como "uma violação imperdoável à soberania e à dignidade" da Coreia do Norte, que "está em período de luto" correspondente aos 100 dias posteriores à morte do líder Kim Jong-il.

A agência de notícias oficial da Coreia do Norte (KCNA) acrescentou, em sua habitual retórica belicista, que "o Exército e o povo" norte-coreanos "estão plenamente preparados para lutar em uma guerra" contra a Coreia do Sul e os EUA.

No sábado, o governo da Coreia do Norte havia ameaçado começar uma "guerra santa" devido ao exercício dos aliados, que segundo o regime comunista representa uma "provocação".

Por sua vez, o Comando das Forças Conjuntas insistiu que o "Key Resolve" é um exercício rotineiro que é realizado anualmente nesta época, e não mantém ligação alguma com as atuais circunstâncias internacionais. Além disso, a organização lembrou que observadores de Austrália, Canadá, Dinamarca, Noruega e Grã-Bretanha, membros do Comando da ONU, supervisionarão as manobras.

Também na manhã de hoje (horário local), a agência sul-coreana de notícias Yonhap informou, sem identificar fontes, que a Coreia do Norte desenvolveu plataformas de lançamento para projéteis de longo alcance que permitiriam ao país dobrar sua anterior capacidade de disparo de 60 quilômetros.

Ainda segundo a Yonhap, o país comunista, que está tecnicamente em guerra com o Sul apesar do armistício que interrompeu o conflito em 1953, poderia mostrar em público seus novos dispositivos militares durante uma grande marcha em 15 de abril para comemorar o centenário do nascimento do fundador do regime, Kim Il-sung.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5634380-EI8143,00-Coreia+do+Sul+e+EUA+comecam+manobras+militares+na+Asia.html

A NASA diz que a Lua está a encolher


A NASA recolheu imagens da Lua onde é possível ver pequenos vales que foram formados por atividade geológica “recente” no satélite da Terra e que provam que a Lua está a fazer movimentos de contração e a diminuir de tamanho.

As imagens foram recolhidas pelo LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter), da Nasa. Nelas, os astrónomos identificaram pequenos vales que foram criados por movimentos de contração da crosta da Lua.

Os astrónomos supõem que esta atividade geológica tenha ocorrido há menos de 50 milhões de anos. Portanto, pouco tempo quando considerada a idade total da Lua, que é de 4,5 mil milhões de anos.

Em agosto de 2010, os cientistas já tinham identificado alguns movimentos de contração da Lua devido ao arrefecimento do seu núcleo. Segundo os dados, desde a sua formação, a distância entre o centro deste satélite e a sua superfície diminuiu cerca de 91 metros, o que equivale ao comprimento de um campo de futebol.

As novas imagens mostram que a Lua não está apenas a encolher. A sua crosta também está a separar-se em algumas regiões. Este movimento acontece ao longo de falhas geológicas conhecidas como fossas tectónicas.

A sonda da Nasa vai tirar mais fotos de alta resolução da superfície da Lua o que vai permitir apurar com mais rigor o grau de tensão em que se encontra a crosta deste satélite.

Esta investigação está a ser realizada por cientistas do Museu Aeroespacial Smithsonian, em Washington, e será publicada em março na Nature Geoscience.

Fonte: http://aeiou.exameinformatica.pt/noticias/ciencia/2012/02/24/a-nasa-diz-que-a-lua-esta-a-encolher

Terremoto em Marte pode indicar possibilidade de vida

De acordo com notícia publicada no site jornalciencia.com, foi detectada uma região onde ocorreu um grande terremoto em Marte, o que sugere a existência de vulcões ativos e até reservatórios de água, os quais poderiam, em tese, sustentar a vida naquele planeta.

Os cientistas observaram a quedas de rochas na superfície de Marte similares as da ocorrência de um tremor de terra ocorrido em 2009 perto de L’Aquila, na Itália.

Nas fotos tiradas pela sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter na NASA, as rochas que medem 18 metros de altura, se movimentaram em um raio de 99 km, ao longo de falhas na fossa Cerberus.

“Isso é consistente com a hipótese de que as pedras tinham sido mobilizadas através de tremores de terra, e que a gravidade da terra tremida diminuiu ao longo do epicentro”, comentou Gerald Roberts, da Universidade de Londres.

Os pesquisadores excluíram a possibilidade de que as rochas teriam sido depositadas pelo gelo derretido, por causa de padrões distintos de terra. Com base na área coberta pelas pedras deslocadas, o Dr. Roberts estima que a magnitude do terremoto tenha sido de 7 graus na escala Richter, a mesma intensidade que atingiu o Haiti em 2010 e matou 300 mil pessoas.

Existe a possibilidade do tremor, que foi apelidado de Marsquake, ter sido alimentado por movimentos de magma. Os ventos marcianos ainda não apagaram as trilhas das pedras, o que faz com que os astrônomos concluam que o evento ocorreu a pouquíssimo tempo.

Anteriormente já havia sido admitido pelos cientistas a possibilidade que abalos sísmicos estarem ocorrendo na superfície de Marte. Se vulcões ativos existirem no planeta vermelho, o calor pode derreter bolsas de gelo subterrâneo, formando reservatórios de água líquida, o que seria algo bastante hospitaleiro para abrigar a vida como conhecemos.

Fonte: http://ovnihoje.com/2012/02/terremoto-em-marte-pode-indicar-possibilidade-de-vida/

Eta Carinae pode se tornar uma supernova


Na virada do século XIX, o sistema estelar Eta Carinae parecia apagado e não chamava a atenção dos astrônomos. Porém, durante as primeiras décadas daquele século, o sistema se tornou cada vez mais brilhante, até que em abril de 1843 ele se tornou o segundo corpo celeste estelar mais brilhante no céu, sendo somente menos brilhante que a estrela Sirius (que está quase mil vezes mais perto da Terra).

Nos anos seguintes, Eta Carinae gradualmente se apagou novamente e no século XX estava totalmente invisível ao olho nu.

Esse sistema estelar tem variado sua luminosidade desde então, apesar de uma vez mais estar visível ao olho nu em uma noite sem luar, ele nunca mais ganhou a intensidade que havia obtido em 1843.

A maior as duas estrelas do sistema Eta Carinae é enorme e instável, estando no final de sua vida.

O evento presenciado pelos astrônomos do século XIX é agora conhecido como sendo causado pelo fato de uma estrela estar próxima de sua morte. Os cientistas chamam isso de ‘eventos de impostores de supernovas’, porque se parecem com uma supernova, porém a estrela não é destruída.

Embora os astrônomos do século XIX não tinham telescópios potentes o suficiente para ver os detalhes do evento de 1843, seus efeitos ainda podem ser estudados hoje. O Telescópio Hubble da NASA recentemente capturou uma imagem das luzes ultra-violeta e visível de Eta Carinae.

A nuvem gigantesca de matéria que foi expelida há um século e meio, conhecida como a Nébula de Homunculus, tem sido um alvo regular para o Hubble desde seu lançamento em 1999. A imagem, tirada com uma câmera de alta resolução é a mais detalhada já obtida, e mostra como o material da estrela não foi ejetado de forma uniforme, mas sim na forma de um haltere.

Eta Carinae não é somente interessante devido ao seu passado, mas também por seu futuro. A estrela contida neste sistema é a mais próxima da Terra que deverá explodir e forma uma supernova em um futuro próximo.

Assim, se um dia desses você estiver olhando para o céu noturno e enxergar um grande clarão, investigue para ver se não se trata da Eta Carinae se tornando uma supernova. Mas lembre-se, ‘futuro próximo’ em termos de universo pode não significar amanhã, mas sim daqui a milhões de anos.

Fonte: http://ovnihoje.com/2012/02/eta-carinae-pode-se-tornar-uma-supernova/

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Tremor de 5,9 atinge a segunda cidade de Taiwan

Um tremor de magnitude 5,9 foi registrado neste doingo em Taiwan, a 57 km da segunda maior cidade da ilha, Kaohsiung e a pouca profundidade, anunciou o USGS, instituto de geofísica dos Estados Unidos, sem informações sobre vítimas.

O terremoto aconteceu a uma profundidade de apenas 4 km, segundo o Instituto. O observatório de Hong Kong registrou uma magnitude de 6 graus e 6,1 pontos foi a estimativa do Centro de Sismologia de Taiwan. Ambos indicaram que ocorreram três tremores no espaço de oito minutos.

A tv local mostrou imagens dos habitantes de Kaohsiung saindo às urnas apavorados com medo de desabasmento, mas até o momento nenhum dano foi reportasdo. Taiwan se encontra na união de duas placas tectônicas e registra tremores com frequência.

Em setembro de 1999, um tremor de magnitude 7,9 matou 2.400 pessoas.

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20120226090714&assunto=18&onde=Curinga

Terremoto de 6,8 graus atinge a Sibéria Oriental

Um terremoto de 6,8 graus de magnitude atingiu neste domingo a Sibéria Oriental junto à fronteira com a Mongólia, sem causar vítimas nem danos materiais, informou a agência oficial russa RIA Novosti. Segundo dados preliminares, o terremoto foi sentido em várias cidades da região de Irkutsk e nas repúblicas de Tuvá e de Khakassia.

O terremoto se sentido com força em Irkutsk, cidade de quase 600 mil habitantes junto ao lago Baical, sem que se informasse de danos. O terremoto também sacudiu a maior central hidroelétrica da Rússia, a Sayano-Shushenskaya, situada na Khakassia, mas não alterou seu funcionamento, comunicou a RusHydro, a operadora da unidade.

Segundo o departamento de Emergência de Khakassia, o epicentro foi localizado a cerca de 110 km ao leste de Kizil, a capital de Tuva.

Este é o segundo grande terremoto que se registra na Sibéria Oriental em dois meses: em 27 de dezembro de ano passado aconteceu um de magnitude 6,7 e seu epicentro foi localizado praticamente no mesmo loca que o do terremoto de hoje.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5633325-EI8143,00-Terremoto+de+graus+atinge+a+Siberia+Oriental.html

Terremoto de 6,1 graus na escala Richter atinge Taiwan

Um terremoto de 6,1 graus de intensidade na escala Richter, seguido por duas réplicas de 4,1 e 4,2 graus, atingiu neste domingo Taiwan, sem que se tenha informado de danos pessoais, assinalou o Serviço Meteorológico Central (SMC) da ilha.

O epicentro do terremoto, ocorrido às 10h35 (horário local, 23h35 de sábado em Brasília), foi localizado no sul da ilha, a 30,4 quilômetros do Distrito de Pingtung e a 20,4 quilômetros de profundidade, acrescentou o serviço meteorológico.

As cidades mais afetadas pelo terremoto foram as de Taitung, Pingtung e Tainan, onde o terremoto registrou 5,0 graus. Na cidade de Kaohsiung, a segunda em importância da ilha, o terremoto registrou 4,0 graus na escala Richter e em Taipé, a capital, 2,0 graus, segundo dados do SMC.

Taiwan fica em uma zona tectônica afetada com frequência por terremotos.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5633259-EI8143,00-Terremoto+de+graus+na+escala+Richter+atinge+Taiwan.html

Quando a água fluiu em Marte: fotos coloridas mostram vales esculpidos pelas enchentes antigas


Essas fotos são versões incrivelmente detalhadas em 3D feitas pela Agência Espacial Europeia da região Vallis Tiu, na superfície do planeta Marte.

A região erodida é um vale no quadrângulo de Oxia Palus. Sua extensão é de 1.720 quilômetros e seu nome vem da palavra “Marte” em inglês antigo (germânico ocidental).

O mosaico da região foi codificado por cores (que indicam as áreas mais e menos elevadas) e destaca a geografia espetacular da área, que teria sido criada por inundações altamente energéticas do rugido da água que um dia existiu em toda a superfície do planeta.

As imagens geradas com dados do sistema de câmera estéreo de alta resolução da nave Mars Express mostram modelos digitais de terreno do que a topografia da superfície poderia ser derivada.

Cores foram atribuídas a diferentes elevações na paisagem. As imagens foram capturadas em 10 órbitas da nave e mostram uma área de aproximadamente 380 quilômetros de comprimento.

A agência disse que fica claro que o Tiu Vallis e as massas de água que fluíram dentro dele escavaram a uma profundidade de 1.500 a 2.000 metros ao norte do planalto marciano. Crateras de impacto individuais no fundo do vale formaram depressões marcantes, que ocorreram em um momento que a água já não corria mais ali – caso contrário, teriam sido preenchidas com sedimentos.[DailyMail]



Fonte: http://hypescience.com/quando-a-agua-fluiu-em-marte-fotos-coloridas-mostram-vales-esculpidos-pelas-enchentes-antigas/

Mistério: cidadãos britânicos enfrentam apagão de eletrônicos

Sistemas de aquecimento, luzes, campainhas e até o alarme dos carros pararam de funcionar em determinada região da Inglaterra, próxima a uma base militar.

Os moradores de Hampshire, condado localizado no sudeste da Inglaterra, passaram por uma situação curiosa: dispositivos que utilizam identificação por radiofrequência (RFID) pararam de funcionar repentinamente.

Chuveiro, campainha, sistema de aquecimento, luzes e até o controle de alarmes de carros foram atingidos pelo misterioso apagão. Cidadãos de mais de uma vila reportaram o mesmo fenômeno. Os aparelhos voltaram a funcionar normalmente no dia 27 de dezembro, também sem causa aparente.

Por causa da peculiaridade do evento, não demorou muito até que teorias conspiracionistas acusassem a base militar de Aldermastom como responsável pelo apagão, já que nela são produzidas as ogivas que integram os mísseis Trident, do exército britânico.

De acordo com o jornal The Daily Mail, um porta-voz da Ofcom, autoridade responsável pela regulamentação das telecomunicações no país, declarou que o problema pode estar sendo causado por equipamentos que distribuem o sinal de televisão para outros equipamentos da casa. Em outubro, um aparelho desses foi o responsável por fazer com que os controles de alarmes de carros parassem de funcionar na cidade de Southampton, no sul da Inglaterra.

No caso de Hampshire, o apagão não poupou nem os equipamentos de pesquisas da Universidade de Manchester, que poderiam ter sido utilizados para investigar o problema. Por enquanto, o mistério continua.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/rfid/17343-misterio-cidadaos-britanicos-enfrentam-apagao-de-eletronicos.htm

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pyongyang ameaça Coreia do Sul com "guerra santa"

Pyongyang ameaçou, este sábado, lançar uma "guerra santa" por causa do início, na próxima semana, das maiores manobras militares anuais realizadas pela Coreia do Sul e Estados Unidos da América, num "desafio descarado contra a paz e a segurança" da Coreia do Norte.

De acordo com um comunicado da agência estatal norte-coreana KCNA, as manobras, que envolvem mais de 210 mil efetivos de ambos os exércitos, constituem, "na sua essência, uma declaração silenciosa de guerra" que o "exército e o povo [norte-coreanos] estão firmemente decididos a combater com uma guerra santa ao nosso próprio estilo".

O primeiro exercício militar, "Key Resolve" tem início na segunda-feira, dia 27, devendo ser concluído a 9 de março, enquanto que o segundo, "Foal Eagle", arranca a 1 de março prolongando-se até ao final de abril, segundo confirmaram esta semana fontes do Comando Conjunto das Forças sul-coreanas e americanas.

A Coreia do Norte já tinha exigido, em anos anteriores, a Seul e a Washington que parassem de realizar estas manobras, tidas como ensaios para uma futura invasão do país por Pyongyang e como exercícios de natureza estritamente defensiva pela Coreia do Sul e pelos Estados Unidos.

"'Key Resolve' e 'Foal Eagle' são imperdoáveis histerias de guerra promovidas pelos vândalos para profanar o nosso período de luto [na sequência da morte, a 17 de dezembro, do líder norte-coreano Kim Jong-il] e constituem uma violação imperdoável da nossa soberania e dignidade", indica um despacho da KCNA, que cita a Comissão Nacional de Defesa da Coreia do Norte

No comunicado, o órgão assegura que Pyongyang tem envidado "todos os esforços possíveis para evitar uma guerra", com "um elevado grau de paciência e magnanimidade", enquanto que Seul e Washington "sonham" que aconteça uma mudança em Pyongyang semelhante às que se verificaram no Egito ou na Líbia, "ignorando quem é o seu rival".

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2326246

Acelerador de partículas é reativado em busca da origem da matéria

Operações do LHC são retomadas após parada técnida de dois meses.
Ano de 2012 será decisivo na busca pelo 'bóson de Higgs'.


O Grande Colisor de Hádrons (LHC), acelerador de partículas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), voltou a ser acionado, após mais de dois meses de parada técnica. Com a reativação, mais de 5 mil cientistas darão início à etapa decisiva na busca do "Bóson de Higgs", uma partícula elementar que explicaria a origem da matéria.

"Os aceleradores estão sendo reativados, mas os primeiros feixes de prótons não serão injetados no LHC até meados de março e as colisões continuarão até o fim deste mês", confirmou nesta sexta-feira (24) o porta-voz do Cern, James Gillies.

A injeção de prótons será feita em um primeiro acelerador menor e mais antigo. Lá as partículas vão adquirir energia e ganhar velocidade para passar a um acelerador maior, tudo antes de chegar com toda potência (mais de 99,9% da velocidade da luz) ao LHC, explicou um dos responsáveis do centro de controle do grande acelerador, Mirko Pojer.

Uma vez que os prótons chegarem ao LHC, a metade deles fará sua trajetória em uma direção e os demais seguirão no sentido oposto para começarem a colidir no fim de março.

Para isso acontecer, os ímãs supracondutores do LHC deverão ser esfriados a uma temperatura de 271 graus Celsius negativos -- a temperatura mais baixa conhecida no Universo é de cerca de 273 graus Celsius negativos.

No total, serão injetados 2,8 mil pacotes de partículas no LHC, com conteúdo de 115 bilhões de prótons cada, que circularão a uma energia de 4 TeV (teraeletronvolts), 0,5 TeV a mais do que estava previsto.

"A energia da colisão dos prótons equivale ao choque de um grande avião na velocidade de aterrissagem, ou seja, cerca de 150 km/h", comparou Pojer.

No entanto, dado o reduzido tamanho dos prótons, a probabilidade de choque é pequena, o que explica a necessidade de injetar no acelerador grandes quantidades de partículas.

Os milhares de físicos que trabalham no Cern esperam que as colisões entre prótons a energias tão elevadas façam surgir novas partículas cuja existência está apenas na teoria.

É o caso do Bóson de Higgs, sobre a qual repousam as bases do modelo padrão da física e que é, por enquanto, a única hipótese disponível sobre uma questão tão fundamental como a origem da matéria.

Os responsáveis pelo Cern garantiram que neste ano terão resultados conclusivos sobre a existência ou não de "Higgs". Os pesquisadores do centro de pesquisas europeu acreditam ter visto sinais da partícula durante as medições e análises de dados realizados durante 2011.

O LHC, um anel de 27 quilômetros de circunferência localizado entre 50 e 150 metros abaixo da terra, conta com quatro detectores.

Desses, dois -- conhecidos como Atlas e CMS -- estão dedicados a buscar novas partículas como a de Higgs ao mesmo tempo, mas de maneira independente.

Nos próximos meses, nenhuma nova descoberta será anunciada até que uma dessas experiências alcance um grau de comprovação quase absoluta ou equivalente a uma possibilidade em 1 milhão que possa ter algum erro, disse o físico Steven Goldfarb, coordenador de divulgação e educação do detector Atlas.

Se isso ocorre, o outro detector servirá para contrastar o resultado e corroborar os dados obtidos. Goldfarb lembrou que entre 1999 e 2000, em uma experiência conhecida como "Aleph", os cientistas pensaram ter encontrado a partícula de Higgs, mas outros três experimentos que eram desenvolvidos paralelamente descartaram a descoberta.

"Isto é como tirar dados. Pode ocorrer que o mesmo número saia seis vezes seguidas e seria emocionante, mas existe uma probabilidade estatística que isto ocorra, e ali mora a armadilha", comentou.

A cientista espanhola Silva Goy, que trabalha no detector CMS, tem a mesma opinião. Ela disse queo observado até agora pode ser uma "oscilação estatística" e que o desafio é chegar a um nível de probabilidade que permita eliminar esse risco.

Com o valor de energia que será utilizada neste ano, o volume de dados obtidos chegará aos "15 femtobarn inverso (Fv-1)", considerada suficiente para alcançar um resultado final.

Espera-se que até a próxima grande conferência de física, no início de julho na Austrália, os cientistas do Cern já tenham reunido mais dados do que em todo o ano de 2011 sobre o experimento para apresentá-los à comunidade científica.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/acelerador-de-particulas-e-reativado-em-busca-da-origem-da-materia.html

Cientístas Russos começam a vincular a atividade Sísmica com a atividade Solar e os Ciclos Cósmicos


As novas tendências de investigação na previsão de terremotos, mostram que existe um claro surgimento de ondas “G” procedentes do Sol e do centro da Galáxia (Sagitário A), nos dois dias anteriores à produção de um terremoto.

Recentemente, surgiu a patente de um sistema de “caixas pretas” que permitem a previsão dos terremotos com certa antecedência, demostrando ter sido eficazes em sua utilização durante 2011. A patente consiste na instalação de três dispositivos detectores que gravam as anomalías geomagnéticas próximas às falhas e zonas de maior risco sísmico.

Cada dispositivo detecta um tipo de anomalía derivada dos raios cósmicos, as perturbações ino-magnetosféricas e finalmente o movimento das placas e relaciona os três parâmetros, gravando permanentemente os resultados.

A tecnología da patente permite registrar as anomalías com uma antecedência que vai desde várias horas até os dois dias anteriores à ocorrência dos terremotos.

As previsões de atividade sísmica passan agora necessariamente pela análise conjunta das três variáveis (Atividade Solar e Cósmica procedente do centro da Galáxia + Perturbações Geomagnéticas na Ionosfera e Magnetosfera + Reação Sísmica da crosta terrestre). Na Espanha esta teoría se conhece como a TGTRPT (Teoría Geral das Três em Raia das Placas Tectônicas), porque explica que a interação das três variáveis citadas implicam um incremento na atividade sísmica geral.

A Patente se denomina Atropatena.

Para que os dispositivos de previsão funcionem adequadamente devem ser configurados de forma triangular, conforme descrevem os inventores. De vital importância é a interação entre os raios cósmicos procedentes das tempestades solares e outros eventos estelares próximos, o que resulta de especial interesse na denominada “perturbação de Sagitário”.

Conforme argumentam diferentes Papers e na patente, a maioria dos movimentos sísmico ordinários que podem ser previstos horas antes, são fácilmente detectáveis em função das tempestades solares, mas também descobriram que existe um fator adicional procedente das ondas eletromagnéticas dos eventos próximos a Sagitário A, e nestes casos a atividade sísmica pode ser prevista con 48 horas de antecedência.

O seguinte gráfico mostra o diagrama de perturbações horas antes da produção do sísmo:


Pode se ver como a Estação da Indonésia (Yogyakarta) detectou a anomalía gravitacional provocada pela incidência dos raios cósmicos na magnetosfera quase três dias antes da produção do terremoto. A NASA reconheceu que o terremoto no Japão afetou o equilíbrio geomagnético e produziu uma alteração no eixo da Terra.

Como dizem os inventores da Patente, o prêmio pelo esforço foi possível graças à investigação independente externa à burocracia do atual sistema científico, e graças à existência de equipes de trabalho científico, coordenadas e independentes na Internet, que começaram a formular a teoría de forma compilada e consolidada, dando a luz a antigos Papers de cientistas como A.I.Abdurakhmanov (1976), N.K.Bulin (1982), Y.A.Gadjiyev (1985), N.I.Guschenko (1985), Sh.F.Mekhtiyev, E.N.Khalilov (1984, 1985), S.V. Tzirel (2002). Thus, A.I.Abdurakhmanov, P.P.Firstov and V.A.Shirokov (1976) .

A compilação e formulação consolidada da teoría em diferentes pontos do globo, permitiu por fim uma tecnología que permite conhecer, gravar e detectar os terremotos com uma antecedência de até 48 horas.

O efeito da “Perturbação de Sagitário” na atividade sísmica.

As descobertas e as medições também mostram pela primeira vez, que existem ciclos galáticos periódicos de rotação, e que a energía procedente do centro da galáxia está cada vez mais presente e influi nos ciclos solares e consequentemente na atividade sísmica.

A medição dos ciclos solares e sua interação com a energía que provêm do centro da Galáxia (Sagitário A), será possível pela primeira vez com as medições e gravações dos dados incorporados nos “Atropatena”.

O seguinte gráfico, mostra a correlação de séries históricas de medição entre atividade cósmica e atividade sísmica.


O gráfico mede também a incidência da mudança climática, outro parâmetro que depende também da atividade cósmica e seus ciclos. A descoberta é importante porque descarta a teoría antropogênica do CO2 como única causa da mudança climática global, e sua vinculação com a atividade sísmica global.

Alguns países adquiriram o sistema de prevenção. Entre otros, podemos citar:

Kazakistão; (NPK Prognoz, Kazakhstan Ministry of Emergency Situations;
Uzbekistão (Institute of Seismology, Uzbekistan National Academy of Science)
SETAC (Instanbul, Turquía) e FATE (Praga, República Checa).

O antecedente teórico foi formulado em 1946-1947 por W. Elsasser que já propôs um modelo matemático onde coexistiam dois modelos de geometría no “campo magnético” da Terra, uma geometría toroidal e outra poloidal. Também determinou que ambos tipos de geometría geravam diferentes modelos de oscilações, que poderiam estar relacionadas com a atividade de ondas cósmicas procedentes do espaço exterior, e que posteriormente eram redistribuidas interiormente.

Hoje sabemos que Elsasser tinha razão. As posteriores análises e investigações, assim como os instrumentos precisos de medição da magnetosfera e ionosfera, nos mostram que a maior carga Ionosférica medida em términos do diagrama TEC, maior repercusão nas placas tectônicas.

A surpresa de Geller.

Quando Robert J. Geller, responsável pelo Departamento de Geofísica e Física Planetária da Universidade de Tóquio, afirmou após o terremoto de 11 de março de 2011 que os terremotos ocorrem por surpresa e não podem ser prognosticados, já que obedecem ao caos, não esperava que vários grupos científicos desde diferentes pontos do globo, já tinham detectado a anomalía (em 7 de março de 2011) três dias antes do terremoto desde três localizações diferentes:
Baku (Azerbaijão)
Islamabad (Paquistão)
Yogyakarta (Indonésia)

A previsão dos modelos até a data, é de 90% de acertos, o que outorga uma confiabilidade incrível a esta tecnología. Um dos problemas encontrados pelos membros da equipe do Azerbaijão foi com uma oposição selvagem procedente da censura acadêmica, já que os planteamentos teóricos propostos afrontavam a Relatividade Geral. De fato, ao descobrir que a gravidade não é constante senão oscilante por ciclos, abrem passo para a formulação da Teoría da Relatividade Absoluta como uma realidade empírica comprovável. (A oscilação medida de 1017 a 1019 amperes procedente de Sagitário ao repetir a esperiência Cavendish).

São muitas as descobertas associadas a este grupo científico que fez possível que muitos governos adotassem outra linha de investigação de acordo com as novas tendências científicas, que pouco a pouco estão colocando em séria evidência o modelo Ortodoxo, em matéria de Gravidade, Campos Electromagnéticos, Ciências Climatológicas e Geofísica.

Pela primeira vez, estamos perante uma tecnología que evidencia que a TGTRPT é correta e que aponta mais para o Centro da Galáxia do que para a composição interna das placas tectônicas e que mostra que nosso Sistema Solar interage com outros eventos que provêm do Centro da Galáxia.


Em dois dias distintos,OVNI corta os céus do norte do estado de Minas Gerais – Brasil

Um objeto voador não identificado chamou a atenção dos habitantes do norte do estado de Mina Gerais. O evento ocorreu em Montes Claros e Juramento, no último dia 16, e em Brasília de Minas e Luislândia no dia 21. Moradores disseram ter visto uma luz azul cruzando o céu.

A foto ao lado mostra o OVNI, que foi fotografado pelo ambientalista Eduardo Gomes, do Instituto Grande Sertão e do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Codema) por acaso, quando ele tirava fotos de morcegos, no quintal de casa. Ao descarregar as fotografias no computador, viu no céu um efeito de luz, parecido com um cometa com uma cauda suave, se deslocando no sentido leste-oeste.

Alan Chaves, que é morador do bairro Delfino Magalhães, em Montes Claros, relatou pela internet, que descia a rua Engenheiro Veloso no dia 16 de fevereiro, às 19h45, quando viu um objeto cruzando o céu, horizontalmente, na direção leste-oeste.

“O objeto era azul e se movia de maneira perfeitamente paralela ao horizonte. Na hora, pensei que se tratava de um meteoro ou algo do tipo. O objeto se apagou e, um segundo depois, se acendeu de novo e continuou o trajeto. Foi quando eu percebi que não fazia nenhum sentido um meteoro fazer isso e nem traçar uma linha rente ao horizonte”, relatou Alan.

Alan também citou que o OVNI desapareceu e surgiu novamente, fazendo uma trajetória inversa, em direção ao chão, até que sumiu. Pouco depois, reapareceu em um tamanho muito maior. “Antes era um ponto no horizonte. Agora, se assemelhava a uma forma geométrica, como um triângulo. E tinha uma luz extremamente intensa que oscilava, como a luz de um poste variando entre uns 10 a 30 metros de distância”.

José Ponciano Neto, ambientalista do Conselho de Política Ambiental do Norte de Minas e gerente da barragem de Juramento, disse que foi procurado por vários moradores do município, os quais disseram ter visto o OVNI. Neto acredita que se trata de um balão meteorológico.

Na noite de 21 passada, na cidade de Brasília de Minas, o mesmo fenômeno foi registrado. Dilva Pereira Costa, uma servidora pública, diz que viu uma luz forte no céu, semelhante à uma estrela cadente. A luz também teria sido notada na cidade de Luislândia, que fica a 30 quilômetros de Brasília de Minas.

Nesta quinta-feira (23), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) informou que não estuda OVNIs e, portanto, não tem como avaliar o caso registrado em Montes Claros e outras cidades do Norte de Minas. “Dentro do espaço aéreo brasileiro, ‘objetos’ podem ser rastreados pela Aeronáutica. Não temos instrumentação que registre esse tipo de ocorrência no céu ou espaço”, destaca a nota, enviada pela assessoria de imprensa.

A assessoria de comunicação da CEMIG no Norte de Minas também descartou a possibilidade de o suposto objeto voador ser um dos seus balões meteorológicos.

Fonte: http://ovnihoje.com/2012/02/em-dois-dias-distintos-ovni-corta-os-ceus-do-norte-do-estado-de-minas-gerais-brasil/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Secas moderadas poderiam ter causado o fim da civilização Maia

O colapso da civilização Maia poderá ter sido provocado por secas não muito severas, parecidas com situações que se esperam que ocorram nos próximos anos devido às alterações climáticas, defendeu uma equipa de cientistas, que publicou nesta quinta-feira um artigo na revista Science com novos dados.

Os peritos defendem há décadas que uma seca enorme causou as condições extremas que provocaram o fim da antiga cultura conhecida pelo seu domínio na linguagem, na matemática e na astronomia. Mas os investigadores do Centro de Investigação Científico de Yucatan, no México, e da Universidade de Southampton, no Reino Unido, obtiveram dados que mostram que a seca só causou reduções de 25 a 40% da quantidade anual de precipitação.

“Os dados sugerem que a principal causa foi a diminuição da actividade de tempestades de Verão”, disse o co-autor Eelco Rohling, da Universidade de Southampton. Esta menor quantidade de precipitação terá tido impacto na água disponível nos lagos. A evaporação da água dos lagos não era contrabalançada com a mesma quantidade de chuva.

A investigação é pioneira ao tentar identificar pela primeira vez a quantidade exacta de chuva que caiu entre 800 e 950 d.C., altura em que a civilização Maia entrou em declínio. Os cientistas basearam estas conclusões a partir de dados que retiraram das estalagmites (formações parecidas com estalactites, mas que crescem a partir do chão) e de lagos de pouca profundidade.

As análises mostraram que períodos de seca modestos podem ter provocado grande falta de água numa área onde não existem rios e nenhuma outra fonte de água a não ser a que se acumula da chuva. “O Verão era a principal estação para o cultivo e para o reabastecimento do sistema de armazenamento de água doce dos Maias e não existem rios na planície de Yucatan. As roturas sociais e o abandono das cidades são consequências prováveis da falta de água, especialmente porque parece ter havido uma repetição de episódios de seca que duraram vários anos”, explicou Rohling.

Especialistas prevêem que estes tipos de seca voltem a acontecer na região de Yucatan devido às alterações climáticas. Apesar das sociedades modernas estarem, à partida, mais bem equipadas para lidarem com este tipo de crises, os riscos continuam a existir.

“Este problema não é exclusivo à Península de Yucatan, mas aplica-se a todas as regiões com características semelhantes em que a evaporação é grande. Hoje, temos o benefício de termos consciência [sobre o assunto], e podemos actuar de acordo com isso”, disse Martin Medina-Elizalde, primeira autora do trabalho, do centro de investigação do México.

Fonte: http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1535071

Esfera metálica cai do céu e assusta moradores de Anapurus, MA – Brasil

Um objeto esférico de cor metálica causou pânico entre os moradores de Anapurus, estado do Maranhão, à 28 km de Chapadinha, quando fez um enorme estrondo ao cair do céu em cima de uma árvore.

A queda do objeto, que até agora não foi identificado, ocorreu por volta das 06h00min de ontem, 22 de fevereiro. De acordo com informações dadas pelas testemunhas, após um estrondo parecido com um raio, ou trovão, o misterioso objeto, de tamanho aproximado de um botijão de gás de cozinha atingiu o solo.

Como resultado de sua queda, o objeto quebrou algumas àrvores

E um fato interessante é que mesmo após ter destruído algumas árvores, o objeto parece não ter sofrido nenhum dano aparente.

Casos similares a este têm acontecido em todo o mundo, como pode ser lido no seguinte post publicado recentemente aqui no OVNI Hoje: http://ovnihoje.com/2011/12/provavel-origem-da-esfera-da-namibia-e-divulgada/

Se soubermos de maiores informações sobre a origem deste objeto, publicaremos aqui.













quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Satélite da Nasa registra eclipse solar visto do espaço

Enquanto no Brasil milhões de pessoas estavam curtindo um belo feriado de Carnaval, um interessante evento estava sendo registrado pelo observatório heliosférico da Nasa: o trânsito da Lua à frente do disco solar. O evento durou alguns instantes, mas o suficiente para causar um profundo mergulho no registro da emissão ultravioleta, medida constantemente pelo satélite.


Apesar de ser um eclipse solar parcial como qualquer outro, o evento dessa terça-feira, 21 de fevereiro, não foi visto de nenhum lugar da Terra. O único lugar que permitiu sua observação foi no Cinturão de Clarke, uma região no espaço situada a 36 mil km de altitude onde se localizam os satélites geoestacionários e também o observatório de dinâmica solar da Nasa, SDO.

Dessa região, o SDO monitora o Sol durante 24 horas e exatamente às 11h14 pelo horário de Brasília a Lua entrou em seu campo de visão, bloqueando parte do disco solar. Durante 1 hora e 42 minutos a lua transitou entre o satélite e o Sol, produzindo importantes dados para calibragem dos instrumentos a bordo do observatório.

Através de um imageador de 16 megapixels, o SDO registra o Sol em diversos comprimentos de onda, principalmente no seguimento do ultravioleta extremo, entre 17 e 30 nanômetros (170 e 300 Angstroms), próximo aos raios-x.


Durante o eclipse de terça-feira, parte da Lua cobriu a mancha solar 1422, fonte de intensa emissão eletromagnética no espectro ultravioleta, impedindo que a radiação atingisse os sensores no observatório. Isso causou a queda abrupta do sinal na saída dos detectores, o que o permitiu aos cientistas efetuarem uma calibragem mais apurada da sensibilidade dos instrumentos a bordo do SDO.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Satelite_da_Nasa_registra_eclipse_solar_visto_do_espaco&posic=dat_20120222-111436.inc

Pesca pode matar últimos 100 golfinhos de subespécie

Atividade humana, em especial a pesca, ameaça subespécie de golfinho
Os últimos 100 golfinhos de Maui, os menores desse animal marinho, correm risco de extinção pela atividade pesqueira na Ilha do Norte da Nova Zelândia, seu único habitat na Terra. O Cephalorhynchus hectori maui está incluído na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) das espécies em risco crítico de extinção, e calcula-se que podem desaparecer em poucas décadas caso não sejam adotadas medidas urgentes.

 "Não podemos cometer mais nenhum erro. Devemos acabar com todas as ameaças ao seu habitat para que a população se estabilize e se recupere", declarou à agência EFE a diretora do programa Marinho da organização WWF, Rebecca Bird.

 O habitat desta subespécie fica próximo ao litoral oriental da Ilha do Norte neozelandesa, onde podem ser vistos exemplares na desembocadura dos rios e em baías com uma profundidade de 20 m e a uma distância de 10 km do litoral.

 Embora seu predador natural seja o tubarão, o maior inimigo do golfinho de Maui é o homem, que quase acabou com sua população pela pesca, a mineração, o desenvolvimento litorâneo, a poluição e a mudança climática, entre outros fatores.

 Produtos químicos como o DDT e metais pesados jogados ao mar são potencialmente perigosos para a reprodução, e as substâncias que são derramadas pelos navios petroleiros causam câncer nestes mamíferos marinhos, afirmou Rebecca. Mas a maior causa de morte são as redes de pesca onde eles ficam presos sem poder emergir à superfície para respirar.

 Os filhotes, que têm o tamanho de um gato, morrem pelos ferimentos causados pelas hélices dos navios. Por todos esses motivos, os ecologistas querem que as redes de pesca sejam retiradas do habitat do golfinho de Maui, porém Rebecca ressaltou que sua organização não exige que os pescadores parem de trabalhar, apenas que mudem seus métodos.

 O golfinho de Maui, chamado pelos maoris de "Tutumairekurai" ("morador do mar"), é considerado raro pelos especialistas por causa de seu pouco número de indivíduos e por ser o menor dentro da família dos golfinhos marinhos.

 Estes cetáceos medem até 1,4 m de comprimento, têm uma nadadeira arredondada, seu focinho é curto e apresentam marcas parecidas com as do urso panda, como "uma máscara negra", descreveu Rebecca. Eles vivem em comunidades, e os adultos passam a maior parte do tempo comendo peixes e lulas, que localizam emitindo sons de alta frequência que ecoam nos objetos e animais ao seu redor.

 Os mais jovens brincam com as algas, fazem bolhas no mar, piruetas ou simplesmente perseguem-se ou brigam com outros companheiros, criando um espetáculo para os turistas da região. Sua expectativa de vida é de 20 anos, e eles atingem a maturidade sexual a partir dos sete. Os nascimentos acontecem de dois a quatro anos, o que dificulta o repovoamento da espécie para evitar a extinção.

 O golfinho de Maui é uma subespécie do golfinho de Hector, que vive próximo à Ilha do Sul neozelandesa, e acredita-se que esteve isolado por milhares de anos até se diferenciar na atualidade por seus traços físicos e genéticos.

 O nome deste animal vem de uma lenda sobre o deus maori Maui, que pescou um peixe muito forte na Ilha do Sul e fez dele sua canoa. Ao morrer, o peixe se transformou em terra e renasceu sob a forma da Ilha do Norte da Nova Zelândia, onde o extremo sul representa a cabeça, e a cidade de Wellington, a capital neozelandesa, a boca. Rebecca comentou que os maoris acreditam que ao morrer os espíritos humanos se transformam em "Tutumairekurai".

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5616318-EI8145,00-Pesca+pode+matar+ultimos+golfinhos+de+subespecie.html

LinkWithin

´ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...