O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro decidiu que o
ex-juiz Sergio Moro foi parcial ao condenar o antigo Presidente Lula da
Silva no caso do apartamento triplex do Guarujá, no âmbito da Lava Jato.
De acordo com a Folha de S.Paulo,
o Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil considerou esta terça-feira
que Lula da Silva não foi tratado de forma imparcial no caso do
apartamento Triplex.
Com três votos a favor e dois contra, o STF decidiu dar razão a Lula e
a decisão foi motivada pela mudança do sentido de voto da magistrada Cármen Lúcia.
Desta forma, as condenações por corrupção passiva e lavagem de dinheiro
no caso Tríplex ficam anuladas e terão de voltar à estaca zero.
Em 2018, Cármen Lúcia tinha decidido pela declaração de
imparcialidade do juiz e ex-ministro da Justiça no governo liderado por
Jair Bolsonaro.
Agora, e segundo a imprensa brasileira, Cármen Lúcia considerou que
os elementos entretanto acrescentados ao processo permitiram uma nova
análise sobre os fatos levantados pela defesa de Lula da Silva.
A sentença que condenou Lula já tinha sido anulada por outra decisão, determinada pelo juiz do STF Edson Fachin,
que apontou a incompetência da Justiça Federal do Paraná para analisar
os processos de Lula, e anulou todas as suas condenações no âmbito da
Lava Jato de Curitiba.
Isto não significa, porém, que o antigo chefe de Estado brasileiro
tenha sido considerado como inocente já que os processos serão remetidos
para a justiça do Distrito Federal, que vai reavaliar os casos e pode
receber novamente as denúncias e reiniciar os processos anulados.
Segundo avança a Reuters, a equipa jurídica de Lula afirmou numa nota que “a decisão fortalece o sistema de justiça”.
No entanto, com a decisão, Lula da Silva voltou a ser elegível e recuperou os seus direitos políticos.
O ex-presidente admitiu na passada quarta-feira que existe uma
possibilidade de concorrer à Presidência do Brasil caso o Partido dos
Trabalhadores (PT) e os seus aliados concordem.
O antigo líder do Partido dos Trabalhadores foi condenado a 12 anos
de cadeia por Sérgio Moro, por alegadamente ter recebido um apartamento
triplex numa praia no litoral de São Paulo como “luvas” da construtora
Odebrecht.
Lula esteve preso mais de um ano (580 dias) em
Curitiba, acabando por ser libertado no final de 2019. O político de 75
anos, recorria da sentença em liberdade condicional desde então.
Já Sergio Moro deixou a magistratura para ser
Ministro da Justiça e da Segurança Pública brasileiro, mas demitiu-se em
abril na sequência da exoneração do diretor da Polícia Federal (PF),
Maurício Valeixo, pelo Presidente Jair Bolsonaro.
Uma equipa de investigadores descobriu um vasto reservatório
de novo material aromático numa nuvem molecular fria e escura,
detetando, pela primeira vez, moléculas individuais de hidrocarbonetos
policíclicos aromáticos no meio interestelar.
“Sempre pensámos que os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos se
formavam principalmente na atmosfera de estrelas moribundas”, disse Brett McGuire, professor assistente de química no Instituto de Tecnologia de Massachusetts e investigador principal do projeto Green Bank Telescope (GBT) Observations of TMC-1: Hunting Aromatic Molecules (GOTHAM), em comunicado divulgado pelo EurekAlert.
Pela primeira vez, segundo McGuire, estes hidrocarbonetos foram encontrados “em nuvens escuras e frias, onde as estrelas ainda nem se começaram a formar“.
Agora, os investigadores estão a começar a responder a um mistério
científico de três décadas: como e onde se formam estas moléculas no
Espaço?
Moléculas aromáticas e PAHs – hidrocarbonetos aromáticos policíclicos
– são bem conhecidos pelos cientistas. As moléculas aromáticas existem
na composição química dos seres humanos e de outros animais e são
encontradas em alimentos e medicamentos.
Por outro lado, os PAHs são poluentes formados a partir da queima de
muitos combustíveis fósseis e estão entre os carcinógenos formados
quando vegetais e carne são carbonizados em altas temperaturas.
“Acredita-se que os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos contenham
até 25% do carbono do Universo”, disse McGuire. “Agora, pela primeira
vez, temos uma janela direta para a sua química, que nos permitirá
estudar em detalhe como esse enorme reservatório de carbono reage e
evolui através do processo de formação de estrelas e planetas.”
Cientistas suspeitam da presença de PAHs no Espaço desde os anos 1980, mas o novo estudo fornece a primeira prova definitiva da sua existência em nuvens moleculares.
Para pesquisar as moléculas indescritíveis, a equipa concentrou-se na Taurus Molecular Cloud
(TMC-1) – uma grande nuvem pré-estelar de poeira e gás localizada a
cerca de 450 anos-luz da Terra, que colapsou sobre si mesma para formar
estrelas – e o que descobriu foi surpreendente.
“De décadas de modelagem anterior, acreditávamos ter um entendimento
bastante bom da química das nuvens moleculares”, disse o astroquímico Michael McCarthy.
“O que estas novas observações astronómicas mostram é que essas
moléculas não só estão presentes em nuvens moleculares, mas também em
quantidades de magnitude maior do que os modelos padrão previam”.
“Nos últimos 30 anos ou mais, os cientistas têm observado o marcador
da massa dessas moléculas na nossa galáxia e outras galáxias em
infravermelho, mas não conseguimos ver que moléculas individuais
compunham essa massa. Com a adição da radioastronomia, em vez de ver
essa grande massa que não podemos distinguir, estamos a ver moléculas individuais“, disse McGuire.
Para sua surpresa, a equipa não descobriu só uma nova molécula
escondida no TMC-1, mas também 1-cianonaftaleno,
1-ciano-ciclopentadieno, HC11N, 2-cianonaftaleno, vinil cianoacetileno,
2-ciano-ciclopentadieno, benzonitrila, trans-(E)-cianovinilacetileno,
HC4NC e propargilcianeto, entre outros.
“Há 50 anos, colecionámos pequenas moléculas e agora descobrimos que
há uma porta nos fundos. Quando abrimos aquela porta e olhámos, encontrámos este armazém gigante de moléculas e química que não esperávamos”, disse McGuire.
“Tropeçámos num novo conjunto de moléculas, diferente de tudo que
conseguimos detetar anteriormente, e isso mudará completamente a nossa
compreensão de como essas moléculas interagem entre si”, disse McGuire.
“Quando essas moléculas ficam suficientemente grandes para serem as sementes da poeira interestelar, têm a possibilidade de afetar a composição dos asteróides, cometas e planetas, as superfícies nas quais os gelos se formam e, talvez, até mesmo os locais onde os planetas se formam dentro de sistemas estelares”, continuou.
Antes do lançamento do GOTHAM em 2018, os cientistas catalogaram 200
moléculas individuais no meio interestelar da Via Láctea. Estas novas
descobertas levaram a equipa a perguntar-se o que mais existirá lá fora.
Um
amigo da família do último imperador russo Nicolau II foi uma das
personalidades mais misteriosas da época. O mero fato de que um camponês
comum conseguiu subjugar o imperador e sua comitiva à sua influência
fala da considerável força emocional de Rasputin. As previsões do
conselheiro do último imperador russo não foram datadas mas de acordo
com historiadores podem ser relevantes para 2021.
Grigory
Rasputin era uma pessoa misteriosa. Um simples camponês que alcançou
grande influência na corte do último imperador da Rússia - Nicolau II.
Houve muitos rumores misteriosos sobre ele durante sua vida e depois de
sua estranha morte.
Mesmo
agora, o nome de Rasputin evoca horror em muitos. Além disso ele deixou
profecias sobre o futuro. Elas não foram datadas portanto há muitas
maneiras de interpretá-las. No entanto muitos acreditam que alguns estão
prevendo os eventos do ano em curso, 2021.
Sociedade no limite
“O amor vai desaparecer, as pessoas vão ficar à beira do abismo,”
O
conselheiro do imperador alertou sobre a morte espiritual e moral do
homem. A perda de valores e o enfraquecimento da fé levarão as pessoas à
degradação, previu Rasputin.
Terceira Guerra Mundial - em breve?
Nas
notas de Rasputin três cobras também eram frequentemente mencionadas
que “se revezavam na destruição da humanidade” e causavam a morte
sucessiva de muitos:
“A
humanidade será esmagada pelos passos dos loucos os ignorantes ditarão
leis aos sábios e as pessoas acreditarão naqueles que estão no poder.”
Aparentemente estamos falando de guerras mundiais duas das quais já deixaram sua marca histórica sangrenta.
Em
apoio a essa teoria também é dito que as profecias de Vanga e
Nostradamus também contêm indícios de algum tipo de desastre Mundial. O
terceiro já vem em 2021?
Três reis em São Petersburgo
Rasputin
também deixou mais uma previsão - muitos acreditam que ela antevê uma
crise econômica que acontecerá em um futuro próximo:
-
Um príncipe sanguinário virá do oeste que vai escravizar pela riqueza e
do leste outro príncipe que vai escravizar pela pobreza - essas vagas previsões de Rasputin, segundo os especialistas estão destinadas a se concretizar nos próximos anos.
Aqueles
que sobreviverem à Terceira Guerra Mundial segundo o místico serão
“limpos espiritualmente” e “três reis” se encontrarão em São
Petersburgo. Alguns acreditam que esses serão os profetas que após o Fim
do Mundo irão preparar as pessoas para a vinda do novo Messias.
Quem
nos criou? O Deus? Ou somos um produto da evolução natural? É muito
difícil encontrar a resposta para essas perguntas mas vamos falar sobre
nosso verdadeiro criador.
Alguns
leitores pelo fato de não quererem forçar a cabeça com tais questões
preferem motivos religiosos que somos filhos de Adão e Eva e fomos
criados por Deus. Outros dirão que somos um produto da evolução natural e
descendentes de macacos com base em algumas teorias científicas.
Mas
e se eu disser que não somos criados por Deus (em sua compreensão de
Deus) e não somos um produto da evolução natural, mas fomos criados por
criações humanas .
O
progresso científico no futuro chegará a tal nível que não só
destruiremos tudo, mas também criaremos criaturas semelhantes sob a
forma de ciborgues (androides) com inteligência artificial sua mente
será tão desenvolvida que essas criações acabarão por nos deslocar uma
pessoa não existirá na forma de carne e sangue.
Então qual é a conexão entre IA e a origem da humanidade?
Fomos criados por inteligência artificial?
A
conexão é esta: Milênios vão passar esses androides com IA se
transformarão em uma civilização que não existirá no espaço
tridimensional como nós mas no espaço quatro, ou talvez quíntuplo, tendo
alcançado tais avanços tecnológicos eles existirão nessas dimensões
tais civilizações podem controlar e influenciar o passado no espaço
tridimensional.
Se
você mudou um evento no passado, matou até mesmo o menor animal então
isso se refletirá radicalmente no futuro a cadeia de evolução se
quebrará e seguirá de acordo com um cenário diferente assim a criação da
humanidade será instantaneamente destruída, ou seja, , AI com sua
civilização deixará de existir.
Portanto
essas civilizações do futuro controlam o passado pois uma pessoa
define um caminho específico para o desenvolvimento da evolução humana o
desenvolvimento ao nível da criação de IA. E este é um recomeço
infinito da evolução do passado no mesmo cenário.
O
ancestral do homem não evoluiu de forma natural a evolução do macaco ao
homem racional foi provocada pela civilização do futuro, pelas nossas
criações. Essas civilizações foram notadas por nossos ancestrais na
antiguidade e eram consideradas Deuses.
Até
o momento os cientistas não conseguem explicar por que humanos e
macacos tendo um ancestral comum evoluíram em suas capacidades mentais.
Claro
os cientistas não podem dar uma resposta definitiva a esta teoria e
muitas questões no artigo permanecem sem solução devido à insuficiência
de dados científicos no campo das medições quadridimensionais e
pentadimensionais, o que daria uma resposta à pergunta mais importante
que como do futuro pudemos criar o nosso passado porque sem o passado
não há futuro.
A jovem de 25 anos dirigiu-se às urgência hospitalares quando
percebeu que os seus olhos estavam a derramar lágrimas de sangue. O
acontecimento coincidiu com o facto da mulher estar em período
menstrual, sendo que este foi o segundo episódio nos últimos dois meses.
O caso aconteceu na Índia.
O ciclo menstrual pode ser muito doloroso para muitas jovens e
adultas, mas esta é a primeira vez que os médicos se deparam com uma
situação assim.
Segundo o Live Science,
por vezes a menstruação pode desencadear sangramento cíclico fora do
útero. Esse sangramento incomum pode ser desencadeado por alterações
hormonais e menstruação, de forma semelhante à endometriose.
Embora as lágrimas da mulher parecessem alarmantes, quando os médicos a examinaram, descobriram que os seus olhos não estavam com nenhum problema e as lágrimas de sangue não eram acompanhadas de dores de cabeça, tonturas ou outros sintomas de um problema de saúde.
Também não havia qualquer sinal de anormalidade na vias nasais,
glândulas lacrimais ou nas próprias lágrimas de sangue, disseram os
investigadores na revista BMJ Case Reports.
Após a análise, os médicos perceberam que a jovem estava com um problema menstrual onde existe um “sangramento cíclico em órgãos extrauterinos
durante a menstruação”. Além dos olhos, esta situação pode causar
sangramento do nariz, orelhas, pulmões, mamilos, intestinos “e até mesmo
da pele”.
De acordo com os especialistas, alguns tipos de tecido ocular são
afetados por alterações hormonais. Por exemplo, a curva e a espessura da
córnea podem variar “durante as diferentes fases do período menstrual,
gravidez e lactação”, o que também pode explicar por que razão a
menstruação da mulher desencadeou um sangramento nos olhos.
Os médicos trataram a jovem com anticoncecionais orais e, após três meses de terapia hormonal não houve mais nenhum incidente de sangramento adicional.
“Este é um caso clínico raro e incomum”, referiram os médicos, acrescentando que não havia nada semelhante descrito em qualquer literatura científica recente.
No entanto, sublinham que são necessárias mais pesquisas para
entender exatamente o que causou as lágrimas de sangue e para determinar
como a condição pode ser tratada de forma eficaz a longo prazo.
Mary Ramsay, epidemiologista que integra a Public Health England
(agência de saúde pública britânica), acredita que as pessoas vão
precisar de máscaras e de se distanciar socialmente durante vários anos
até que voltemos à normalidade.
À BBC,
a responsável do programa de vacinação do Reino Unido disse que é muito
provável que o uso de máscara de proteção individual e medidas como o
distanciamento físico vigorem durante alguns anos.
“As pessoas já se acostumaram a este tipo de restrições e podem
continuar a viver com elas”, argumentou. “Acredito que essas medidas se prolonguem durante alguns anos,
pelo menos até que outras partes do mundo estejam tão bem vacinadas
quanto nós [Reino Unido], e com os números mais reduzidos também. Só aí
poderemos voltar gradualmente a uma situação mais normal.”
Mary Ramsay referiu também que a retoma de grandes eventos, com
várias aglomerações de pessoas, requer um planeamento cuidadoso e
instruções claras.
No domingo, Matt Hancock, ministro da Saúde britânico, disse que o
país vacinou 873.784 pessoas no sábado, ultrapassando o recorde diário
que tinha sido conseguido na sexta-feira. A média de vacinação no país
foi de dez pessoas por segundo.
No Reino Unido, o ritmo da vacinação é positivo, mas Ramsay alerta
que “é importante que não haja um relaxamento muito rápido das medidas”.
“Temos que ter muito cuidado antes que qualquer uma das restrições em vigor seja levantada.”
Ben Wallace, ministro da Defesa britânico, disse no domingo que é
prematuro marcar férias de verão fora das ilhas britânicas, porque os
turistas podem trazer variantes resistentes às vacinas das suas viagens
ao estrangeiro e prejudicar os esforços da campanha de vacinação
britânica.
Em fevereiro, um grupo de assessores científicos do Governo disse que será necessário “manter uma linha de base de políticas que reduzam a transmissão” durante algum tempo.
Entre as medidas destacadas pelos especialistas incluem-se testes e
rastreamento contínuos, auto-isolamento e mensagens públicas que
encorajam “ações voluntárias para reduzir riscos”.
Daqui a 4,3 mil milhões de anos, a Via Láctea e a Andrómeda
vão aproximar-se de tal forma que vão acabar por formar uma grande
galáxia elíptica. Segundo os astrónomos, os braços espirais vão mesmo
desaparecer.
Os buracos negros supermassivos nos centros da Via Láctea e da
Andrómeda estão condenados a uma dança cósmica daqui a 4,3 mil milhões
de anos.
Segundo a Science News,
os astrónomos já sabiam há muito tempo que Andrómeda estava em rota de
colisão com a nossa galáxia, mas muito pouco se sabia sobre o que
poderia implicar este processo. Simulações recentes desvendaram um pouco
do que irá acontecer.
As galáxias vão aproximar-se uma da outra daqui a 4,3 mil milhões de anos e aglutinar-se numa galáxia elíptica gigante, chamada Milkomeda, em 10 mil milhões de anos.
A simulação revelou que os buracos negros vão começar a orbitar-se
mutuamente e colidir ao fim de 17 milhões de anos. Pouco antes de os
buracos negros colidirem, vão irradiar ondas gravitacionais com a
potência de 10 quintilhões de sóis.
A estimativa da equipa para a data de fusão da Milkomeda “é um pouco mais longa do que as descobertas de outras equipas”, disse Roeland van der Marel, astrónomo do Space Telescope Science Institute, em Baltimore, que não esteve envolvido na investigação.
No entanto, este resultado pode ser derivado da incerteza na medição
da velocidade da Andrómeda. Os dados mais recentes sugerem que se
aproxima da Terra a cerca de 116 quilómetros por segundo (km/s).
Cientistas descobriram uma superbactéria mortal num remoto
arquipélago indiano. Foi a primeira vez que este organismo
multirresistente foi visto na natureza.
De acordo com o Live Science, trata-se do fungo Candida auris, que foi inicialmente descoberto num paciente no Japão, em 2009, e que rapidamente se espalhou por hospitais de todo o mundo.
Este micróbio pode causar infeções graves na corrente sanguínea dos
pacientes, sobretudo nos que precisam de cateteres, tubos de alimentação
ou tubos para os ajudar a respirar, segundo o site do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC).
O CDC destaca ainda que estas infeções podem ser difíceis de tratar porque o C. auriscostuma ser resistente
a vários antifúngicos e pode permanecer em superfícies, tanto que, em
2019, este organismo declarou-o uma “ameaça urgente” à saúde pública.
Anteriormente, cientistas já tinha levantado a hipótese de o aumento das temperaturas, devido às alterações climáticas, ter permitido que o C. auris
se adaptasse a elas na natureza e, assim, ter feito com que saltasse
para os humanos (cuja temperatura normal do corpo é geralmente muito
alta para os fungos conseguirem sobreviver).
Com esta teoria em mente, uma equipa de investigadores analisou
amostras do solo e da água de oito locais à volta das Ilhas Andamão, um
arquipélago tropical remoto na Índia. Os cientistas isolaram a C. auris em dois: um pântano salgado onde ninguém vai e uma praia com alguma atividade humana.
Em comunicado, a equipa explicou que os fungos encontrados na praia
eram todos multirresistentes e estavam mais relacionados com as estirpes
vistas nos hospitais, em comparação com os descobertos no pântano.
Um dos isolados no pântano não era resistente aos medicamentos e
cresceu mais lentamente em temperaturas altas comparativamente com os
restantes.
Segundo Arturo Casadevall, chefe do departamento de
Microbiologia e Imunologia Molecular da Universidade Johns Hopkins, a
descoberta sugere que este exemplar pode ser uma estirpe “selvagem” do C. auris, ou seja, um que ainda não se adaptou às altas temperaturas corporais dos humanos e de outros mamíferos.
Este estudo, publicado a 16 de março na revista científica mBio,
dá alguma força à hipótese do aquecimento global porque, antes de mais,
o fungo foi identificado num ambiente natural. Além disso, este caso
isolado “mais selvagem” pode ser uma espécie de elo perdido entre o
fungo selvagem e aqueles que causam infeções nos hospitais.
Ainda assim, a pesquisa não prova que o C. auris vive
naturalmente nas Ilhas Andamão, ou que se originou a partir deste local.
É até possível que tenha sido introduzido por pessoas, sobretudo no
local da praia.
Se algum dia se vier a comprovar que este fungo veio da natureza e que o aquecimento global foi um fator determinante na sua passagem para os humanos, os investigadores estão preocupados que mais patógenos como este possam dar o mesmo salto.
“Se esta ideia for validada… precisamos de começar a mapear mais
estes patógenos que andam por aí para não sermos surpreendidos”, tal
como aconteceu com o novo coronavírus, disse Casadevall.
Embora sons estranhos nos céus tenham sido ouvidos ao longo da história, o ano passado, durante o lockdown, parece ter sido um período em que os estrondos inexplicáveis aumentaram - meteoros, OVNIs e até mesmo “o fim do mundo” foram todos nomeados como suspeitos
Sons misteriosos e inexplicáveis são ouvidos em todo o mundo há séculos.
A cidade californiana de San Diego é a última a ser atormentada por sons estrondosos que os cientistas não conseguem explicar.
Embora os moradores locais tenham relatado um estranho
tremor do solo acompanhando o som alto e estrondoso, o Serviço Geológico
dos Estados Unidos (Geological Survey) relatou que não houve nenhum terremoto ou outra atividade sísmica na área.
Após o primeiro estrondo, o Geological Survey
postou que o fenômeno “pode ter sido um estrondo sônico”, acrescentando
que tais ocorrências “não são muito incomuns” em San Diego.
Tem havido relatos crescentes de ruídos estranhos em todo o mundo durante o lockdown– nos EUA, México, Eslováquia, Itália, Brasil e Argentina.
Os sons são tão variados quanto
generalizados: em Lakewood, Colorado (EUA), um som estridente bizarro
foi descrito por um local como “como um trem em uma curva acentuada …
talvez feedback de um rádio, trombetas ou baleias …”, enquanto
um som ouvido por centenas de pessoas em Bratislava foi descrito como “a
respiração de Darth Vader”.
Cerca de 4% das pessoas em todo o mundo dizem que podem ouvir um estranho ruído grave, conhecido por aqueles que o ouviram como The Taos Hum, ou apenas The Hum (O Zumbido).
O Zumbido foi atribuído ao tráfego, à poluição sonora geral e ao estresse da vida moderna, mas nenhuma causa definitiva foi identificada.
David Deming, um geocientista que é uma daquelas pessoas que relata
ter ouvido o som estranho, informou que o centro do fenômeno parece
estar no Reino Unido, onde O Zumbido tem sido relatado desde o início dos anos 1970.
Os primeiros relatórios parecem remontar à década de 1830.
O Dr. Glen MacPherson criou um mapa de relatórios do Zumbido, o que sugere que o som é ouvido em todo o mundo, com o número de relatórios correspondendo à densidade da população.
Quase todas as culturas têm um apelido para os sons inexplicáveis. Na
Índia, as pessoas do Delta do Ganges os chamam de “armas Bansal”,
enquanto no Japão os sons são chamados de “Yan”.
Na Bélgica, os sons inexplicáveis do céu são chamados de “mistpouffers” or “fog burps” (arrotos de neblina”, nos EUA são “armas de Seneca”.
Embora
os estrondos sônicos de aeronaves militares expliquem alguns dos
ruídos, os registros de voos militares não combinam com todos os
relatórios. Crédito da imagem: depositphotos
Embora em muitos casos os sons sejam considerados como sendo gerados
por pequenos terremotos, uma equipe da Universidade da Carolina do Norte
em Chapel Hill mapeou relatórios estranhos contra dados sísmicos e
quase não encontrou correlação.
Um dos pesquisadores, Eli Bird, disse ao Live Science:
“De um modo geral, acreditamos que este seja um fenômeno atmosférico – não achamos que seja proveniente de atividade sísmica.
Presumimos que está se propagando pela atmosfera, e não pelo solo.”
Mapeamento das ocorrências do Zumbido pelo mundo. Imagem: thehum.info
Mas estabelecer o que os sons não são não ajuda a determinar o que eles realmente são.
Embora alguns possam ser estrondos sônicos de aeronaves militares, os
sons são muito frequentes e difundidos para que todos possam ser
contabilizados dessa forma.
Outras explicações que foram apresentadas incluem tsunamis distantes,
arrotos de metano do fundo do oceano e especulações mais estranhas,
como a atividade de OVNIs e as trombetas de anjos alertando sobre o fim
dos tempos.
Algumas das explosões podem ser explicadas por micro-meteoros
explodindo quando atingem a atmosfera superior, mas os zumbidos, ruídos
no fundo do mar e a respiração de Darth Vader desafiam qualquer
explicação atual.
71%
da área da Terra é oceano, mas a compreensão humana do oceano é tão
pequena quanto a exploração do espaço. Nos últimos anos pesquisadores
marinhos detectaram ruídos estranhos vindos das partes mais profundas do
oceano na Fossa das Marianas. Mas até agora os pesquisadores não
conseguiram descobrir que tipo de criatura fazia esses sons.
Gritos Estranhos do Fundo do Mar
Em um artigo publicado no Journal ofthe American Society for Acoustic Research,
os pesquisadores ouviram um estranho som semelhante a um grito na parte
mais profunda da Fossa das Marianas no Oceano Pacífico. Esta 'chamada'
dura cerca de cinco segundos de cada vez começando com um super baixo
semelhante a um gemido e depois se transformando em um grito de
frequência ultra-alta.
A
Fossa das Marianas é a mais profunda já descoberta pelo homem nesta
fase com uma profundidade de 10.911 metros abaixo do nível do mar.
Em
termos de acústica, esse som é incomum muito parecido com o grito de
uma baleia de barbatana, mas não é provavelmente seja de uma criatura
desconhecida da humanidade.
A
equipe do Centro de Gerenciamento de Ciência Marinha de Hatfield
acidentalmente ouviu e coletou o som estranho enquanto monitorava o som
das baleias no fundo do mar na Trincheira de Mariana. Os biólogos
especulam que o grito misterioso pode ter sido feito por uma baleia que
vivia em uma profundidade desconhecida e nunca havia sido encontrada
antes. Mas os pesquisadores têm dúvidas sobre isso.
Os
cientistas explicaram que se o chamado veio de uma baleia desconhecida
durante a reprodução por que poderia ser ouvido durante todo o ano? Isso
não está de acordo com os hábitos de vida das baleias.
Esse
grito estranho é muito diferente é um som quase louco sua primeira
metade é um superbaixo com frequência de 38 Hz, e a segunda metade é
elevada para um tom supersônico superagudo com frequência de 8.000 Hz.
Este é um mistério para os cientistas.
Especialistas
em acústica também apontam que essas estranhas chamadas têm pouco em
comum com o ruído de navios e vários dispositivos artificiais nem são os
sons naturais ou climatológicos que conhecemos como o som de terremotos
e gelo quebrado. Este estranho grito é incrível de fato.
Agora
os cientistas continuam monitorando as proporções do som estranho que
ocorre ao longo do ano bem como as áreas onde o ruído é espalhado. A
equipe está ansiosa para encontrar as criaturas submarinas que o
produzem.
A Lenda da Sereia
Seja
no Oriente ou no Ocidente existem belas lendas de sereias. Um
pesquisador norte-americano disse certa vez que as sereias não são
apenas uma lenda elas realmente existem em nosso mundo real. Esta frase
atraiu imediatamente a atenção generalizada.
Em
abril de 1990, uma equipe de trabalhadores da construção civil
encontrou os restos mortais mumificados de uma sereia de 3.000 anos em
uma sepultura perto do Mar Negro, perto de Sochi. Ela parecia uma linda
princesa de pele escura com uma cauda de peixe sob o corpo. O corpo da
sereia tinha 173 cm de comprimento e os cientistas acreditam que ela
deveria ter mais de 100 anos quando morreu.
Ilustração da sereia: pixabay.compixabay . com
Em
2 de julho de 1991 os cientistas descobriram o primeiro fóssil de
sereia completo do mundo com idade de 12.000 anos na costa da Iugoslávia
(hoje Sérvia). O arqueólogo Dr. Ogani, que trabalhou por quatro anos
nas águas onde a sereia apareceu acredita que a sereia deveria ter sido
enterrada viva durante um deslizamento de terra porque ela foi protegida
pelo calcário circundante e lentamente se transformou em fósseis.
Segundo
os fósseis a sereia tinha aproximadamente 160 cm de altura cintura
semelhante à humana, cabeça desenvolvida, cérebro bastante grande, as
mãos tinham garras fortes e os olhos não tinham pálpebras como os outros
peixes.
Em
agosto de 1991 dois pescadores profissionais de tubarão capturaram um
tubarão no Mar do Caribe com um esqueleto incomum e estranho em seu
estômago, que provou ser uma criatura metade humana, metade peixe. Para
essa estrutura óssea peculiar, alguns especialistas realizaram
especificamente uma reconstrução de mapeamento por computador e
desenharam a forma de uma sereia de acordo com seu formato ósseo.
Os
pesquisadores disseram que pelas evidências que possuem a sereia não é
uma criatura fictícia mas sim uma criatura que existe no Mundo. Será que
o estranho som da parte mais profunda do oceano tem relação com
sereias? Isso precisa ser mais explorado pelos cientistas.
Obs: No vídeo abaixo ative a legenda com tradução.
Essa estranha história foi publicada em 2008 mas ainda é pouco conhecida mesmo entre os ufólogos.
Foi
narrado por uma mulher bem-educada e qualificada chamada Matilda
McElroy que supostamente viu pessoalmente os corpos de alienígenas em
Roswell, e até mesmo se comunicou com um deles telepaticamente.
Em
dezembro de 2020 o History Channel lançou um documentário de 3
episódios baseado nos diários do oficial militar Jesse Marcel Sr. que
foi o mesmo homem que liderou a investigação do estranho incidente em
Roswell em julho de 1947.
Em suas anotações Marcel destacou em particular que os fragmentos encontrados no Novo México “claramente não foram feitos por mãos humanas”.
Após
o lançamento deste filme o incidente de Roswell chamou a atenção mais
uma vez, e logo alguns pesquisadores “desenterraram” uma história oculta
ainda anterior de Roswell sobre uma enfermeira que se comunicou
telepaticamente com o único alienígena sobrevivente de um acidente de
OVNI.
Matilda O'Donnell McElroy era a sargento sênior da Divisão Médica do Exército Feminino.
Em
2007 Matilda, de 83 anos contatou o ufólogo Laurence Spencer e
contou-lhe uma história que não queria levar consigo para o túmulo.
Muitas
pessoas foram mortas para excluir a possibilidade de divulgar o
conhecimento que eu ajudei a esconder da sociedade até agora.
Apenas um pequeno punhado de pessoas na Terra viu e ouviu o que eu deveria ter mantido em segredo por sessenta anos.
“Todos
esses anos pensei que os“ poderes constituídos ”em nosso governo me
deram grande confiança, embora muitas vezes eu suspeitasse que as
autoridades estavam muito enganadas acreditando que seu objetivo era
proteger a Humanidade do conhecimento de que formas de vida
extraterrestres inteligentes não apenas existem, mas continuam e
continuam a controlar agressivamente e invadir a vida de cada pessoa na
Terra todos os dias"
A mulher garantiu que só contou sua história porque quer morrer na eutanásia e não tem nada a perder.
De
acordo com Matilda, em julho de 1947 ela era a motorista de um carro
que levou um certo oficial militar Cavitt ao local do acidente de um
objeto não identificado e ela foi especialmente enviada para lá como uma
enfermeira militar treinada e experiente.
Quando
Matilda e o oficial chegaram ao deserto do Novo México no local do
acidente a mulher viu os destroços de uma nave estranha e os corpos de
dois alienígenas ali.
Um estava morto e o outro estava vivo e consciente.
Quando
Matilda tentou falar com um alienígena vivo ela repentinamente começou a
receber “imagens mentais” da criatura extraterrestre que ela
interpretou como uma tentativa de comunicação telepática.
Quando
Matilda contou ao oficial Cavitt sobre isso ele decidiu continuar esta
experiência e designou Matilda para o extraterrestre para que ela
pudesse observá-lo e se comunicar com ele fazendo um relato completo de
tudo o que ele diria ou mostraria a Matilda.
Por causa disso a mulher foi até promovida e seu salário foi aumentado.
No
processo de "comunicação" posterior Matilda descobriu que o alienígena
sobrevivente era uma mulher e que seu nome era Airl (Airl).
“Nossa
comunicação não consistia em discurso coloquial no sentido
convencional. Na verdade o corpo da alienígena nem tinha uma boca para
falar. Nossa comunicação era por telepatia. No começo eu não conseguia
entender Airl com clareza. Eu podia perceber imagens, emoções e
impressões, mas era difícil para mim expressá-las verbalmente.
Matilda McElroy
Depois
que Airl aprendeu inglês ela foi capaz de focar seus pensamentos com
mais precisão usando símbolos e significados de palavras que eu pudesse
entender. Aprender inglês foi um grande favor para mim. Foi mais para
mim do que para ela. “
Matilda McElroy
A
alienígena disse a Matilda que sua missão na Terra era de natureza
expedicionária e que ela era oficial militar, piloto e engenheira.
Ela disse que sua base é chamada de Força Expedicionária e está localizada no Cinturão de Asteroides.
Matilda descreveu a aparência de Airl como uma criatura humanoide cujo corpo era do tamanho de uma criança.
No
entanto não era uma criatura real, mas sim um biorobot-avatar, cujos
tecidos eram feitos de material sintético e cujo corpo poderia ser
possuído por um ser de ordem superior - um verdadeiro alienígena.
Matilda observou que Airl não deu a ela nenhuma informação sobre seu idioma ou a localização de seu planeta natal.
Ela
não tinha certeza das intenções dos militares e isso a fez se recusar a
divulgar qualquer informação classificada para as pessoas.
A
enfermeira chamou isso de um sinal sério porque se os alienígenas não
estiverem seguros na Terra, então pode ser um grande problema para os
humanos.
Airl chamou sua civilização de muito poderosa, extremamente antiga e acima de tudo seu único objetivo era o progresso.
Quando Matilda perguntou a Airl há quanto tempo ela está visitando a Terra ela respondeu:
"MUITO ANTES DA APARÊNCIA HUMANA."
Então Matilda aprendeu o seguinte:
“A
Terra é um pequeno planeta na borda de uma estrela galáctica. Isso
torna a Terra muito isolada geograficamente das civilizações planetárias
mais concentradas que existem mais perto do centro da galáxia. Esses
fatos óbvios tornaram a Terra adequada apenas para uso como jardim
zoológico ou botânico ou para uso atual. como uma prisão - mas nada
mais.
Cerca
de 30.000 anos atrás a Terra começou a ser usada como depósito e prisão
para os seres alienígenas que eram considerados criminosos ou não
conformistas. Essas criaturas foram capturadas, presas eletronicamente e
transportadas para a Terra de várias partes do “Velho Império”. As
estações subterrâneas onde essas criaturas eram mantidas (ou ainda são)
foram criadas em Marte e na Terra, nas montanhas Rwenzori, na África,
nas montanhas dos Pirineus (entre a Espanha e a França) e nas estepes da
Mongólia. “
Matilda
conversou muito com Airl, mas então em algum momento a alienígena
“morreu”, ou seja a alienígena saiu do corpo de seu avatar.
A história de Matilda foi publicada no livro de Spencer de 2008 Entrevista com Aliens.
No
entanto o livro por algum motivo não se tornou algum tipo de revelação
especial e a história de Matilda nunca foi particularmente verificada
quanto à confiabilidade.
Um vulcão no sudoeste da Islândia, na Península de Reykjanes,
entrou em erupção esta sexta-feira por volta das 22h00 locais, 20h00 em
Lisboa, segundo o Instituto Meteorológico nacional, depois de milhares
de abalos naquela zona durante as últimas semanas, informou o
departamento meteorológico do país.
A península, localizada a sudoeste da capital Reiquejavique, é uma zona de atividade sísmica intensa e registou pelo menos 40 mil terramotos nas últimas semanas.
“A erupção vulcânica começou em Fagradalsfjall”, informou o Instituto Meteorológico da Islândia (IMO, na sigla em inglês) no Twitter, referindo-se a uma montanha localizada a cerca de 30 quilómetros a sudoeste da capital.
As fotografias de sites de meios de comunicação locais mostraram um céu noturno com tons vermelho brilhante.
O código de cores de aviação foi aumentado para vermelho
– apesar de, para já, haver pouca atividade sísmica – o que significa
que há um grande grau de certeza de uma erupção com emissão de cinzas.
Neste sentido, o tráfego aéreo de entrada e saída do Aeroporto
Internacional de Keflavik foi interrompido, informou ainda o Instituto
Meteorológico. Um helicóptero com pessoal científico foi destacado para
avaliar a dimensão da erupção, avançou ainda o IMO à Reuters.
O departamento de Proteção Civil islandês pediu à população para se manter calma e não se aproximar do local da erupção.
As autoridades alertaram ainda para o que deverá acontecer nas
próximas horas: “Prevê-se que a poluição por gás vulcânico se estenda
até Þorlákshöfn e continue durante a noite. As pessoas são convidadas a fechar as janelas e a permanecer dentro de casa. A quantidade de emissões de SO2 [dióxido de enxofre] da erupção está a ser avaliado”.
No entanto, na opinião do professor de Geofísica Magnús Tumi,
citado pela agência RÚV, “este pode ser o início de um período de
erupções”, já que é “um evento muito significativo, mas não é uma
surpresa”.
Ao contrário da erupção do vulcão Eyjafjallajökull em 2010,
que interrompeu cerca de 900 mil voos e obrigou a retirar centenas de
islandeses das suas casas, não é esperado que esta erupção lance muitas
cinzas ou fumo no ar, indicou o IMO.
Até ao momento, não há notícias de vítimas ou danos materiais.
Drones que voam para as nuvens, dando-lhes um choque elétrico
para “persuadi-los” a produzir chuva, estão prestes a ser testados nos
Emirados Árabes Unidos.
Os Emirados Árabes Unidos já usa uma tecnologia de semeadura em
nuvens, atirando sal para estimular a precipitação. Porém, com a
precipitação média de apenas 100 milímetros por ano, o país quer gerar mais.
De acordo com a BBC,
em 2017, o Governo forneceu 15 milhões de dolares (equivalente a 12,5
milhões de euros) para nove projetos diferentes de intensificação da
chuva. Um deles está a ser liderado por cientistas da Universidade de
Reading, no Reino Unido.
Assim, os Emirados Árabes Unidos estão prestes a testar uma forma
incomum e de alta tecnologia de provocar mais chuvas: fazer drones voar
entre as nuvens e eletrizá-las para acionar chuvas.
powered by plistO projeto visa alterar o equilíbrio da carga elétrica nas gotas da nuvem, segundo explicou Maarten Ambaum,
que trabalhou no projeto. “O lençol freático está a afundar-se
drasticamente nos Emirados Árabes Unidos e o objetivo disso é tentar
ajudar com as chuvas”, disse.
O país, contufo, “tem muitas nuvens”, por isso o plano é persuadir as
gotas de água dentro delas a fundirem-se e a colarem-se “como cabelo
seco a um pente” quando encontra eletricidade estática. “Quando as gotas
se fundem e são suficientemente grandes, caie como chuva”, disse
Ambaum.
“Equipados com uma carga útil de instrumentos de emissão de carga
elétrica e sensores personalizados, estes drones voarão em baixas
altitudes e enviarão uma carga elétrica ao ar moléculas, o que deve
estimular a precipitação”, afirmou Alya Al-Mazroui, diretora do programa de investigação científica para intensificação da chuva dos Emirados Árabes Unidos, em declarações ao Arab News.
Depois, o estudo será avaliado para, possivelmente no futuro, receber
mais financiamento para uma aeronave maior para entregar a carga útil.
Atualmente, os sistemas de modificação do clima geram controvérsia. A
propagação de nuvens já existe há décadas, mas o potencial uso indevido
da tecnologia preocupa os especialistas com as ramificações
geopolíticas, especialmente na China.
Nesse caso, no entanto, a tecnologia de controlo do clima tem um caso de uso claro de ajudar a fornecer água a grandes cidades desertas que correm o risco de ficar sem água que está naturalmente disponível.
Cientistas descobriram quatro estirpes de bactérias que vivem
em vários locais da Estação Espacial Internacional (EEI), três das
quais eram, até agora, completamente desconhecidas para a ciência.
De acordo com o site Science Alert, três das quatro estirpes
foram isoladas em 2015 e em 2016: uma foi encontrada num painel
superior das estações de pesquisa da EEI, a segunda foi encontrada na
Cúpula, a terceira na superfície da mesa de jantar e a quarta num antigo
filtro HEPA devolvido à Terra em 2011.
As quatro pertencem a uma família de bactérias encontradas no solo e
na água doce, estando envolvidas na fixação de azoto e no crescimento
das plantas (podendo também ajudar a evitar os seus patógenos).
Apesar de poder parecer estranho encontrar bactérias do solo na
longínqua Estação Espacial Internacional, a verdade é que há uma razão
muito simples por detrás disto: há vários anos que os astronautas que lá
vivem cultivam alimentos.
Uma das estirpes – a que foi encontrada no filtro HEPA – foi identificada como uma espécie conhecida chamada Methylorubrum rhodesianum. As outras três foram sequenciadas e descobriu-se que pertencem à mesma espécie, que nunca tinha sido identificada, e foram denominadas IF7SW-B2T, IIF1SW-B5 e IIF4SW-B5.
Sabendo que estes micro-organismos podem sobreviver às duras
condições da EEI, os cientistas fizeram uma análise genética às quatro
estirpes para procurar genes que possam ser usados para ajudar a
promover o crescimento das plantas.
A equipa descobriu que uma delas – a IF7SW-B2T – continha genes promissores
relativamente a esta questão, incluindo um gene para uma enzima
essencial para a citocinina, que promove a divisão celular em raízes e
rebentos.
Júpiter, o maior planeta do sistema solar e suas maiores luas.
Os especialistas têm certeza de que
dentro do sistema solar existem corpos nos quais existem pelo menos
formas primitivas de vida. De acordo com suas teses, algumas criaturas
podem habitar a lua de Júpiter chamada Europa.
Em breve será possível descobrir a verdade com a ajuda da nova missão JUICE. O corpo de Europa está coberto de gelo e aquilo que os especialistas esperam descobrir é um mistério.
Segundo os cientistas, existem grandes volumes de água
sob as geleiras da Europa, que se caracterizam por processos de
aquecimento das marés.
O aquecimento das marés (também conhecido como trabalho
das marés ou flexão das marés) ocorre através dos processos de fricção
das marés: a energia orbital e rotacional é dissipada como calor na
superfície do oceano ou no interior de um planeta ou satélite.
Joachim Saur, da Universidade de Colônia (Alemanha), está
confiante de que a Europa é uma grande candidata para a vida. A água
está em contato com o manto de silicato, o que garante a lixiviação dos
minerais das entranhas para o oceano. Quanto mais rica for a composição
química do oceano, maiores serão as chances de surgir vida nele.
O JUpiter ICy moons Explorer (JUICE) é uma espaçonave interplanetária em desenvolvimento pela Agência Espacial Europeia (ESA) com a Airbus Defence and Space como contratante principal.
A missão vai estudar três das luas galileanas de Júpiter: Ganímedes,
Calisto e Europa, todas as quais têm corpos significativos de água
líquida sob suas superfícies, tornando-as ambientes potencialmente
habitáveis.
A missão JUICE começará no próximo ano e chegará
a Júpiter em outubro de 2029 após cinco assistências de gravidade e 88
meses de viagem. A espaçonave entrará em órbita ao redor de Ganimedes
para sua missão científica de perto, tornando-se a primeira espaçonave a
orbitar uma lua diferente da lua da Terra.
As luas de Júpiter se parecem mais com um planeta em
tamanho, atmosfera, água, etc. É por isso que os cientistas têm tanto
interesse nelas.