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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Termina evacuação nos arredores do vulcão islandês Bardarbunga

Os serviços islandeses de defesa civil anunciaram nesta quarta-feira que terminaram a evacuação das imediações do vulcão Bardarbunga, cuja atividade, ainda estável, faz com que a probabilidade de uma erupção seja incerta.
As autoridades indicaram à AFP que esta operação, na zona norte do imenso vulcão situado sob a maior geleira do país, o Vatnajökull, terminou às 3h00 locais (0h00 de Brasília).
Ninguém habita a região afetada durante o ano, mas há barracas e campings para os turistas e caçadores. As estradas que levam para lá estão fechadas.
Os cientistas consideram que o Bardarbunga é suficientemente perigoso para, se entrar em erupção, causar problemas no tráfego aéreo no norte da Europa e do Atlântico com a emissão de cinzas, e também pode provocar importantes danos na Islândia, especialmente inundações pelo derretimento do gelo.
A perspectiva de uma erupção continuava sendo hipotética nesta quarta-feira e a atividade sísmica era estável quatro dias após o início do registro de atividade magmática, no sábado.
Os serviços da defesa civil especificaram que previam sobrevoar a zona ao longo do dia para garantir que não restasse ninguém.
"Vamos pegar o avião da guarda-costeira e passar por cima da região hoje (quarta-feira) e ver se deixaram alguém no caminho", declarou à televisão pública Ruv o diretor da Defesa Civil, Vidir Reynisson.

fonte:http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20140820/termina-evacuacao-nos-arredores-vulcao-islandes-bardarbunga/182405.shtml

Dia da Sobrecarga da Terra: já usamos todos os recursos naturais do ano



Entramos oficialmente no “vermelho” nesta terça-feira, 19/08. Em apenas oito meses, a humanidade estourou o orçamento de recursos naturais disponível para 2014, revela a organização internacional Global Footprint Network (GFN). Isso significa que, a partir de agora, tudo o que for consumido até o fim do ano não será reposto pela natureza.

Medido há 14 anos, o Dia da Sobrecarga da Terra (Earth Overshoot Day, em inglês) alerta quando a pegada ecológica da humanidade excede a capacidade do planeta de repor recursos naturais e absorver resíduos, incluindo o dióxido de carbono (CO2).

Este ano, a efeméride chegou ainda mais cedo. Em 2000 a data caiu em 01/10, e no ano passado foi em 20/08. Segundo a GFN, precisaríamos de um planeta Terra e meio para fechar a conta com saldo positivo. Isso porque também entram no cálculo o desmatamento, a escassez de água, erosão do solo, perda de biodiversidade e o aumento das emissões de CO2 na atmosfera.

Pior: tudo indica que a nossa “dívida ecológica” vai piorar se continuarmos nesse ritmo. Projeções sobre população, uso de energia e produção de alimentos sugerem que a humanidade vai precisar de duas Terras até 2030.

“O uso dos recursos naturais acima da capacidade do planeta está se tornando um dos principais desafios do século 21. É um problema tanto ecológico quanto econômico”, acredita Mathis Wackernagel, presidente da GFN e cocriador da métrica de cálculo da pegada ecológica.

Quer saber qual o impacto do seu estilo de vida no meio ambiente? Use a calculadora de Pegada Ecológica, desenvolvida pela GFN, e veja como reduzi-lo. Para resolver o problema, todo mundo tem que entrar na dança!


fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/dia-da-sobrecarga-da-terra-ja-usamos-todos-os-recursos-naturais-do-ano/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vulcão Bardarbunga é mais perigoso do que o de 2010

«É um vulcão perigoso, mais perigoso e com uma dimensão superior àquele que entrou em erupção há quatro anos, mas não se sabe se, entrando em erupção, vai libertar toda a energia que potencialmente pode libertar», disse o geofísico Fernando Carrilho. A Islândia elevou o nível de alerta devido a risco de erupção vulcânica. A Islândia elevou ontem o nível de alerta de erupção vulcânica para laranja, o segundo mais grave da escala, devido à atividade que o Bardarbunga tem apresentado nos últimos dias, anunciou o instituto de meteorologia local.
Ouvido pela Lusa, o geofísico Fernando Carrilho admitiu hoje que o vulcão islandês Bardarbunga é «mais perigoso» do que aquele que provocou o caos na Europa em 2010, mas sublinha ser cedo para prever consequências.
Vulcão Bardarbunga é mais perigoso do que o de 2010
«Nesta fase ainda é especulativo, não sabemos se a erupção vai ocorrer ou não, nem qual vai ser a sua dimensão, sendo que os efeitos que pode provocar são fortemente condicionados pela intensidade da erupção», explicou o chefe de divisão de geofísica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
«Sabe-se que é um vulcão perigoso, mais perigoso e com uma dimensão superior àquele que entrou em erupção há quatro anos, mas não se sabe se, entrando em erupção, vai libertar toda a energia que potencialmente pode libertar. Temos de continuar a aguardar e confiar nos colegas islandeses que têm uma enorme experiência nesta área», frisou o geofísico.



fonte:http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=4084050

Novo estudo revela que a superfície da terra deslizou lateralmente

Novo estudo revela que a superfície da terra deslizou lateralmente
Em 2012 formou-se, na cidade norte-americana de Bayou Corne, uma enorme cratera no local onde existia uma mina de exploração de sal. Novos dados divulgados pelo site "livescience.com" demonstram que terra se moveu alguns centímetros horizontalmente.
Um novo estudo revela que a superficie da terra deslizou lateralmente antes de colapsar e formar uma cratera na cidade de Bayou Corne, no Estado norte-americano de Louisiana.
A cratera foi formada em agosto de 2012, numa zona onde existia uma exploração de sal, e provocou a emissão de gases tóxicos para a atmosfera, como metano e sulfeto de hidrogénio. O Estado de Louisiana declarou o estado de emergência e 350 habitantes de Bayou Corne foram evacuados. Quase dois anos depois ainda não regressaram às suas casas. A cratera continua a crescer, engolindo árvores perto de uma auto-estrada.
Uma agência federal, que estuda a geologia do país, defendeu, na altura, que o buraco na superfície da terra foi criado pela injeção de água doce numa mina de exploração de sal. Uma situação agravada pela pressão que os sedimentos formados pelo rio Mississipi exercem sobre a crosta terrestre.
Uma tese, em parte, contrariada por um novo estudo de um laboratório da NASA. A investigadora Cathleen Jones disse ao site "livescience.com" que antes do desabamento a «superfície da terra deslizou 26 centímetros lateralmente». A cientista admite que o movimento horizontal representa uma surpresa, «é um indicador novo, devemos estar conscientes disso».
A surpresa chegou depois de analisados os dados fornecidos por avião da NASA, equipado com um sistema de imagens de radar, que mede regularmente a altura da superfície no Delta do Mississipi. Depois de ler os dados, Cathleen Jones percebeu que «toda a área estava a ser puxada em direção a um buraco». Os investigadores não conseguem ainda dizer quando é que ocorreu esse movimento lateral mas têm já uma certeza: a superfície em Bayou Corne mudou depois de junho de 2011, e antes de Julho de 2012.

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fonte: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=4019023

Crise climática... A vida na Terra está em xeque.


Novos dados revelam que o degelo na Antártida é acelerado e potencialmente catastrófico, enquanto começa outro ciclo de negociações sobre redução das emissões de carbono.
Podemos estar a chegar ao final do jogo da mudança climática. As peças, tecnológicas e talvez políticas, finalmente estão posicionadas para uma ação rápida e poderosa capaz de nos libertar dos combustíveis fósseis. Infelizmente, os jogadores também podem optar por simplesmente mover os peões para frente e para trás durante algumas décadas, o que seria fatal. Mais triste ainda é constatar que a natureza está a avisar-nos todos os dias de que o tempo está a esgotar-se. Todo o jogo está praticamente em xeque.
Vamos começar na Antártida, o continente com a menor densidade demográfica e praticamente intocado pelos humanos. No seu livro sobre a região, Gabrielle Walker descreve muito bem as atividades recentes na vasta placa de gelo, desde as constantes descobertas de novas formas de vida marinha até a procura frenética de meteoritos, que são relativamente fáceis de encontrar na brancura do gelo. Se é um daqueles curiosos sobre como é sentir um inverno de 70 graus negativos, a história dar-lhe-á uma ideia. Gabrielle cita Sarah Krall, que trabalhou no centro de controlo aéreo do continente, coordenando voos e servindo como “a voz da Antártida”. Desde o seu primeiro encontro com a paisagem, Krall diz que ficou apaixonada:
"Não conseguia conter o meu entusiasmo… Era tão majestoso, tão belo. Achei que não teria qualquer encanto, mas não foi essa a expressão que surgiu na minha mente. A Antártida era simplesmente esplendorosa".
Ao descrever a sua caminhada ao redor da borda do Monte Érebo, o vulcão mais ativo do extremo do sul do planeta, Krall acrescentou: “É visceral. Esta terra faz com que me sinta pequena. Não diminuída, e sim pequena. Eu gosto dessa sensação”.
No entanto, por outro lado, a Antártida é onde percebemos o quanto somos grandes - não como indivíduos, mas como espécie. Há tempos, os cientistas perceberam que estamos a encher a atmosfera com dióxido de carbono ao queimarmos carvão, gás e petróleo. Um instrumento nas encostas do vulcão Mauna Loa, no Havai, foi criado para medir a abundância desse gás, e descobriu uma acumulação maior de CO² a cada ano. Porém, essa medição não diz muito sobre o passado. Para entender o perigo que enfrentamos, é preciso saber como o planeta respondeu ao carbono na atmosfera no passado distante. Se pegar num núcleo central de uma placa de gelo, as minúsculas bolhas de ar presas em cada camada podem dar uma boa ideia das quantidades sucessivas de CO². E não há como negar que os núcleos de gelo mais longos podem ser recolhidos na Antártida.
Walker faz um relato interessante das dificuldades em perfurar o gelo glacial, recuperar núcleos intactos e mantê-los congelados para estudo. Quando a máquina congela durante o processo, a equipa de perfuração europeia solta “bombas de conhaque” pelo buraco para descongelar o mecanismo. A recompensa pelo esforço despendido é um cilindro perfeito e transparente com cerca de três metros, com grandes laterais de cristal e a visibilidade de uma janela. Algo nunca visto por olhos humanos. Era a parte mais antiga do núcleo de gelo contínuo mais antigo da Terra. Coloquei o meu rosto perto dele, cuidadosamente para não lhe tocar, sustendo a minha respiração.
Quando a equipa finalmente recolheu as suas brocas, tinha obtido o registo climático do mundo de aproximadamente 800.000 anos, através de muitas eras do gelo e períodos interglaciares. E o que descobriram era simples e invariável:
Mesmo quando o nosso clima estava noutro período - alguma forma diferente de equilibrar as várias influências subtis que compõem o vento, o tempo e o calor que experimentamos - a temperatura e os gases do efeito estufa sempre caminhavam de mãos dadas. Uma temperatura mais alta sempre vinha com um nível mais alto de CO². E também o contrário: uma temperatura mais baixa significava um nível mais baixo de CO².
Além disso, em toda a história impressa nesse cilindro, nunca houve um nível tão alto de CO² na atmosfera como hoje. De acordo com Walker, “em todo o registo [do núcleo de gelo], o valor mais alto de CO² era cerca de 290 partes por milhão de partes de ar. Hoje estamos com 400 e continua a aumentar.” Isso quer dizer que a Antártida, por ser imaculada, proporciona o melhor vislumbre possível do momento geológico bizarro que vivemos hoje.
Mas, é claro, a Antártida não é mais imaculada. Os efeitos humanos sobre a atmosfera e o clima podem de facto ser lidos com mais facilidade no Polo Sul do que em qualquer outro lugar da Terra. E os resultados são verdadeiramente horripilantes. Para simplificar, as imensas placas de gelo estão a começar a movimentar-se a uma velocidade incrível. Na estreita Península da Antártida, que aponta para a América do Sul, e onde a maioria dos turistas visitam a Antártida, o degelo está a ocorrer tão ou mais rápido do que em qualquer outro lugar do planeta. Foi nesse local que um grande pedaço da plataforma de gelo Larsen B se desprendeu em 2002.
Porém, a península contém quantidades relativamente pequenas de gelo; a maior parte da água doce do mundo está presa nas placas de gelo gigantes da Antártida Oriental e Ocidental. Os cientistas, conservadores por natureza, chegaram à conclusão de que esses depósitos gigantes estiveram relativamente estáveis, pelo menos durante os últimos mil anos: Não é fácil derreter um quilómetro ou dois de gelo, especialmente quando a temperatura do ar raramente, ou nunca, sobe acima do ponto de congelamento. No entanto, como Walker deixa claro no final de seu relato, os investigadores estão cada vez mais preocupados com a estabilidade da Antártida Ocidental especificamente.
Glaciares enormes estão a desprender-se da placa de gelo da Antártida Ocidental para o Mar de Amundsen no Pacífico Sul. Talvez seja a parte mais remota do continente mais remoto e, para piorar as coisas, a parte mais interessante desse continente está debaixo de água. Por isso, os cientistas estão a enviar robôs subaquáticos autónomos, os submarinos autónomos, para estudar a geologia, e estão a usar satélites para estudar as mudanças na altura do gelo. O trabalho não estava concluído quando Walker convocou a imprensa para o lançamento do seu livro, mas o seu relato fornece toda a base de que precisa para entender o que pode ter sido o anúncio mais triste já feito na era do aquecimento global.
Em meados de maio deste ano, dois documentos foram publicados na Science e na Geophysical Research Letters, deixando claro que os grandes glaciares voltados para o Mar de Amundsen não estavam mais efetivamente “sustentados”. Descobriu-se que a geologia da região tem forma de tigela: por baixo dos glaciares, o terreno inclina para dentro, ou seja, a água pode e está a invadir a área abaixo deles. A água está literalmente a comer a partir de baixo e a libertar os glaciares dos pontos onde estavam presos ao solo. Essa água é mais quente, já que os nossos oceanos estão a aquecer continuamente. De acordo com os cientistas, esse colapso em câmara lenta, que ocorrerá durante várias décadas, é “irreversível” agora; já “passou do ponto sem retorno”.
Isso significa que três metros de elevação do nível do mar estão a ser acrescentados às previsões anteriores. Não sabemos quando isso ocorrerá e com que rapidez, apenas sabemos que isso ocorrerá. E não será só isso. Poucos dias após o anúncio sobre a Antártida, outros cientistas descobriram que a maioria das placas de gelo da Gronelândia apresentam uma geologia subjacente parecida, com a possibilidade de derretimento pela água aquecida. Outro estudo publicado naquela semana mostrou que a fuligem de enormes incêndios florestais, mais frequentes como resultado do aquecimento global, está a ajudar a derreter a placa de gelo da Gronelândia, um ciclo incrivelmente vicioso.
De certa maneira, nada disso é realmente novidade. Um dos principais glaciólogos, Jason Box, do GEUS (Geological Survey of Denmark and Greenland – Pesquisa Geológica da Dinamarca e Groelândia), calculou, com base no registo paleoclimático, que os níveis atmosféricos atuais de gases do efeito estufa provavelmente são suficientes para produzir uma eventual elevação de 21 metros no nível do mar. Mas uma coisa é saber que a arma está engatilhada, e outra é ver a bala a ser disparada; as notícias sobre a Antártida representam um momento decisivo. Isso não significa que devemos desistir dos nossos esforços no sentido da redução da mudança climática: na verdade, de acordo com os cientistas, significa que devemos aumentá-los muito, pois ainda podemos afetar a velocidade dessas mudanças e, com isso, o nível de caos que elas produzem. Enfrentar o problema no decorrer de séculos será mais fácil do que em apenas algumas décadas.
Também podemos limitar as várias outras formas de danos além da elevação no nível do mar (desde a intensidade das secas até a praga de insetos portadores de doenças), se limitarmos muito as emissões de carbono agora. Porém, as notícias da Antártida sinalizam, de uma vez por todas, que não é possível “parar o aquecimento global”. Não há uma maneira de resfriar as águas aquecidas que estão a derreter os glaciares. A física não vai nos dar uma trégua. A partir de agora, todos os nossos esforços precisam ser dedicados a impedir um cenário pior.
O drama anunciado em maio sobre as descobertas na Antártida foi o clímax de um ano com um crescente rufar de tambores do mundo científico. Durante esse período, os investigadores tentaram, com insistência cada vez maior, transmitir a mensagem ao público e aos políticos. Em março, a Sociedade Norte-americana para o Progresso da Ciência emitiu um manifesto bem direto com o título “What We Know” (O que sabemos), que começa assim:
A grande quantidade de provas em documentos sobre a mudança climática causada por seres humanos significa custos consideráveis e riscos futuros extraordinários para a sociedade e os sistemas naturais.
A declaração refere ainda que a mudança climática “põe em risco o bem-estar das pessoas de todos os países”.
Algumas semanas depois disso, a Casa Branca publicou a sua Avaliação Climática Nacional (National Climate Assessment), “Impactos da mudança climática nos Estados Unidos”, num site (Globalchange.gov), no qual é possível ver como cada estado ou região do país está a ser afetado pelo aumento da temperatura. A inovação da avaliação é retratar o dano resultante da mudança climática não como uma ameaça remota, mas como uma realidade atual:
Antes considerada um problema para um futuro distante, hoje a mudança climática faz parte do presente… Os americanos estão a perceber as mudanças ao redor.
E é claro que a mudança do clima é a responsável: por exemplo, atualmente, metade dos Estados Unidos está em estado de seca, e a seca da Califórnia é a pior desde, pelo menos, o séc. XVI, com incêndios por todos o lado como prova.
A Avaliação Climática Nacional importa mais pela sua mensagem implícita do que pelo seu conteúdo: ela sugere que o governo de Obama finalmente levará a sério, pelo menos retoricamente, a mudança climática. Isso marca uma mudança. Nas primeiras semanas do primeiro mandato de Barack Obama, funcionários do governo convocaram os líderes ambientalistas para uma reunião na qual disseram que não discutiriam o aquecimento global: em grupos focais, era mais popular falar sobre “trabalhos sustentáveis”. E eles mantiveram a sua promessa infame: nas palestras fracassadas da Conferência sobre Mudança Climática de Copenhaga em 2009 (o maior fiasco da política externa dos anos de Obama) e na tentativa fracassada no Congresso norte-americano de limitar a emissão de carbono no ano seguinte, a Casa Branca mal sussurrou a palavra “clima”.
Na campanha para a reeleição, em 2012, eles literalmente conseguiram evitar mencionar esse assunto (copiando a postura de Mitt Romney), até que o Furacão Sandy tornou isso impossível, nos últimos dias antes do pleito. Enquanto realizava a campanha, durante o ano mais quente da história norte-americana, com uma seca a devastar o centro do país, a equipa de Obama mantinha um silêncio sepulcral. E quando o presidente falava sobre energia, fazia de tudo para deixar claro que apoiava o carbono, em qualquer forma possível. Por exemplo, em cima dos tubos de um oleoduto em Cushing, Oklahoma, afirmou:
“Sob o meu governo, os Estados Unidos estão a produzir mais petróleo hoje do que em qualquer outro momento nos últimos oito anos. Isso é importante saber. Nos últimos três anos, orientei a abertura de milhões de hectares para exploração de gás e petróleo em 23 estados diferentes. Estamos a abrir mais de 75% das nossas possíveis reservas de petróleo no oceano. Quadruplicamos o número de equipamentos de perfuração, estabelecendo um recorde. Construímos uma quantidade suficiente de tubulação nova para gás e petróleo capaz de dar a volta na Terra e um pouco mais”.
Realmente, quando Obama deixar o seu cargo, os Estados Unidos terão ultrapassado a Arábia Saudita e a Rússia como os maiores produtores de petróleo e gás do planeta. O país estará a usar menos carvão nas suas usinas, mas estamos a exportar mais. Estas ações resultaram em lucros tremendos para as empresas de petróleo e gás, mas não estão de acordo com a nova realidade física. Mesmo quando houve um enorme clamor do público, por exemplo, a onda de comentários públicos contrários ao oleoduto Keystone, o presidente hesitou. Realmente, os funcionários seniores sabem quão obscuro tem sido esse recorde. O jornalista Mark Hertsgaard, escrevendo para o Harper’s, cita uma série de confidentes de Obama admitindo que as suas ações não foram suficientes para atingir as metas internacionais, muito menos para deixar um legado climático sólido.
Ainda assim, parece que algumas mudanças estão a ocorrer. No início de junho, o presidente propôs novos regulamentos para centrais a carvão, com o objetivo de reduzir as suas emissões em até um terço até 2030. Esses regulamentos foram fortes o suficiente para disparar o alarme republicano de que o presidente estava a iniciar uma “guerra contra o carvão”.
O problema é que fazer mais do que George W. Bush com relação à mudança climática não é apenas pouco, também é irrelevante. Neste caso, a pergunta útil é: o que a ciência exige? Pelo facto de aprendermos durante o mandato de Obama que o Ártico está a derreter rapidamente e que o oceano está a acidificar a uma velocidade incrível, e com base nos relatórios mais recentes sobre o Polo Sul citados por mim, precisamos de muito mais. Defender as mudanças com relação ao carvão anunciadas recentemente pela Agência de Proteção Ambiental é, provavelmente, o máximo que Obama pode fazer com o Congresso atual, mas será necessário tirar proveito dessas ações com uma diplomacia inspirada a fim de garantir que a “próxima Copenhaga” — uma sessão global de negociações, marcada para Paris em dezembro de 2015, não seja outro fiasco.
Para colocar pressão sobre todos os negociadores, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, convidou líderes mundiais para uma reunião sobre o clima que será realizada em Nova York, em setembro. Essa reunião provavelmente repetirá os discursos enfadonhos sobre o destino das gerações futuras. Porém, tendo em vista o histórico de vinte e cinco anos de futilidades diplomáticas, muitos de nós que tentaram exigir alguma ação aproveitarão para promover, no cenário de Nova York e com a inundação do furacão Sandy ainda fresca na memória, o que pode vir a ser o maior protesto de rua da história do movimento climático.
O objetivo é tornar mais claro o sentido de urgência para medidas contra a mudança climática e influir nas negociações. Já há pelo menos alguns sinais do aumento da consciência sobre esse problema mundial. Cada novo desastre parece convencer cada vez mais a opinião pública sobre a necessidade de ação, assim como a perspetiva preocupante de um El Niño em larga escala começar na metade do inverno no hemisfério sul, trazendo consigo os seus prováveis desastres climáticos.
A comunidade financeira começou a questionar o valor em longo prazo dos stocks de combustível fóssil. Instituições com um grande volume de dotações, como a Universidade de Stanford, começaram o processo de venda de alguns das suas ações em empresas de carvão. De acordo com os analistas, caso o mundo tome alguma atitude relacionada à mudança climática, muitas das reservas nas quais essas empresas baseiam o seu valor teriam que ser deixadas debaixo da terra. “Este é um dos debates mais acelerados que já vi nos meus trinta anos no mercado de ações”, disse Kevin Bourne, um diretor administrativo do Financial Times Stock Exchange, ao Financial Times durante o outono, no dia em que a Blackrock, a maior gestora de ativos do mundo, lançou um fundo de índice livre de combustíveis fósseis. No entanto, sabemos que será necessário um movimento muito mais forte e barulhento, e principalmente global, para pressionar os personagens principais a executar ações proporcionais ao tamanho do perigo.
Comecei esta resenha com a metáfora de um jogo de xadrez, mas o futebol também serve, pelo poder das forças agora desencadeadas. Como civilização, estamos a 44 minutos do segundo tempo e a perder um a zero. Trocar a bola de pé em pé, mesmo que permaneçamos no campo de ataque, simplesmente não vai ser suficiente para ganhar o jogo. Temos que fazer lançamentos longos e improváveis.
A boa notícia é que às vezes essas jogadas arriscadas funcionam. Na tarde em que a notícia assustadora sobre a Antártida foi anunciada, uma estatística encheu-nos de esperança, vinda da Alemanha. Lá, o único país que levou a sério a mudança climática e trabalhou para mudar a sua infraestrutura de energia, um novo recorde de energia renovável foi estabelecido. Naquela mesma tarde, a Alemanha tinha gerado 74% das suas necessidades elétricas de fontes renováveis.
Há muito ainda a aprender sobre como armazenar a energia do vento e do sol para dias nublados e sem vento. Precisamos de redes melhores para fazer com que esse sistema de energia funcione perfeitamente, e elas não serão baratas. Porém, se um país localizado numa latitude muito mais ao norte pode fazer uma economia moderna funcionar com energia proveniente de cima, não de combustíveis fósseis provenientes de baixo, todos nós podemos sentir-nos encorajados. Isso pode ser feito. O recurso que conseguiu essa façanha na Alemanha foi a vontade política, que é infinitamente renovável. Se pudermos colocá-la em movimento.

fonte:http://www.esquerda.net/artigo/crise-climatica-por-que-agir-agora/33699

Epidemia de ebola já causou 1.229 mortes



Desde o início da epidemia, em março, a OMS contabilizou 2.240 casos, dos quais 1.229 resultaram em morte. A Libéria é o país mais afetado nos últimos dias, com 53 das mortes ocorridas entre 14 e 16 de agosto. Ao todo, o país já teve 466 mortes e 834 casos registrados.

A epidemia teve origem na Guiné-Conacri, onde já foram contabilizados 543 casos e 394 mortes, sendo 14 delas no último período de três dias pesquisado. Em Serra Leoa, já são 848 casos com 365 mortes, sendo 17 entre 14 e 16 de agosto.

Na Nigéria, país mais populoso da África, onde a doença chegou por último, nenhuma morte foi registrada nos últimos dias. Apesar disso, três novos casos estão sendo investigados. No total, 15 casos e quatro mortes foram contabilizados.

A OMS decretou, em 8 de agosto, estado de emergência de saúde pública mundial contra a epidemia de febre hemorrágica e recomendou medidas de exceção nos países afetados.
A epidemia de ebola já causou 1.229 mortes, 84 das quais entre 14 e 16 de agosto, informou hoje (19) a Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar da mobilização internacional, os números apontam para uma forte progressão da doença. No mesmo período em que aconteceram as 84 mortes, 113 novos casos foram registrados, incluindo confirmados, prováveis e suspeitos. O último balanço foi divulgado hoje em Genebra.

fonte:http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2014/08/19/epidemia-de-ebola-ja-causou-1229-mortes/

Papa Francisco tem, somente, mais dois ou três anos de vida...

O Papa Francisco chocou o mundo ao fazer declarações inéditas sobre a sua saúde fragilizada. Durante coletiva de imprensa que aconteceu no voo em que ele retornava para o Vaticano, de uma viagem feita à Coreia do Sul, ele admitiu que tem apenas mais dois ou três anos de vida.
De acordo com informações do Daily Mail, o Papa disse ainda que está sempre muito atento aos seus erros e pecados e tenta não ser orgulhoso, para que seu fim de vida seja tranquilo.
Francisco, que tem 77 anos, considera a possibilidade de se aposentar, caso suas condições de saúde física e mental se tornem uma espécie de obstáculo e atrapalhe que ele atue no cargo que ocupa.


Papa já retirou um pulmãoAbatido, o Papa argentino teve de retirar um de seus pulmões quando ainda era um adolescente, por conta de uma grave infecção. Além disso, ele confessou à imprensa que sofre por doenças de nervos e que, em alguns episódios, precisa tratá-los à base de chá de mate. “Uma dessas minhas neuroses é ser muito caseiro”, brincou ele, que tirou férias pela última vez em 1975, quando visitou uma comunidade jesuíta.

Acidente matou três parentes do Papa nesta terça (19)Três parentes do Papa Francisco morreram nesta terça-feira, após sofrerem um grave acidente de trânsito na província argentina de Córdoba. De acordo com a AFP, estavam no carro dois sobrinhos-netos e a mãe de ambos. "Os falecidos são dois bebês, de 8 meses e 2 anos, e a mãe de ambos, enquanto o esposo de nome Horacio Bergoglio, sobrinho do Papa, encontra-se internado em estado grave", disse a delegada Carina Ferreyra da polícia de Córdoba.
O acidente aconteceu durante a madrugada, quando os familiares do pontífice estavam na estrada, fazendo o percurso Rosario-Córdoba. O carro dirigido pela mãe dos garotos bateu na traseira de um caminhão que transportava milho e os três passageiros morreram na hora.
Além deles, um sobrinho do papa, Horacio Bergoglio, que também estava no veíuculo, segue internado no hospital de Villa María, com politraumatismos. Ele é filho de ALberto, falecido irmão do pontífice.

fonte:http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/so-tenho-mais-dois-ou-tres-anos-de-vida-revela-papa-francisco/?cHash=35972b1f774551464db7f54b80135c02

Sinal divino? Ônibus invade o Templo de Salomão após colidir contra um carro


Um ônibus invadiu na madrugada desta terça-feira (19) o Templo de Salomão, na zona leste de São Paulo. O ônibus destruiu o portão de entrada do prédio da Igreja Universal.

De acordo com informações da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o coletivo bateu em um carro Peugeot na avenida Celso Garcia perto da rua João Boemer, perdeu o controle e entrou no imóvel. O acidente aconteceu por volta das 4h e deixou o motorista do carro ferido. O estado de saúde e a identidade da vítima não foram divulgados.

A via só foi liberada por volta das 8h45. Antes, duas das faixas da avenida Celso Garcia, no sentido bairro, ficaram bloqueadas o que prejudicou o trânsito na região.

Fiéis da igreja e funcionários estavam no local desde cedo e chegaram a replantar a árvore que foi derrubada pelo ônibus. Tapumes começaram a ser colocados no local e o portão já começou a ser arrumado.
As causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

fonte:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/08/1502536-onibus-bate-e-invade-templo-de-salomao-na-zona-leste-de-sp.shtml?cmpid=%22facefolha%22

Acidente de trânsito mata 3 familiares do Papa na Argentina... Se coisas como essas acontecem com a família do papa imagine com a nossa!

Uma mulher e duas crianças morreram no acidente; o sobrinho do Papa está internado em estado grave



Um acidente de trânsito na província de Córdoba, na Argentina, matou três parentes do papa Francisco, informou a polícia local à Agência Efe.

As vítimas eram da família do sobrinho do pontífice, Emanuel Horacio Bergoglio, de 35 anos, que está internado com ferimentos graves.

No local do acidente morreram a mulher de Emanuel, Valeria Carmona, de 36 anos, e o filho mais novo do casal, José Bergoglio (8 meses). O mais velho, Antonio Bergoglio, de 2 anos, faleceu no hospital. Eles estavam em um carro que colidiu com um caminhão na estrada que liga as cidades de Rosário e Córdoba.

fonte:http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/acidente-de-transito-mata-tres-familiares-do-papa-francisco,abf3d436bfde7410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O papa e as profecias do Apocalipse... O fim se aproxima.

O Papa já propôs a paz entre Israel e Palestina, tanto que até orou no Vaticano com os presidentes destes países. Agora é a vez de ser o reconciliador entre Coréia do Sul e Coréia do Norte. Conseguindo ou não estas proezas, fica claro que o Bispo de Roma está se projetando como Líder Mundial das nações e Promotor da Paz Mundial. Assim se cumpre a profecia. #Apocalipse 13:3

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/08/papa-defende-a-paz-entre-as-coreias-por-meio-do-dialogo.htmlO Papa já propôs a paz entre Israel e Palestina, tanto que até orou no Vaticano com os presidentes destes países. Agora é a vez de ser o reconciliador entre Coréia do Sul e Coréia do Norte. Conseguindo ou não estas proezas, fica claro que o Bispo de Roma está se projetando como Líder Mundial das nações e Promotor da Paz Mundial. Assim se cumpre a profecia. ‪‎

Apocalipse‬ 13:3

Médicos e enfermeiras de Serra Leoa se sacrificam para conter o ebola



Coveiros usam luvas e roupas de proteção para carregar corpos das vítimas de ebola em Serra Leoa

Colocado em um caixão desinfetado na caçamba de um caminhão, ao lado de outros cadáveres envoltos em sacos, o doutor Modupeh Cole foi enterrado sem flores nem coroas fúnebres, longe dos seus, em uma demonstração de que o ebola não poupa nem os profissionais de medicina.

Este médico, um renomado especialista do hospital Connaught de Freetown, capital de Serra Leoa, faleceu menos de duas semanas depois de ter sido infectado com o vírus.

Examinando um doente que, segundo seus colegas, foi o primeiro caso de ebola neste hospital com 102 anos de existência, não tinha a menor ideia do risco ao que estava exposto.

Mas, pouco depois de atender o paciente, o médico começou a se queixar de febre alta e fortes dores de cabeça.

Na falta de estruturas especializadas na capital, Cole foi transferido a um centro de tratamento do ebola da ONG Médicos sem Fronteiras (MSF) em Kailahun, no leste do país, onde se concentra a epidemia, e onde morreu poucos dias depois.

Leia mais em: http://zip.net/brplbZ

Mulher que provavelmente tinha sintomas de ebola morre em Abu Dhabi




Uma mulher que viajava de avião da Nigéria para a Índia a fim de fazer tratamento de câncer, faleceu na zona de trânsito do aeroporto de Abu Dhabi.


A mídia dos Emirados informou segunda-feira que ela acusava sintomas que podem ser qualificados como sintomas da febre ebola.

De acordo com os dados da direção de saúde de Abu Dhabhi, a mulher de 35 anos faleceu domingo.

Ela viajava da Nigéria para a Índia a fim de fazer tratamento do câncer metastático. O estado da sua saúde agravou-se bruscamente no aeroporto de Abu Dhabi, onde ela fazia trasbordo para outro voo. A equipe médica do aeroporto, que veio para atender ela, constatou que a mulher acusava sintomas que podem surgir no caso de vírus do ebola.

Leia mais:
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_08_18/Mulher-que-acusa-sintomas-provavelmente-de-ebola-morre-em-Abu-Dhabi-5825/

A Extinção humana... Ótimo filme/documentário...

Metano no Ártico é bomba relógio, alertam cientistas

Liberação de metano que ocorre na Sibéria será causa, no futuro, de danos superiores aos ganhos para a economia global, como inundações e secas ou talvez uma grande erupção
Metano liberado pelo degelo que ocorre no Ártico é uma verdadeira bomba relógio, alertam os estudiosos (NINA LARSON/AFP/Getty Images)

O gás metano que está se desprendendo no Ártico graças ao derretimento maciço das geleiras – e que está se acelerando a cada verão – é “uma bomba-relógio” que será bastante visível nos litorais, acelerará a mudança climática e, para a economia global no curto prazo, irá causar perdas superiores aos ganhos globais, afirmou um grupo de cientistas de três universidades britânicas.
O estudo concluído após 40 anos de análise dos efeitos do metano liberado pelo “desaparecimento do gelo marinho no verão do Ártico”, mostra que os líderes mundiais não têm considerado as perdas econômicas trazidas pelas próximas enchentes, secas e problemas de saúde causados pelas mudanças climáticas aceleradas, nem é considerado que este metano pode ser liberado em uma grande erupção.

As reservas de metano podem ser “centenas de milhares de toneladas de um gás muitas vezes pior do que o dióxido de carbono para o aquecimento global”, adverte o relatório publicado pela Universidade de Cambridge. Mas isso não é tudo, acrescentam os cientistas, porque foram calculados os efeitos de “apenas uma fração” de todo o metano que será liberado na atmosfera em um futuro próximo. Isso então, acrescentou, poderá “possivelmente causar uma mudança climática possivelmente catastrófica.”

Os cientistas alertam que, para alguns economistas, o que acontece no Ártico é benéfico para a extração de petróleo e gás. Alegam inclusive que a abertura de novas rotas de navegação pode significar investimentos de bilhões de dólares, porém apenas considerando uma área de degelo, na Sibéria, constatou-se que o resultado foi uma perda de 60 bilhões de dólares. “O tamanho da economia global em 2012,” declaram os autores.

“Esta elevação maciça de metano terá importantes implicações para as economias globais e as sociedades”, especialmente as emergentes, assegura Peter Wadhams, professor de física na Universidade de Cambridge, de acordo com relatório da Universidade de Rotterdam.

Wadhams, junto com os outros estudiosos, publicou seu estudo com uma “advertência ao mundo” e sublinhou que “os líderes mundiais, do Fórum Econômico Mundial e do FMI devem prestar mais atenção a esta bomba relógio invisível”, diz a Universidade de Rotterdam.

O metano pode ser liberado em uma grande erupção

Na realização do estudo, a equipe analisou a perda de metano que ocorre hoje em dia, emergindo do fundo do mar da Sibéria Oriental. Em análises adicionais, ressaltou que se desconhece se essa perda continuará “progressivamente ao longo dos próximos 30 anos, ou se haverá uma erupção gigantesca”, disse a Universidade de Cambridge.

Os autores calcularam que nesta região serão lançadas cerca de 50 gigatoneladas de metano, e reiteraram que esta é apenas uma fração do total emitido pelo derretimento do Ártico. O preço total das mudanças no Ártico significa multiplicar a emissão da Sibéria, ou seja, 60 bilhões de dólares em prejuízos.

Por esta razão, “o impacto global de um aquecimento do Ártico é uma bomba relógio econômica”, também confirma Gail Whiteman, Professor de Sustentabilidade, Gestão e Mudanças Climáticas da Universidade de Rotterdam, em um comunicado.

“A liberação de metano poderia avançar até a data em que o aumento da temperatura média mundial ultrapasse 2 graus Celsius entre 15 e 35 anos”, disse Chris Hope, Professor do Curso de Política da Escola de Administração da Universidade de Cambridge, de acordo com relatório.

Ausência de medidas de controle

Hope destaca em seu estudo que o custo estimado de 60 bilhões de dólares é causado pela ausência de medidas de controle da mudança climática, no entanto, como no modelo estudado não foram incluídos os efeitos da acidificação dos oceanos, os autores do estudo advertem que o custo real poderá inclusive ser muito maior.

Países em desenvolvimento, os mais atingidos

“Oitenta por cento desses custos serão suportados pelos países em desenvolvimento; à medida que eles experimentam um clima mais extremo, sofrerão com as inundações, as secas e os problemas de saúde graças ao aquecimento do Ártico, acrescentaram os pesquisadores, de acordo com a Universidade de Rotterdam.

Para Wadhams, Whiteman e Hope, o impacto do degelo será muito maior do que  os “benefícios de curto prazo para o transporte marítimo e a extração” de petróleo e gás.

Os estudiosos dizem que os líderes mundiais “perdem o foco” e não levam em conta as projeções de metano do Ártico. “Nem mesmo o Fórum Econômico Mundial e o Fundo Monetário Internacional reconhecem o perigo econômico da mudança no Ártico.”

O estudo

Os três pesquisadores estudaram o desaparecimento do gelo do Ártico por 40 anos, e antes de publicar os resultados afirmaram que fizeram testes do modelo utilizado mais de 10 mil vezes para revelar dados confiáveis​​.

Os cientistas enfatizam que as projeções são baseadas em trabalho anterior feito na região pela Dr. Natalia Shakhova e seus colegas do Centro de Pesquisa Internacional do Ártico da Universidade do Alasca. Para Wadhams, eles são “as únicas pessoas com o conhecimento geológico suficiente para fazer estimativas das emissões de metano nesta área.”

 
fonte:http://www.epochtimes.com.br/metano-no-artico-e-bomba-relogio-alertam-cientistas/#.U_Hwlf6qqXU

domingo, 17 de agosto de 2014

A bomba-relógio de metano

Steve Connor

Jornalista do The Independent


Cientistas no Ártico descobriram a mais nova ameaça ao aquecimento global: o derretimento da camada permafrost1 que libera milhões de toneladas de um gás 20 vezes mais danoso que o dióxido de carbono. A primeira evidência que este potente gás está sendo lançado na atmosfera das profundezas do Ártico já foi relatada por cientistas. O jornal “The Independent” vem divulgando detalhes preliminares de descobertas que sugerem um depósito sub-oceânico massivo de metano que borbulha na superfície do Mar Ártico e vem aquecendo e derretendo o gelo desta região. Cientistas vêm dando importância a esses depósitos, pois se acredita que a liberação do gás metano, no passado, possa ter sido o responsável pelo aumento da temperatura global, e pelas dramáticas mudanças no clima e inclusive pela extinção em massa das espécies.
Cientistas a bordo do navio de pesquisa que percorreu toda a costa do Norte da Rússia, descobriram uma concentração intensa de metano – às vezes até 100 vezes maior que o usual – em diversas áreas que cobrem milhares de quilômetros quadrados na plataforma continental da Sibéria. Recentemente, pesquisadores avistaram áreas de mar espumando com gases que borbulham formando “chaminés de metano” saindo do solo oceânico.
Eles acreditam que a subcamada marítima de permafrost, a qual vinha agindo como uma “tampa” prevenindo que o gás não escapasse, derreteu e permitiu que os depósitos formados antes da Era do Gelo liberassem o gás para a superfície. Eles avisaram que o rápido aumento na temperatura que essa região vem apresentando está ligado diretamente a este fato.
O metano é um agente 20 vezes mais poderoso que o dióxido de carbono quando se trata do Efeito Estufa. E muitos cientistas temem que sua liberação precipitada possa acelerar o aquecimento global e significar um enorme retrocesso na tentativa de impedir o aumento na temperatura mundial, o que significaria um derretimento ainda maior da camada permafrost e índices ainda mais elevados de gás metano na atmosfera.
Calcula-se que o total de metano depositado embaixo do solo Ártico é maior que o total de carbono armazenado nas reservas mundiais de carvão, portanto existe o interesse em estabilizar esses depósitos de metano já que a região vem apresentando um aquecimento acelerado quando comparada a outras regiões do Planeta. Orjan Gustafsson, da Universidade de Estocolmo, um dos líderes da expedição Rússa, descreveu a escala de emissões de metano que os pesquisadores do navio Jacob Smirnitskyi vêm coletando.
“Foi agitada e confusa a conclusão do programa de coleta ontem (20 de Setembro) e hoje” afirmou o Dr. Gustafsson. “Uma área extensa com a liberação intensa de gás metano foi encontrada. Nas outras áreas encontramos altos índices de metano dissolvido na água. Ontem, no entanto, pela primeira vez documentamos um campo onde a liberação era tão intensa que não havia tempo para o metano se dissolver na água. Ele está se elevando e emergindo à tona em forma de bolhas de metano. Estas “chaminés de metano” foram documentadas por instrumentos eco-sonoros e sísmicos”.
Em certas locações, a concentração de metano atingiu níveis de profundidade 100 vezes maior que os usuais. Estas anomalias foram encontradas no Mar do Leste da Sibéria e no Mar Laptev, cobrindo milhares de quilômetros quadrados, indicando que milhões de toneladas de metano estão sendo despejadas diariamente. “Este desastre pode ter a mesma magnitude que o impacto estimado que já causamos aos oceanos”, afirma o Dr. Gustafsson.
“Ninguém sabe quantas, ao certo, ainda podem existir na extensa Placa Continental do Leste da Sibéria”. A perspectiva convencional sempre foi a de que a “tampa” permafrost dos sedimentos sub-oceânicos da placa siberiana deveria sustentar e preservar os maciços reservatórios de metano adequadamente. No entanto, evidências claras de que metano está sendo liberado nessa inaccessível região do Planeta sugerem que a “tampa” permafrost foi perfurada e daí o vazamento de metano. “Atualmente, o permafrost possui pequenos buracos. Encontramos níveis elevados de metano sobre a superfície da água e também um pouco abaixo da superfície. É óbvio que a fonte está no solo oceânico”.
As descobertas preliminares do Estudo Internacional da Placa Siberiana, realizado ao longo deste ano de 2008, que será publicado pela União Americana de Geofísica (American Geophysical Union), está sendo conduzida por Igor Semiletov da afastada Seção Leste da Academia Russa de Ciências. Desde 1994, Semiletov conduziu 10 expedições ao Mar Laptiev, mas durante a década de 90 não descobriu índices elevados de metano. No entanto, desde 2003 ele vem relatando um crescente número de “Hot Spots” (áreas quentes), que só agora foram confirmados por aparelhos mais sensíveis a bordo do navio Jacob Smirnitskyi.
O Dr. Semiletov já sugeriu diversas razões para explicar porque o metano está sendo liberado no Ártico, inclusive o porquê também do crescente volume de águas aquecidas sendo despejadas dos rios siberianos devido ao derretimento do permafrost no continente.
A região ártica, como um todo, já experimentou um aumento de 4ºC em média nas últimas décadas, assim como um declínio dramático do gelo que cobre o mar durante o verão. Muitos cientistas temem que a perda deste gelo possa acelerar ainda mais as tendências de aquecimento global porque o mar absorve mais calor do sol quando aberto que quando refletido numa superfície coberta de gelo.
Por sua vez, cientistas britânicos, a bordo do navio de pesquisas britânico, James Clark Ross, descobriram centenas de fontes de metano borbulhando no solo Ártico; eles contaram cerca de 250 fontes borbulhando numa área de 50 km2 em águas com menos de 400 metros de profundidade, ao Oeste da costa de Svalbard. Também foram descobertas outras fontes a uma profundidade de cerca de 1.200 metros numa segunda área próxima.
Análises de sedimentos e de água do mar confirmaram o aumento de gás metano, diz o Professor Graham Westbrook da Universidade de Birmingham, o principal investigador deste estudo. “A descoberta desse sistema tem sua importância, pois a presença do metano – causador do Efeito Estufa- indica que o mesmo vem sendo liberado nessa região climaticamente sensível desde a Era do Gelo”. A análise dos sedimentos retirados do solo dessa região mostra que o gás procede de hidrantes de metano – cristais semelhantes ao gelo cujas moléculas permanecem capturadas em “jaulas” feitas de moléculas de H2O, que se tornam instáveis quando a pressão da água diminui ou as temperaturas aumentam.
Segundo o professor Westbrook, a área analisada ao Oeste da costa de Svalbard é bastante distinta da área estudada no Norte da Rússia, pois as águas são mais profundas e não há uma camada de permafrost selando o metano debaixo do solo oceânico. É provável que as emissões de metano da costa de Svalbrad datem de aproximadamente 15.000 anos – desde a última Era de Gelo –, mas não se sabe ainda se as recentes mudanças climáticas no Ártico aceleraram o processo a um ponto onde elas próprias possam gerar novas mudanças. “Estávamos bastante curiosos ao encontrar essas fontes porque seria a primeira evidência de um sistema de gás ativo nesta parte do Planeta”, aponta o professor Westbrook. “Agora que sabemos que estão lá, precisamos considerar os seus efeitos.”

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1 O permafrost é o tipo de solo encontrado na região do Ártico. É constituído por terra, gelo e rochas permanentemente congelados. Esta camada é recoberta por uma camada de gelo e neve que, se no inverno chega a atingir 300 metros de profundidade em alguns locais, ao se derreter no verão, reduz-se para de 0,5 a 2 metros, tornando a superfície do solo pantanosa, uma vez que as águas não são absorvidas pelo solo congelado.

fonte:http://www.eco21.com.br/textos/textos.asp?ID=1871

Cientista em choque com descoberta de que a extinção da humanidade já começou e é irreversível

“Novos dados científicos revelam que o processo de extinção da humanidade já começou, é irreversível, e estará concluído por volta de 2040 …” Conferência de Imprensa de Natalia Shakhova e Igor Semiletov, investigadores no International Arctic Research Center, da Universidade do Alaska em Fairbanks e membros da Academia Russa de Ciências.

O dia do juízo final se aproxima!!! 20 coisas surpreendentes sobre o templo da Igreja Universal

1. O Templo foi construído em um terreno de 35 mil metros quadrados - o equivalente a 5 campos de futebol.

2. O Templo de Salomão assume o posto de maior espaço religioso do país em área construída, que é 4 vezes maior do que o Santuário Nacional de Aparecida (SP). Aparecida tem 23,3 mil m² de área construída, enquanto o Templo Salomão tem 100 mil m².

3. A obra durou 4 anos e custou R$ 680 milhões.

4. O Bispo Edir Macedo mandou vir de Hebron, em Israel, 40 mil metros quadrados de pedras usadas na construção e decoração do Templo.

5. Doze oliveiras foram importadas do Uruguai para reproduzir o Monte das Oliveiras.

6. A capacidade do novo templo é de 10 mil pessoas.

7. As cadeiras que vão acomodar os milhares de fiés foram trazidas da Espanha, segundo a Veja SP.

8. Cerca de 40 imóveis foram comprados no Brás por conta da obra, também segundo a Veja SP.

9. No altar, há uma esteira rolante destinada a carregar o dízimo pago pelos fiéis diretamente para uma sala-cofre, de acordo com a Veja SP.

10. Dez mil lâmpadas de LED foram instaladas no teto do salão principal.

11. Nas paredes há grandes menorás - candelabros de sete braços.

12. Na área construída há ainda espaço para 60 apartamentos de pastores que estão a trabalho no templo - incluindo um para o Bispo Edir Macedo.

13. O altar foi construído no formato da Arca da Aliança, local onde teriam sido guardados os Dez Mandamentos, segundo a Bíblia.

14. Cem metros quadrados de vitrais dourados foram instalados acima do altar, segundo a Veja SP.

15. O estacionamento do templo conta com 2000 vagas para carros, 241 para motos e 200 para ônibus.

16. Por enquanto, no período inaugural e de testes, só se poderá ir ao Templo em caravanas. Este foi um acordo com as autoridades, para que avaliasse o impacto no trânsito da região. Depois, qualquer pessoa, com seus próprios meios, poderá ir ao templo.

17. Além do Templo, há também um museu, chamado de Memorial. Lá, 12 colunas explicam a origem das 12 tribos de Israel.

18. Para as mulheres, é vetado o uso de “minissaias ou outros tipos de roupas curtas, decotadas ou sensuais”. Já os homens deverão deixar no armário as camisetas de times de futebol, bermudas, regatas e chinelos.

19. Foram usadas na obra 2.600 toneladas de ferro e 145 mil sacos de cimento.

20. Segundo a assessoria de imprensa da Igreja, a presidente Dilma Rousseff estará presente na inauguração do Templo. O ex-presidente Lula, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin e o prefeito Fernando Haddad também são esperados.

Nova ordem mundial... Planos e objetivos progredindo a todo vapor...

Atualmente, muito ouvimos falar sobre o governo da Nova Ordem Mundial, que é constituído por indivíduos influentes, ricos, muitas vezes geneticamente relacionados. Eles são lideres políticos de topo, elite das corporações e membros da chamada família real européia (dominada pela coroa Britânica). Esse poderoso e influente grupo tem como objetivo o controle econômico mundial e o controle religioso. Usam uma política de globalização, estimulando a unificação das moedas, alteração de fronteiras e falsa idéia de liberdade. Encantam o povo com teorias sobre democracia, direitos humanos, direitos das mulheres e de todas as minorias. Usam armas de controle mental como mensagens subliminares e manipulação das emoções humanas.

Essas pessoas querem dominar tudo e todos em busca de poder e riquezas materiais e neste momento, estão tendo êxito. A imensa maioria da população, independente de sua religião e cultura, vem seguindo um comportamento globalizado, imposto através das armas citadas acima, que beneficiam essa liderança. O consumismo; a imensa importância que hoje a estética representa no cotidiano das pessoas; a desestruturação familiar com a banalização do sexo e exposição excessiva das mulheres; a destruição dos recursos naturais; desconfiança das ervas medicinais e uso, muitas vezes desnecessário, de remédios sintetizados em laboratórios farmacêuticos. Tudo isso contribui para o fortalecimento de quem está no poder.

As mídias estão controladas, as artes e esportes são usados como arma de alienação de massa. O estudo religioso nas instituições também é controlado. O petróleo do oriente médio, que deveria ser recursos da Ummah, é explorado pelas empresas estrangeiras, com a conivência dos governos locais, que ganham prestigio ao favorecer o Governo da Nova Ordem Mundial.

fonte:http://www.islamismo.org/ordem_mundial.htm

Illuminati a nova ordem mundial... A hora se aproxima...


Epidemia de ebola só será controlada em seis meses, prevê ONG



A presidente da organização não-governamental Médicos Sem Fronteiras disse nesta sexta-feira que vai demorar cerca de seis meses para que a epidemia de ebola – já matou mais de mil pessoas - seja controlada no oeste da África.

Joanne Lui disse em Genebra que controlar o surto na Libéria é fundamental para conter a epidemia e fez um apelo para que mais profissionais de saúde internacionais com experiência prática se juntem aos esforços contra a doença.

Segundo ela, postos de saúde estão superlotados na África. Até agora, oito profissinais de saúde já morreram contaminados com o ebola nesta epidemia.

Por sua vez, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que a escala do surto de ebola pode ter sido "muito subestimada" e que seus funcionários viram provas de que os números de casos não refletem o tamanho da crise.

"Funcionários nos locais onde ocorre o surto viram provas de que os números de casos e mortes registrados subestimam muito a magnitude do surto. A OMS está coordenando um grande aumento na rresposta internacional (à doença)", informou a OMS.

A OMS afirmou que são necessárias "medidas extraordinárias" para conter a doença.

A organização diz que deslocou 500 pessoas para ajudar no combate ao ebola e que lançou uma campanha para arrecadar US$ 100 milhões para esse fim.
'Por algum tempo'

O surto começou na Guiné, em fevereiro, e, desde então, se espalhou para a Libéria, Serra Leoa e Nigéria. Até o momento, 1.069 pessoas já morreram devido à doença.

Apesar das declarações da OMS, a organização afirmou que o risco de transmissão da doença durante viagens aéreas continua baixo, pois o ebola não é transmitido pelo ar.

Por isso, a companhia aérea Kenya Airways, do Quênia, rejeitou os pedidos de suspensão dos voos para países do oeste da África atingidos pela doença.

A OMS disse ainda nesta sexta-feira que o surto de ebola deve continuar "por algum tempo".

Parte do desafio está no fato de que o surto ocorre em "locais caracterizados pela pobreza extrema, sistemas de saúde problemáticos, uma grande falta de médicos e o medo excessivo", acrescentou a organização.

Na Nigéria, onde quatro pessoas morreram devido à doença, o programa de residência e treinamento para médicos que trabalham em hospitais públicos foi suspenso em meio a uma greve nacional de médicos que ocorre no país desde julho.

O correspondente da BBC na África Chris Ewokor afirmou que o fim deste programa de treinamento, que afeta cerca de 16 mil médicos, deve estar ligado à greve. Segundo a Constituição do país, não é permitido colocar outros médicos para trabalhar no lugar dos grevistas.

Temendo a disseminação da doença, as autoridades nigerianas agora querem trazer médicos militares para os hospitais como parte de um plano de contingência, acrescentou o correspondente.

Os casos de ebola na Nigéria estão ligados a um funcionário do governo da Libéria, Patrick Sawyer, que já morreu. Ele trouxe a doença para a cidade de Lagos em julho.

A doença é transmitida pelo contato direto com fluidos corporais de uma pessoa infectada.

Não há cura para o ebola, mas os pacientes têm maiores chances de sobrevivência se receberem tratamento cedo.

Os sintomas iniciais são semelhantes ao de uma gripe, mas a doença pode levar a hemorragias nos olhos e gengivas, e hemorragia interna que pode levar à falência de órgãos.

fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/08/140815_oms_ebola_subestimado_fn.shtml

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