O estilo de vida de três norte-americanos leva a uma emissão
de carbono suficiente para matar uma pessoa, revelou um novo artigo,
concluindo ainda que as emissões de uma única usina a carvão podem
causar mais de 900 mortes.
A análise, publicada na Nature Communications e citada esta quinta-feira pelo Guardian, baseou-se no “custo social do carbono”,
um valor monetário atribuído aos danos causados por cada tonelada de
dióxido de carbono, estabelecendo um número estimado de mortes derivadas
dessas emissões.
O relatório inclui dados de vários estudos de saúde pública,
constatando que, para cada 4.434 toneladas métricas de CO2 projetadas
para a atmosfera para além da taxa de emissões de 2020, uma pessoa no
mundo morrerá prematuramente devido ao aumento da temperatura. Este CO2
adicional é equivalente às emissões de 3,5 norte-americanos.
A adição de mais 4 milhões de toneladas métricas acima do nível de
2020, produzida em média pelas usinas a carvão média dos Estados Unidos
(EUA), custará 904 vidas até o final do século. Numa maior escala, a
eliminação das emissões – que causam o aquecimento do planeta – até 2050
salvaria cerca de 74 milhões de vidas em todo o mundo neste século.
O número estimado de mortes devido às emissões não são definitivos,
visto que representa apenas mortalidade associada ao calor, deixando de
fora as cheias, os ciclones e outros impactos da crise climática, referiu Daniel Bressler, do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, nos EUA, autor do artigo.
Esta pesquisa ilustra as disparidades nas emissões geradas pelo
consumo em diferentes países. Embora sejam necessários 3,5
norte-americanos para criar emissões suficientes para matar uma pessoa,
seriam necessários 25 brasileiros ou 146 nigerianos para fazer o mesmo,
concluiu o estudo.
Gernot Wagner, economista do clima da Universidade de Nova Iorque,
não envolvido na pesquisa, disse que o custo social do carbono é uma
“ferramenta política crucial”, mas é também “muito abstrato”.
Para Bressler, embora o seu artigo analise as emissões causadas por
atividades individuais, o foco deveriam ser as políticas que impactam as
empresas e os governos, que influenciam a poluição de carbono numa
escala social.
“Na minha opinião as pessoas não deveriam levar as suas emissões por
pessoa para o lado pessoal. As nossas emissões [derivam] em grande parte
da tecnologia e da cultura dos locais onde vivemos”, acrescentou.
O vídeo foi gravado por um grupo de conservação ambiental
depois de uma onda de calor no Noroeste Pacífico que fez as temperaturas
da água atingirem os 21 graus Celsius.
De acordo com o jornal The Guardian, os salmões do rio Columbia,
na América do Norte, foram recentemente expostos a temperaturas
insuportáveis, o que lhes provocou feridas e infeções fúngicas.
No vídeo, divulgado esta terça-feira pela organização sem fins
lucrativos Columbia Riverkeeper, pode ver-se um grupo de salmões
vermelhos a nadar com ferimentos no corpo, que a associação diz serem
resultado do stress e do sobreaquecimento.
Os salmões estavam a nadar rio acima, vindos do oceano, para
regressar às suas áreas de desova, quando inesperadamente mudaram a sua
rota, explicou Brett VandenHeuvel, diretor executivo da Columbia
Riverkeeper. Segundo este responsável, foi a forma encontrada para “escapar de um prédio em chamas”.
A organização gravou o vídeo depois de uma onda de calor no Noroeste
Pacífico, num dia em que as temperaturas da água atingiram os 21 graus
Celsius, uma temperatura que pode ser letal para estes peixes se forem
expostos a ela durante longos períodos.
VandenHeuvel comparou a situação a alguém a tentar correr uma
maratona com temperaturas acima dos 38 graus. “A diferença é que isto
não é um passatempo para os salmões. Eles não têm escolha. Ou conseguem
sobreviver ou morrem”, declarou.
Segundo o jornal britânico, os salmões que aparecem no vídeo não
serão capazes de se reproduzir no afluente e morrerão, provavelmente, de
doença e stress provocados pelo calor.
“É desolador ver animais a morrer de forma tão pouco natural. E pior, pensar na causa dessa morte. Este é um problema causado pelo ser humano e faz-me realmente pensar no futuro”, lamentou VandenHeuvel.
“Vejo isto como uma visão profundamente triste do nosso futuro. Mas
também o vejo como um apelo para agir. Há medidas que podemos tomar para
salvar o salmão, para arrefecer os nossos rios. Se este vídeo não
inspira uma reflexão séria, não sei o que o fará.”
Este é mais um exemplo da tragédia causada pela recente onda de calor
na América do Norte, que matou centenas de pessoas nos Estados Unidos e
no Canadá e terá causado também a morte de mais de mil milhões de animais marinhos.
Um relatório interno dos Centros de Controlo e Prevenção de
Doenças (CDC) dos Estados Unidos indica que a variante Delta é tão
contagiosa como a varicela.
O jornal Washington Post teve acesso a este relatório interno do CDC, que indica que a variante Delta parece causar doença mais grave do que as outras variantes que já foram identificadas e que se propaga tão facilmente como a varicela.
O documento, que dá a entender às autoridades que têm de começar a
“reconhecer que a guerra mudou”, avança ainda com uma nota urgente, que
mostra que a comunicação deve ser reformulada para enfatizar a vacinação como a melhor defesa
contra uma variante tão contagiosa e que atua quase como um vírus
diferente, sofrendo mutações mais rapidamente do que o Ébola ou uma
gripe comum.
Segundo o mesmo jornal norte-americano, o relatório cita também uma
combinação de dados obtidos recentemente, que ainda não foram
publicados, que mostram que pessoas vacinadas que foram infetadas com a
variante Delta podem ser capazes de transmitir o vírus tão facilmente como aqueles que não estão vacinados.
As pessoas vacinadas que ficaram infetadas com a Delta, inicialmente
detetada na Índia, têm cargas virais semelhantes àquelas que não estão
vacinadas e estão infetadas com esta variante, pode ler-se ainda.
Os cientistas destes Centros de Controlo e Prevenção de Doenças
ficaram tão alarmados com a nova investigação que a agência, no início
da semana, mudou significativamente as orientações para os vacinados.
Agora, as recomendações voltam a apelar para que todos – quer estejam vacinados ou não – usem máscaras em locais públicos fechados em determinadas circunstâncias.
Uma parte desta apresentação declara que existe um risco maior de
hospitalização e morte entre os grupos etários mais velhos em comparação
com pessoas mais jovens, independentemente do seu estado de vacinação. E
que há 35 mil infeções sintomáticas por semana entre 162 milhões de
norte-americanos vacinados.
Segundo o Washington Post, o relatório inclui dados de estudos que mostram que as vacinas não são tão eficazes em doentes imunodeprimidos e residentes em lares, admitindo a possibilidade de ser necessária uma terceira dose em alguns casos.
O documento clarifica que a vacinação dá uma proteção substancial
contra o coronavírus, mas também mostra que os CDC devem “melhorar as
comunicações em torno do risco individual entre os vacinados”.
O
Triângulo das Bermudas (também conhecido como Triângulo do Diabo) um
local no oeste do Oceano Atlântico Norte onde muitos aviões e navios
teriam desaparecido em circunstâncias misteriosas, é objeto de lenda
desde os anos 1950.
E
relatos de uma pirâmide de vidro misteriosa descoberta no fundo do
oceano datam da década de 1960 quando o dr. Brown afirmou ter visto uma
enquanto mergulhava nas Bahamas, conforme detalhado neste clipe de 1980
de “Em Busca da ... Parede de Bimini” (uma formação rochosa subaquática
perto da Ilha North Bimini nas Bahamas) (uma formação rochosa
subaquática perto da Ilha North Bimini nas Bahamas)
O
Dr. Meyer Verlag descobriu duas pirâmides enormes três vezes maiores do
que a Pirâmide de Quéops do Egito graças a cientistas avançados como o
oceanógrafo. Essas pirâmides, que estão localizadas a uma profundidade
de 2.000 metros são feitas de um material cristalino não identificado.
Esta
descoberta de acordo com o Dr. Meyer pode estar ligada a uma série de
desaparecimentos suspeitos no Triângulo das Bermudas. Mais análises
mostraram que a maquinaria usada para construir as pirâmides ainda é
elusiva e difícil de visualizar.
Uma
das várias teorias ligadas a este tema afirma que as pirâmides foram
construídas no continente, mas que um poderoso cataclismo alterou
completamente a paisagem, o que pode explicar a localização atual das
pirâmides. Outra teoria é que essas pirâmides estão associadas à
Atlântida a cidade perdida.
O
tamanho das pirâmides, junto com sua superfície lisa e os materiais
usados para construí-las, deixaram os cientistas perplexos que esperam
que um estudo mais aprofundado esclareça as coisas.
O
argumento principal é que a descoberta dessas pirâmides poderia
reforçar a hipótese de que as pirâmides foram construídas como fontes de
energia em primeiro lugar. Eles também podem afirmar a existência não
apenas de Atlântida, mas de muitas outras cidades misteriosas ou mesmo
grandes civilizações que desapareceram na mesma época.
Neste último conto o pesquisador psíquico mundialmente famoso compartilha relatos mais intrigantes de
“lapsos de tempo”.
Existem
certas áreas de Wirral que apresentam uma incidência excepcionalmente
alta de desvios de tempo. Em Birkenhead, é Grange Road West e há muitos
outros lugares onde as pessoas relataram que o tempo voltou ao passado e
em raras ocasiões revelou o futuro.
Recebi
vários relatórios ao longo dos anos de acontecimentos estranhos da
mesma forma em torno da Ponte Dibbinsdale na pequena cidade de
Bromborough.
Existem
tantos relatos paranormais sinistros na área em torno da antiga ponte
de arenito. Freqüentemente ouço falar de um ocultista encapuzado demente
com um terno estranho que tem pontas costuradas nele para que você não
possa agarrá-lo e ele parece estar em conluio com um cúmplice de uma
lata de gasolina verde que sinaliza os motoristas e implora por gasolina
dando seu associado a oportunidade de atacar o suposto bom samaritano
com uma machadinha como parte de algum rito de sacrifício.
Também
há relatos de uma bela senhora branca fantasmagórica na ponte e também
de várias figuras masculinas que parecem remontar aos tempos medievais.
Em
janeiro de 1994 um esgoto desabou em Poulton Road e North West Water
realizou reparos de emergência na área da Ponte Dibbinsdale.
Um
dos homens que estiveram envolvidos nos reparos me disse que ele e um
colega estavam viajando pela Poulton Road na van da fábrica naquela
tarde escura de janeiro às 16h30 e quando o veículo se aproximou da
Ponte Dibbinsdale, os homens viram um arco-íris brilho em torno da pedra
da ponte.
O motor da van disparou e o motorista parou.
Não
havia outros carros passando no momento. Enquanto os engenheiros
hídricos olhavam pelo para-brisa da van eles viram a ponte brilhar e
então perceberam que não estava brilhando, mas apenas banhada por forte
luz do sol o que era impossível porque todos os outros lugares da área
estavam cercados por uma névoa cinzenta de janeiro já que o sol se pôs
mais cedo às 16h.
Da ponte inexplicavelmente banhada de sol veio homens a cavalo e o primeiro usava elmo e mantinha a cabeça erguida.
Ele usava uma longa capa avermelhada e trajes medievais que você associa com as representações cinematográficas do Rei John.
Atrás
desse estranho régio cavalgavam dois cavaleiros em armadura completa
com enormes espadas em suas bainhas, e atrás deles estavam cerca de seis
ou sete homens em túnicas coloridas apresentando algumas formas e meias
de diamante.
Todos os últimos usavam o tipo de chapéu que Robin Hood sempre é retratado como usando.
Essa
linha de 'fantasmas' anacrônicos parecia muito sólida e passou pela van
da North West Water, mas nenhum dos estranhos peculiares pareceu notar o
veículo e enquanto desciam a Dibbinsdale Road, lentamente desapareceram
na escuridão de janeiro.
Os
dois homens na van concordaram em não contar a ninguém o que tinham
acabado de ver e mantiveram em segredo por muitos anos. O incidente
conforme descrito parece sugerir um lapso de tempo.
O
brilho na ponte Dibbinsdale já foi visto antes e frequentemente causa
interferência elétrica no caso mencionado fez com que o motor da van
morresse.
Em
2007, um homem de 60 anos chamado Roger voltou ao Reino Unido depois de
viver muitos anos na Espanha. Ele foi ver a ex-esposa Barbara que
morava em Spital e sua filha de 20 anos, Hattie.
Roger
vira Hattie pela última vez quando ela tinha cinco anos e sugeriu que
ela fosse de férias com ele para a Flórida, mas sua mãe Barbara objetou e
disse a Roger: “Você deveria estar assim anos atrás quando nos
abandonou”.
Bárbara permitiu que Roger ficasse algum tempo em sua casa (em um quarto de hóspedes) e ele começou a tentar conquistar a filha.
Ele
descobriu que ela acabara de ingressar em uma academia local então
Roger sugeriu que fizesse corridas matinais e comprou um par de tênis
caros para Hattie.
Pai
e filha logo estavam se unindo enquanto faziam uma longa corrida
matinal desde o cruzamento de Spital Road com Poulton Road, até Allport
Road, e de volta, uma distância total de seis quilômetros.
No
início de abril de 2007 Roger e Hattie estavam correndo sobre a ponte
Dibbinsdale na volta da corrida matinal quando Roger brincando, começou a
ultrapassar sua filha.
Ele tinha um tocador de MP3 e quando chegou ao fim da ponte o tocador fez um som crepitante e a música parou.
Ele diminuiu a velocidade, tentou fazer o MP3 tocar novamente e olhou por cima do ombro para ver que Hattie estava faltando.
Pensando que ela estava brincando, Roger olhou em volta e gritou: “Vamos, amor; não faça isso com o seu velho pai! "
Roger
então ouviu Hattie gritar e tinha uma qualidade de eco nele. Veio da
extremidade sul da ponte e havia um leve som crepitante que soou
elétrico.
Roger também ouviu vozes neste local.
"Sai fora! Ajuda! Pai!" gritou Hattie em algum lugar próximo.
Nesse ponto Roger viu o ar brilhar à sua frente e uma abertura escura apareceu nele.
Ele
se ajoelhou para espiar pela abertura e viu um homem em uma roupa verde
e marrom que parecia algo que um dos homens alegres de Robin Hood
usaria e ele estava contendo uma Hattie gritando.
Roger rastejou pela abertura, correu para a figura e deu um soco forte nas costas.
O homem bizarramente vestido caiu de joelhos e Roger agarrou Hattie e puxou-a pela mão com tanta força que ela caiu para trás.
Ele a arrastou por aquele 'buraco' e quando olhou para trás a abertura havia desaparecido.
Hattie disse que o homem fedia a alho quando a beijou e falou no que parecia ser galês.
Ela não tinha ideia de onde ele tinha vindo quando a agarrou enquanto ela corria ao longo da ponte.
O incidente serviu para unir Hattie e seu pai ainda mais e mais tarde ele se casou novamente com sua ex-mulher.
A península do Alasca, a oeste dos Estados Unidos, foi
atingida por um sismo de magnitude 8.2 na noite de quarta-feira (7h15 de
quinta-feira em Lisboa) e já foi lançado um alerta de tsunami na
região.
De acordo com a Reuteurs,
um sismo de magnitude 8.2, com profundidade de 35 quilómetros, foi
sentido na Península do Alasca, seguido de um alerta de tsunami.
Até ao momento, não foram registados casos de destruição de edifícios nem perdas de vida, dizem as autoridades locais.
Enquanto o Centro Nacional de Alertas de Tsunami (NTWC, na sigla em inglês), no Alasca, lançou o alerta de tsunami na zona sul da península e na costa do oceano Pacífico, o Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico (PTWS,
na sigla em inglês) também o fez para o estado norte-americano do
Havai. Caso se tenha formado um tsunami, as primeiras ondas poderão
chegar ao Havai às 00h53 (11h53 de Lisboa), escreve o Observador.
“Com base nos dados disponíveis, pode ter-se gerado um tsunami
potencialmente destrutivo para as áreas costeiras, mesmo longe do
epicentro”, avisa o PTWS, numa nota dirigida ao estado norte-americano
do Havai.
O sismo ocorreu a cerca de 800 quilómetros de Anchorage, a maior cidade do Alasca, e foi seguido por sete réplicas
— duas acima da magnitude de 6.0 —, segundo o instituto de investigação
geológica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).
(h) USGS
Em 27 de março de 1964, um sismo de
magnitude 9,2 abalou a região de Anchorage. Prolongou-se por vários
minutos e desencadeou uma onda destruidora ao longo de toda a costa
ocidental norte-americana, causando mais de 250 vítimas.
Só em 2021, aquela região registou mais de 25 mil sismos.
Dezenas de personalidades e organizações da sociedade civil
portuguesa subscreveram um abaixo-assinado de solidariedade
internacional para com o Brasil, no qual apelidam o Presidente, Jair
Bolsonaro, de “genocida” após mais de 550.000 mortes devido à covid-19.
“Nós, abaixo-assinados, manifestamos a nossa solidariedade ao povo brasileiro e extrema preocupação com o projeto de destruição nacional
realizado pelo Governo de Jair Bolsonaro”, referem os signatários, que
acrescentam que a gestão da pandemia de covid-19, responsável por
550.502 mortes no Brasil, é “a face mais visível de um trágico
empreendimento”, noticiou a agência Lusa.
Os abaixo-assinados registam que a administração de Bolsonaro
realizou “a destruição de ecossistemas e a venda de património nacional,
o desejo de aniquilação de culturas e povos originários, ataques aos
direitos humanos, às populações indígenas e quilombolas, a
criminalização de ativistas e de movimentos sociais, além da perseguição
aos grupos mais oprimidos, como as mulheres e a população LGBTQI+”.
Os signatários criticaram também a postura adotada por Bolsonaro,
“que desde o início da pandemia (…) demonstrou o desprezo do Presidente e
seus apoiantes para com a gravidade da situação”.
Entre as atitudes criticadas, estão discursos de minimização dos efeitos do vírus, o incitamento a ajuntamentos,
o desprezo pelo uso de máscaras de proteção facial, a promoção de
“remédios ineficazes” e a “recusa sistemática para a compra de vacinas”.
“É evidente o projeto genocida do Governo Bolsonaro, presente não só
em suas declarações, mas também na adoção de medidas que facilitaram a
propagação do vírus, em completa desconsideração para com a vida de
milhares de brasileiros e brasileiras”, atiraram os signatários, entre
os quais figuram associações de defesa dos direitos humanos, associações
culturais ou políticas portuguesas e brasileiras.
No texto, proposto pela rede “#PortugalDenunciaBolsonaroGenocida”,
composto pela Casa do Brasil de Lisboa, Coletiva Maria Felipa, Coletivo
Alvorada Aveiro, Coletivo Andorinha, Solidariedade Brasileira e Vozes no
Mundo, os autores reforçam que “os números são alarmantes” e mostram-se
preocupados com a insegurança alimentar no país.
“A fome avança e a insegurança alimentar já atinge mais da metade dos
lares brasileiros. Os fracassos na condução da política económica são
uma evidência com aumento do custo de vida e desemprego. As pessoas
pobres e negras são as mais atingidas”, referiram.
Nesse sentido, os signatários alinharam-se com os protestos
realizados em todo o Brasil e pedem também “apoio internacional pelo fim
do genocídio e ecocídio em curso no Brasil”.
O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo ao contabilizar 550.502 vítimas mortais e mais de 19,7 milhões de casos confirmados.
A pandemia provocou pelo menos 4.169.966 mortos em todo o mundo,
entre mais de 194,6 milhões de casos de infeção, segundo a agência France-Presse.
A doença foi detetada no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da
China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino
Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.
Um novo estudo sobre os sinais vitais do planeta revelou que
muitos dos principais indicadores da crise climática estão a piorar e a
aproximar-se ou ultrapassar os pontos de inflexão, à medida que as
temperaturas aumentam.
No geral, o estudo descobriu que 16 dos 31 sinais vitais planetários
estudados, incluindo concentrações de gases de efeito estufa, quantidade
de calor do oceano e massa de gelo, atingiram novos recordes preocupantes, noticiou esta quarta-feira o Guardian.
“Há evidências crescentes de que nos estamos a aproximar ou já
ultrapassamos os pontos de inflexão associados a partes importantes do
sistema terrestre”, disse em comunicado William Ripple, ecologista da
Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos (EUA), coautor da
nova pesquisa.
De acordo com Ripple, “uma grande lição da covid-19 é que mesmo uma
redução colossal nos transporte e no consumo não é suficiente e que, em
vez disso, são necessárias mudanças no sistema”.
Embora a pandemia tenha paralisado as economias, o uso de combustível
fóssil diminuiu apenas ligeiramente em 2020. Contudo, a emissão de
dióxido de carbono, metano e óxido nitroso estabeleceu novos recordes,
tanto nesse ano como em 2021, segundo um relatório publicado na BioScience.
Este novo estudo constatou que os animais ruminantes,
uma fonte significativa de gases que aquecem o planeta, são agora mais
de 4 mil milhões, sendo a sua massa total maior do que a de todos os
humanos e animais selvagens juntos. A taxa de perda da Amazónia aumentou
em 2019 e 2020, atingindo 1,11 milhões de hectares desmatados em 2020.
A acidificação dos oceanos, combinada com as temperaturas mais altas,
ameaça os recifes de coral dos quais mais de milhões de pessoas
dependem.
Para mudar o curso da emergência climática, os autores indicaram que
são precisas mudanças profundas, sendo necessário estabelecer um preço
global para o carbono, que esteja vinculado a um fundo que financie
políticas de mitigação e de adaptação ao clima.
Os autores destacaram ainda necessidade de eliminar os combustíveis
fósseis e desenvolver de reservas globais para proteger e restaurar
sumidouros naturais de carbono e a biodiversidade. A educação climática também deve fazer parte dos currículos escolares em todo o mundo, frisaram.
Conforme
dados do relatório da Agência Espacial Europeia (ESA) os cientistas
afirmaram que o campo magnético da Terra está passando por uma série de
anomalias que podem antecipar uma reversão do polo magnético. Tudo isso
poderia ser causado por um fenômeno magnético ainda não identificado que
levaria a eventos catastróficos.
O
'escudo' que nos protege dos raios solares está se enfraquecendo
principalmente na América do Sul e na África do Sul. É o que os
cientistas chamam de anomalia do Atlântico Sul. Dados da ESA revelam que
as correntes de ferro líquido abaixo da superfície da Terra estão se
movendo muito ativamente o que também pode indicar que os polos estão
passando por uma reversão.
Paralisia da infraestrutura tecnológica atual
As
consequências desse fenômeno, ocorrido há 780 mil anos é que a Terra
pode sofrer mudanças climáticas e falhas "devastadoras" em seu sistema
elétrico explica a cientista canadense Alana Mitchell. Grandes áreas do
nosso planeta podem ficar inabitáveis.
Além
disso o campo eletromagnético pode ser ainda mais enfraquecido por essa
inversão de polo o que levaria a ventos solares e aumento dos níveis de
radiação resultando na eliminação de redes elétricas em todo o mundo e
danos irreparáveis. em satélites de comunicação.
Se
isso acontecer, as tempestades causadas por esses ventos solares "podem
paralisar a infraestrutura tecnológica moderna e colocar em risco a
vida dos astronautas no espaço", alertam os cientistas na Physical
Review Letters. Para se ter uma ideia do que pode acontecer é útil
relembrar um fenômeno ocorrido há três anos quando ocorreram anomalias
na magnetosfera região do campo magnético terrestre que absorve a maior
parte do vento solar.
Esse
fenômeno nunca aconteceu. No entanto deve-se ter em mente que nenhum
dos sistemas que garantem os recursos hídricos e energéticos foi
construído para suportar os impactos dos raios cósmicos. Historicamente
os polos magnéticos norte e sul sofrem sua inversão a cada 200.000 ou
300.000 anos e então retornam gradualmente à sua posição normal. No
entanto considerando que nossas vidas atualmente giram em torno de
telefones, computadores, aquecimento e uma indústria baseada na
eletricidade as consequências para a civilização podem ser
catastróficas.
O
ex-cientista do US Geological Survey Ethan Trowbridge apoiou a teoria
dos pesquisadores dizendo que a NASA sabe da existência de Nibiru há
mais de 30 anos, mas optou por ocultar essa informação do público.
De
acordo com Trowbridge a agência espacial americana NASA e o United
States Geological Survey (USGS) decidiram esconder do público a
existência do planeta Errante. Trowbridge falou sobre isso em uma
entrevista exclusiva ao Daily Star.
O
cientista disse à agência de notícias que o US Geos Service soube do
planeta Nibiru por meio de relatórios da NASA. Naquela época eles foram
instruídos a verificar a probabilidade da influência de um corpo celeste
nas mudanças climáticas em curso na Terra.
O
ex-funcionário do USGS também acrescentou que as informações sobre o
planeta mítico são estritamente confidenciais e cerca de 50 funcionários
de serviços estão cientes de sua existência. Eles realmente imaginam o
que realmente está acontecendo.
Trowbridge
confirmou que o aumento do nível do mar e um aumento no número de
terremotos são evidências diretas da influência de Nibiru na Terra.
Segundo ele, Nibiru vai devastar nosso planeta em um futuro próximo.
De acordo com relatórios oficiais da NASA o planeta Nibiru é apenas uma farsa da Internet.
Muitos
cientistas acreditam que qualquer planeta que se aproxime da Terra pode
ser visto por meio de telescópios. Além disso poderia ter sido notado
vários meses antes da reaproximação. Além disso a presença de um corpo
massivo no sistema solar certamente se refletiria nas órbitas de outros
planetas o que não passaria despercebido.
Alguns
pesquisadores têm certeza de que essas informações são lançadas
intencionalmente no espaço da Internet para distrair o público da real
situação das mudanças climáticas e dos frequentes cataclismos que
ocorrem na Terra. Por exemplo o aquecimento global pode ser explicado
pela aproximação do planeta mítico Nibiru ou por uma mudança na órbita
da lua, ou por outra coisa misteriosa, mas não por influência humana.
Teóricos
da conspiração em todo o mundo têm procurado o planeta Nibiru por
vários anos, alegando que o nono planeta do sistema solar supostamente
colidirá com o nosso planeta em um futuro próximo e causará destruição
massiva.
Uma forte tempestade de areia “engoliu” a cidade de Dunhuang, no noroeste da China, no passado domingo.
De acordo com o South China Morning Post, a forte tempestade de areia,
que provocou nuvens de poeira com pelo menos 100 metros de altura,
causou o caos na cidade chinesa de Dunhuang, no noroeste do país.
A tempestade começou por volta das 15h00 do dia 25 de julho de 2021,
último domingo, forçando as autoridades locais a emitir um “alerta
amarelo”.
A polícia local viu-se obrigada a aplicar limites de trânsito
em algumas estradas, a ordenar aos condutores que retirassem os seus
veículos das vias rápidas e que entrassem em áreas de serviço para
esperar que a tempestade passasse.
Segundo o mesmo jornal chinês, na semana passada, a mesma cidade
também já tinha sido atingida por uma outra tempestade de areia.
Dunhuang é conhecida pelas suas Grutas de Mogao, local que é considerado Património Mundial da Unesco, e está localizada no Deserto de Gobi, sendo conhecida pelo seu clima e condições de vida extremos.
No entanto, conta o South China Morning Post, este tipo de fenómenos naturais acontecem normalmente entre março e maio, sendo raros no verão.
Na semana passada, recorde-se, a província de Henan, Zhengzhou, no centro do país, também foi abalada por chuvas torrenciais que provocaram deslizamentos de terra, várias vítimas mortais e milhares de desalojados.
Uma brasileira começou a fazer bolachas com o lema “Fora
Bolsonaro” em jeito de brincadeira, mas agora já vende centenas todos os
dias.
Aquilo que começou como uma simples brincadeira, acabou por tornar-se viral. A ideia partiu da pasteleira brasileira Raíssa Accarini, que se lembrou de fazer bolachas com a hashtag #ForaBolsonaro.
“As pessoas nem sequer estão preocupadas com o sabor. Estão mais
preocupadas com a mensagem. É só por isso que as compram. Podia ser um
biscoito de qualquer sabor que as pessoas iam continuar a comprar”,
disse a também professora de Biologia numa entrevista à agência Reuters.
A brasileira, que vive no município de Araraquara, no estado de São
Paulo, já faz centenas de bolachas todos os dias e, por vezes, não
consegue responder a todos os pedidos que lhe chegam, como se pode ver
na sua conta de Instagram.
Tal como lembra a agência noticiosa, o apoio ao Presidente brasileiro tem vindo a diminuir, não só por causa da sua gestão da pandemia, mas também pelos escândalos de corrupção a que tem sido associado, assim como o seu Governo, relacionados com a vacinação contra a covid-19.
Mas nem toda a gente concorda com a mensagem de protesto presente nas
bolachas de Raíssa, até porque o chefe de Estado continua a ter fiéis
seguidores. É o caso de Monica van Atzingen, uma apoiante de Bolsonaro
que também falou com a Reuters.
Com o biscoito nas suas mãos, a brasileira declarou: “Eu respeito, é bonitinho. Mas poderia era estar escrito ‘Bolsonaro 2022’, seria muito mais útil”.
O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia da covid-19 e
uma das nações mais atingidas no mundo, ao contabilizar mais de 551 mil
vítimas mortais e mais de 19 milhões de casos confirmados.
O número de casos de covid-19 nos Estados Unidos (EUA) pode
ter sido subestimado em até 60%, com as infeções relatadas a
representarem “apenas uma fração do número total estimado”.
Esta é a conclusão de um estudo da Universidade de Washington, publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences, que teve por base pesquisas realizadas em estados norte-americanos e que incluiu número de mortes, exames diários, a proporção de resultados positivos e informação de rastreio por amostra.
“Existe todo o tipo de fontes de dados em que nos podemos nos basear para entender a pandemia covid-19”, disse ao Guardian Adrian Raftery, professor de sociologia e estatística da Universidade de Washington e um dos autores do estudo.
“Cada fonte de dados tem suas próprias falhas que dão uma imagem tendenciosa
do que realmente está a acontecer, e o que queremos é desenvolver uma
estrutura que corrigisse as falhas das várias fontes de dados e
utilizasse seus pontos fortes para nos dar uma ideia da prevalência da
covid-19 numa região, estado ou no país como um todo”, referiu.
A equipa concluiu que até 65 milhões de norte-americanos podem ter
sido infetados, quando a contagem oficial da Universidade Johns Hopkins
era de cerca de 34,5 milhões.
A subcontagem pode “depender da gravidade da pandemia e da quantidade
de testes em cada estado”, apontou Nicholas J. Irons, co-autor do
estudo.
“Se há um estado de pandemia severa, mas testes limitados, a contagem
inferior pode ser muito alta e perdem-se a grande maioria das infeções
que estão a ocorrer. Uma situação diferente é a dos testes serem generalizados onde a pandemia não é tão grave, e aí a taxa de subcontagem seria menor”, sublinhou.
Se os invasores alienígenas chegassem para
dominar o planeta Terra, os humanos não teriam a menor chance. Na
verdade, eles “quebrariam este planeta como uma noz”, de acordo com um
famoso especialista em OVNIs.
Nick Pope, que investigou OVNIs para o Ministério da Defesa (MoD) do
Reino Unido, diz que os humanos não vão se ferrar se os ETs invadirem,
porque sua tecnologia de armas provavelmente estará bilhões de anos à
frente da nossa.
Ele diz que filmes de ficção científica em que humanos derrotam
hordas de homenzinhos verdes invasores são irrealistas, já que suas
armas seriam tão avançadas que pareceriam “mágica” para nós.
O governo dos EUA publicou um relatório bombástico sobre os OVNIs no
mês passado. Ele concluiu que 143 avistamentos de fenômenos aéreos não
identificados (UAP) por pilotos militares dos EUA desde 2004
permaneceram inexplicados, alimentando ainda mais temores de invasão
alienígena.
Apesar disso, o governo do Reino Unido diz que não tem planos de
lançar sua própria investigação sobre OVNIs e a ameaça que eles podem
representar para os britânicos.
Mas o Sr. Pope criticou a “ideia de que de repente tiraríamos algo do saco e derrotaríamos uma invasão alienígena”.
Ele acrescentou:
“Apenas para colocar isso no
contexto, o universo tem quase 14 bilhões de anos, e pode haver
civilizações lá fora com um bilhão de anos de vantagem sobre nós.
Agora,
se você pensar sobre a diferença de tecnologia, pense em quão longe
chegamos nos últimos duzentos anos, basicamente vindo de cavalos,
carroças e navios navegando pelo oceano usando o vento, passamos para
caças furtivos, sondas espaciais e smartphones nesse curto período de tempo.
Agora
imagine essa civilização hipotética, ou melhor, civilizações; olhe, as
chances de haver apenas uma outra civilização no universo são tão
pequenas quanto as chances de estarmos sozinho. Vai estar muito lotado
lá fora.
As chances de que encontraremos uma civilização e ela
estará 20/30 anos à nossa frente em compreensão científica e avanço
tecnológico, não será essa a situação. Eles estarão, como eu disse,
milhões, talvez alguns bilhões de anos à nossa frente e sua tecnologia
será indistinguível da mágica.
Mais uma vez, as pessoas dizem que temos um programa espacial, então também o estamos fazendo, bem, sim e não,
Nossas
sondas espaciais mais rápidas que já construímos, se as tivéssemos
apontado para a estrela mais próxima além de nosso próprio sol, elas
levariam 75.000 anos para chegar lá.
Então, se estivermos sendo
visitados, uma civilização que descobriu uma viagem interestelar viável
será capaz de quebrar este planeta como uma noz, se quiserem.”
A Baronesa Goldie disse à Câmara dos Lordes no mês passado que, embora o MoD não mantenha informações sobre os OVNIs, ele “monitora
constantemente o espaço aéreo do Reino Unido para identificar e
responder a qualquer ameaça credível à sua integridade e está confiante
nas medidas existentes em vigor para proteger Isto“.
Ela acrescentou:
“O Ministério da Defesa lida com
ameaças reais fundamentadas por evidências. O governo continua a levar a
sério qualquer ameaça potencial ao Reino Unido.”
Lady Goldie também disse aos Lordes:
“O MoD não tem planos de conduzir
seu próprio relatório OVNI porque em mais de 50 anos nenhum relatório
indicou a existência de qualquer ameaça militar ao Reino Unido.”
Um colega, o Visconde Ridley, disse:
“Não identificado não significa
suspeito. O ministro reconhece que o relatório dos EUA referido diz que
não há indicação clara de que haja qualquer explicação não terrestre
para os 144 avistamentos?
É muito mais provável que essas imagens desfocadas tenham explicações enfadonhas, infelizmente.”
Lady Goldie disse em resposta:
“A comunidade de defesa aérea do
Reino Unido detecta e monitora todos os sistemas aéreos em voo 24 horas
por dia para fornecer uma imagem aérea identificada como parte da
postura de segurança nacional do Reino Unido e nosso compromisso com a
integridade do espaço aéreo da OTAN.”
Um grande meteoro
caiu sobre a Noruega na noite de segunda-feira, iluminando o céu sobre a
maior parte do sul da Escandinávia em uma explosão de luz. Foi um
evento tão violento, relata a Associated Press, que os espectadores ouviram um som estrondoso – um exemplo de tirar o fôlego da ação protetora da camada atmosférica do nosso.
O meteoro ficou visível por cerca de cinco segundos por volta da 1h da manhã, horário local, de acordo com a Norwegian Meteor Network, viajando a quase 56.000 km/h no céu.
Imagens do raro evento mostram uma enorme bola de luz passando por
Oslo. A explosão foi poderosa o suficiente para abrir portas e quebrar
uma janela, com testemunhas relatando o que parecia uma grande explosão
sobre suas cabeças, relatou a BBC.
A rocha espacial era um asteroide da classe Aten, de acordo com a Meteor Network,
um grupo de objetos que frequentemente cruzam as vizinhanças da Terra
em sua órbita e, portanto, são classificados como asteroides
potencialmente perigosos.
Os especialistas agora estão tentando localizar o local onde o
meteorito atingiu a superfície. Relatórios preliminares sugerem que pode
ter atingido uma grande área florestal não muito longe de Oslo, de
acordo com a Norwegian Meteor Network.
Um raio de luz suspeito e duas esferas aparecem nas nuvens sobre Zhengzhou, China, em 24 de julho de 2021.
O
vídeo mostra duas esferas brilhantes e um estranho raio de luz com
luzes azuis piscando e se movendo em torno das duas esferas. Não se sabe
o que poderia ter sido o fenômeno.
“Eu
avisei que o Deep State usará HAARP para criar o caos em julho. A
Europa sofreu danos no valor de meio trilhão de dólares, casas, cidades,
vilas destruídas, carros desativados.
O
número de mortos continua aumentando. Pense nas inundações que afetam
as usinas nucleares. Vazamentos de informações, quedas de energia, danos
em estradas, outras emergências no país.
Cadeia
de abastecimento de alimentos, distribuição de mercadorias por trem ...
Os caminhões pararam em muitas partes da Europa, no Oriente Médio.
Os
danos ainda estão sendo contados enquanto a água diminui e as
tempestades ainda estão se movendo para o leste, mas mais tempestades
estão se formando no oeste. Muitas famílias em todo o mundo estão presas
em áreas desérticas e rurais em todo o país, sem acesso a assistência
de emergência.
Muitas
pessoas acreditam que essas inundações estão apenas destruindo o Sistema
de Base Militar Subterrânea Profunda (DUMBS). Mas isso não é totalmente
verdade. As armas meteorológicas são usadas pelo Deep State para criar o
caos em todo o Mundo.”
Lista de Terremotos Recentes:
🇨🇱 Terremoto de magnitude 4.2 perto de Iquique, Provincia de Iquique, Tarapaca, Chile
🇮🇳 Terremoto de magnitude 5,3 sentido em Bikaner do Rajastão
🇺🇲 Terremoto de magnitude 4.3 ocorre na costa perto de Eureka
🇵🇬 Kokopo, 5.4. Terremoto papua nova guiné
🇵🇬 Terremoto em Papua 5,8 que atingiu 140 km da Nova Guiné
🇵🇦 6.1 terremoto no Panamá
🇮🇷 Khesht, terremoto no Irã 5.4
🇹🇴 Nuku »terremoto alofa Tonga 5.4
🇬🇧 Terremoto 5.7 Ilhas Sandwich do Sul
🇯🇵 Tóquio, Japão. 5.5 Terremoto
🇺🇲 Terremoto Furtuna Califórnia 5.1
🇹🇦 Terremoto na região de Tristão da Cunha 5.0
🇹🇱 191 km a NE de Lospalos, Timor Leste 5.1 Terremoto
🇩🇴 47 km NNE de Otra Banda, Terremoto Dominicano 3,8
🇺🇲 28 km SSW de Mina, Nevada 4.0 Terremoto
🇺🇲 88 km ao W de Adak, terremoto de 4,3 no Alasca
🇺🇲 12 km WSW de Petrolia, terremoto CA 4.3
🇳🇿 sul das ilhas Kermadec 4.7 Terremoto
🇵🇪 2 km WSW de Choco, Peru 4.1 Terremoto
🇷🇺 Terremotos nas Ilhas Curilas 4.2
🇬🇷 7 km ENE de Asímion, Grécia 4,2 terremotos
🇵🇭 106 km SE de Pondaguitan, Filipinas 5,2 terremoto
🇺🇲 141 Terremoto sacode o Parque Nacional de Yellowstone
"Mais de 35 terremotos em todo o mundo nas últimas horas"