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sábado, 10 de março de 2012

OFICIAL: Grécia declarada em incumprimento


A Grécia entrou oficialmente em incumprimento, declarou esta sexta-feira a Associação Internacional de Swaps e Derivados (ISDA na sigla do inglês). Os credit default swaps (CDS), uma espécie de seguro que os investidores podem subscrever para cobrir a eventualidade de um país deixar de pagar o que deve, podem agora ser acionados.

De acordo com a Reuters, a decisão foi tomada de forma unânime pelo Comité da ISDA por causa do programa de troca de obrigações gregas, onde a adesão voluntária chegou aos 86%. Isso permitiu ao país acionar as cláusulas de ação coletiva, e impor as mesmas condições do perdão aos outros credores, alargando o âmbito da operação para 95% do total da dívida nas mãos dos privados.

Com esta ação, a ISDA considera que está criado na Grécia um evento de crédito.

Com a possibilidade de ativar os CDS, os investidores podem reduzir as perdas com a dívida grega, sendo «indemnizados» por este meio. A Reuters avança que contratos de credit default swaps sobre obrigações gregas no valor de 3,16 mil milhões de dólares podem ser ativados.

Segundo o programa de troca de obrigações, os investidores trocam a dívida que detinham por novas obrigações, com menor valor. Na prática, os investidores assumem perdas reais de mais de 70% com essa dívida. Para quem se precaveu com a compra de CDS, as perdas serão agora mitigadas.

O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schauble, afirmou, ainda antes desta decisão ser conhecida, que a decisão da ISDA não impediria a provação do segundo resgate à Grécia.

O resultado do programa de troca de dívida mereceu elogios doFMI e de Bruxelas.

Na reunião desta tarde, o Eurogrupo aprovou a entrega de 35,5 mil milhões de euros à Grécia, para a aplicação do programa e para pagamento de juros. Já a diretora-geral do FMI, ChristineLagarde, anunciou que vai propor um novo empréstimo à Grécia de 28 mil milhões de euros.

O ministro das Finanças do país, Evangelos Venizelos, considerou que a adesão dos privados não foi um favor, e sim algo feito «em benefício próprio».

Na sequência do programa, a Fitch cortou o rating do país para «incumprimento parcial», juntando-se assim à Moody’s e à Standard & Poor’s.

Fonte:http://fimdostempos.net/oficial-grecia-falencia.html

Chinesa zumbi levanta do caixão 6 dias depois de “morrer”

"Quando não houver mais espaço no inferno, os mortos caminharão sobre a Terra..."

A frase que ficou imensamente popular nos filmes do Romero pontuavam um possível motivo para a chegada dos mortos-vivos. Certamente esta não foi a causa da “ressurreição” da senhora Xiufeng, uma chinesa de 95 anos de idade.

chinesa zumbi wd

Ela estava em casa, onde mora sozinha, quando sofreu uma pancada na cabeça e ficou desacordada. O vizinho, sr. Qingwang, foi levar seu café-da-manhã e a encontrou sem movimentos. Tentou acordá-la, sentir alguma pulsação ou respiração, mas não encontrou resposta. A única coisa indicando que ela estava viva era a temperatura do corpo, que não caiu.

Como a maior parte dos sintomas apontavam para a morte da senhora, o vizinho resolveu que ela havia partido desta para uma melhor. Com a ajuda de seu filho, o senhor Qingwang colocou o corpo dela em um caixão e deu início aos trabalhos funerários.

chinesa zumbi xiufeng

Segundo a tradição chinesa o caixão do falecido deve ficar em casa até que parentes venham prestar suas homenagens, por isso ele não fechou a tampa até o dia do enterro. Um dia antes da cerimônia, o senhor Qingwang chega na casa e encontra o caixão vazio. Transtornado ele e outras pessoas começam a procurar pelo corpo até encontrar dona Xiufeng na cozinha preparando uma refeição (espero que não tenham sido miolos).

Segundo o hospital local ela sofreu uma morte artificial, onde a pessoa praticamente não respira, mas o corpo continua quente. A senhora Xiufeng foi muito feliz em ter levantado um dia antes do enterro, mas o problema é que segundo a tradição chinesa os pertences da pessoa devem ser queimados após a morte, então ela agora não tem mais nada.

Fonte: Oddity Central

sexta-feira, 9 de março de 2012

Seca extrema e fome põem África Ocidental à beira da catástrofe

A organização humanitária Oxfam alerta para a necessidade de uma acção imediata na região africana de Sahel – uma grande faixa de terra que se estende do Senegal até à Eritreia, numa espécie de corredor que separa o deserto do Saara e as terras mais férteis do sul, ligando o Atlântico ao Mar Vermelho – devido à seca extrema e à fome.

A Oxfam diz que a situação no terreno é já um desastre humanitário que põe em risco a vida de cerca de 13 milhões de pessoas.

Pedindo ajuda à comunidade internacional, a Oxfam pretende agora reunir 36 milhões de dólares para tentar ajudar pelo menos um milhão de seres humanos, entre aqueles que estão já mais vulneráveis à seca e à fome.
A Oxfam indicou ainda que a fome está a atingir países como o Chade, Burkina Faso, Mali, Mauritânia, Níger e Senegal (norte). Nestes países as taxas de malnutrição cifram-se entre os 10 e os 15% e, em algumas áreas, essa percentagem subiu para lá dos 15% – além do limiar do nível de emergência.

No total, mais de um milhão de crianças da região de Sahel estão em risco de sofrerem de malnutrição.

A Oxfam explica ainda que a seca, os altos preços da comida, a pobreza e os conflitos regionais são os grandes responsáveis por esta crise humanitária.

“Todos os indícios apontam para que a seca se transforme numa catástrofe se não nada for feito em breve. O mundo não pode permitir que isto aconteça. É preciso um esforço concertado para evitar que centenas de milhares de pessoas morram devido à complacência internacional”, disse Mamadou Biteye, director regional da Oxfam para a África Ocidental.

Mamadou Biteye frisou ainda que a comunidade internacional terá de ser rápida a responder a esta catástrofe iminente a fim de se evitar mortes desnecessárias como as que aconteceram durante o ano passado, quando milhares de pessoas morreram de fome na costa leste de África.

Para saber como pode ajudar, consulta a página da Oxfam (em inglês).

Fonte: http://www.publico.pt/Mundo/oxfam-alerta-para-situacao-catastrofica-na-africa-ocidental-por-causa-da-seca-e-da-fome-1537009

Terremoto de 7,1 graus atinge Vanuatu, no Pacífico Sul

Um terremoto de 7,1 graus de magnitude sacudiu nesta sexta-feira as águas ao sul de Vanuatu, no Pacífico Sul, sem que as autoridades tenham informado, ao menos por enquanto, de vítimas ou alertas de tsunami.

O tremor ocorreu às 18h09 locais (4h09 de Brasília) e a 36 km sob o nível do mar, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica no mundo todo. Seu epicentro foi localizado 60 km ao noroeste de Isangel e 206 km ao sudeste de Port Vila, a capital do arquipélago.

Vanuatu fica próximo do chamado Anel de Fogo do Pacífico e dos vulcões submarinos da Cuenca de Lau, pelo que frequentemente registra tremores de origem sísmica. A República de Vanuatu, com cerca de 250 mil habitantes, é formada por um arquipélago de origem vulcânica.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5655477-EI17616,00-Terremoto+de+graus+atinge+Vanuatu+no+Pacifico+Sul.html

Terremoto atinge sudoeste da China

Um forte terremoto com magnitude inicial de 5,8 atingiu a região de Xinjiang, no sudoeste da China, na sexta-feira (horário local), informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos. O tremor aconteceu a 218 km de Aksu, em Xinjiang, perto da fronteira com o Quirguistão. A profundidade foi medida em cerca de 36 km.

O Centro Nacional de Redes Sismológicas, no entanto, informou que a intensidade do tremor foi de 6 graus na escala Richter. Até o momento não foi informado se houve danos pessoais pelo terremoto, que se produziu no centro do deserto de Taklimakan, uma das zonas com menor densidade populacional na China.

O terremoto foi sentido em zonas povoadas próximas como Aksu, Kashgar, Hotan, Bayan Gol e Ili, pelo que podem ter ocorrido danos materiais.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5655183-EI10495,00-Terremoto+atinge+sudoeste+da+China+diz+servico+dos+EUA.html

Estudo alerta do risco de extinção de aves marinhas

Algumas espécies de aves marinhas, como albatrozes e pinguins, correm mais risco de extinção que qualquer outro grupo de aves, indica um estudo publicado nesta sexta-feira na revista científica Bird Conservation International.

Após fazer o acompanhamento das 346 espécies que habitam os oceanos, especialistas das organizações para a proteção das aves RSPB e BirdLife International analisaram como nas últimas décadas a situação dessas espécies se deteriorou e algumas estão agora à beira da extinção.

Os cientistas suspeitam que quase metade da população de todas as espécies de aves marinhas está experimentando um declive quanto a seu número. Noventa e sete espécies de aves marinhas, entre elas 17 de albatrozes e 11 de pinguins, estão a ponto de desaparecer, enquanto outras 35 espécies estão perto de ser consideradas em risco de extinção.

O estudo assinala que, apesar de essas aves só precisem ir a terra para aninhar e pôr ovos, seu relativo isolamento não as protege da extinção. O cientista Ben Sullivan, um dos autores do estudo, considerou que, "enquanto é bem sabido que é preciso adotar medidas urgentes para evitar a destruição das florestas tropicais, existe outra crise de extinção que temos que enfrentar: a das aves marinhas".

"No mar, centenas de milhares de aves marinhas estão morrendo ao ser apanhadas como subproduto da indústria pesqueira", observou Sullivan, que explicou que na terra "são os ratos, os gatos e os cabras que estão destruindo seu habitat, sobretudo em ilhas remotas onde estas aves podem aninhar em grande número".

Para este cientista, "estes fatores estão passando a fatura para as espécies que habitaram os oceanos durante milhões de anos".

O estudo assinala que a Nova Zelândia, onde há 33 espécies que não aninham em nenhum outro lugar, é uma prioridade na lista de países que precisam de proteção para suas espécies ameaçadas.

O Reino Unido é o segundo país nessa lista de prioridades, à frente da Ilha Galápagos, Austrália, México e Japão.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5655367-EI8145,00-Estudo+alerta+do+risco+de+extincao+de+aves+marinhas.html

NASA encontra jato de matéria estelar escondido em nuvem escura do espaço

Telescópio conseguiu registrar sua imagem, sendo que antes ele só era percebido com detector infravermelho.


A Agência Espacial Americana (NASA) divulgou uma imagem captada pelo Telescópio Espacial Spitzer de uma estrela bebê rodeada por dois jatos de material idênticos.

Os jatos, chamados de Herbig-Haro 34, estão localizados na constelação de Orion, a cerca de 1,4 mil anos luz de distância da Terra. Você pode ver na fotografia (acima) os dois jatos como linhas verdes que emanam da estrela.

Esta é a primeira vez em que a NASA consegue obter a imagem dos dois jatos. O da direita já havia sido visto anteriormente. Mas o da esquerda só aparecia em detectores de infravermelho do telescópio, pois estava escondido atrás de uma nuvem escura.
Descobertas

A tecnologia do Spitzer possibilitou a visualização por completo, já que o aparelho consegue “ver” através de poeira, além de visualizar a ejeção de material da estrela. Os jatos são feitos de nós idênticos de gás e poeira, ejetados um após o outro da área em torno da estrela.

Astrônomos estudaram os nós e descobriram sua velocidade. Dessa forma, eles foram capazes de determinar que o jato do lado direito perfura o material estelar 4,5 anos mais tarde do que o esquerdo.

Os dados também revelam que a área de onde surgiram os jatos está dentro de uma esfera em torno da estrela, com um raio de três unidades astronômicas (uma unidade astronômica é a distância entre a Terra e o Sol).

Estudos anteriores estimam que o tamanho máximo dessa zona onde estão os jatos de gás e poeira já foi 10 vezes maior.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/20431-nasa-encontra-jato-de-materia-estelar-escondido-em-nuvem-escura-do-espaco.htm

Tempestade solar que atingiu a Terra cria aurora boreal no Canadá

Cenário encantou caminhoneiros que atravessavam estradas de gelo.
Fenômeno pôde ser visto na região de Yellowknife.

A maior tempestade solar em cinco anos a atingir a Terra pode ter causado preocupação, mas também provocou cenários espetaculares pelo mundo. A enorme onda de radiação na atmosfera criou um brilhante show da aurora boreal perto de Yellowknife, no Canadá, na quinta-feira (8). (Foto: The Canadian Press / Bill Braden / AP Photo)

A maior tempestade solar em cinco anos a atingir a Terra pode ter causado preocupação, mas também provocou cenários espetaculares pelo mundo. A enorme onda de radiação na atmosfera criou um brilhante show da aurora boreal perto de Yellowknife, no Canadá, na quinta-feira (8). (Foto: The Canadian Press / Bill Braden / AP Photo)

Caminhoneiros que regressavam das minas de diamantes que ficam na região puderam apreciar o fenômeno de perto, durante o período noturno, a partir de uma estrada de gelo numa área de grandes lagos. (Foto: The Canadian Press / Bill Braden / AP Photo)

Caminhoneiros que regressavam das minas de diamantes que ficam na região puderam apreciar o fenômeno de perto, durante o período noturno, a partir de uma estrada de gelo numa área de grandes lagos. (Foto: The Canadian Press / Bill Braden / AP Photo)

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/tempestade-solar-cria-aurora-boreal-no-canada.html

Cientistas estudam fendas no fundo do mar após terremoto no Japão

Pesquisadores querem novas pistas sobre o mecanismo dos terremotos.
Terremoto de 2011 foi seguido de tsunami e matou mais de 19 mil.

Cientistas lançaram nesta quinta-feira (8) uma missão para investigar o leito marinho do Japão, atingido por um potente terremoto no ano passado, seguido de um tsunami, a fim de realizar a primeira observação apropriada do solo submarino, onde fendas se abriram após o violento sismo.

Cientistas da Alemanha e do Japão enviaram veículos de alta tecnologia para investigar o leito marinho a até 7 mil metros de profundidade, abalado pelo terremoto de magnitude 9, em março do ano passado.

"Queremos deslocar instrumentos para o leito marinho e também mapear a área para ver as grandes mudanças provocadas pelo tremor", explicou Gerold Wefer, que chefia o projeto.

O pesquisador Gerold Wefer mostra o submarino que será utilizado para estudar as fendas provocadas pelo terremoto no Japão (Foto: AFP Photo/Yoshikazu Tsuno)
 
O pesquisador Gerold Wefer mostra o submarino que será utilizado para estudar as fendas provocadas pelo terremoto no Japão (Foto: AFP Photo/Yoshikazu Tsuno)

Sua equipe informou que os dados coletados na missão, que durante um mês cobrirá a área atingida pela ruptura, com centenas de quilômetros, os ajudará a entender o mecanismo que fortes terremotos e tsunamis podem produzir.

A missão ocorre em um momento em que o Japão se prepara para relembrar o primeiro aniversário do terremoto catastrófico, que provocou o tsunami em 11 de março de 2011.

Mais de 19 mil pessoas morreram e longos trechos da costa foram varridos por ondas gigantes que atingiram a usina nuclear Fukushima Daiichi, dando origem ao pior acidente atômico desde Chernobyl, em 1986.

Wefer, diretor do Centro Alemão de Mudanças Ambientais Marinhas da Universidade de Bremen, disse a jornalistas que se sentia animado antes do início da missão.

Ele afirmou que os cientistas veriam "grandes fissuras" em rochas ao longo da trincheira de Honshu, principal ilha do arquipélago.

"As rochas se partiram em pedaços" com o tremor, liberando fluidos e gases no oceano, explicou.

A equipe usará um veículo de 5,5 metros, controlado de forma autônoma, que lembra um pequeno submarino, para mapear o leito marinho com um sonar de feixes múltiplos.

A nave-mãe, de onde o veículo será lançado, é equipada com eco-sondas e vai mapear áreas mais extensas, partindo da crosta de Honshu e cruzando a trincheira submarina.

Os novos mapas serão comparados com perfis obtidos anteriormente do Japão para tentar descobrir o que aconteceu no leito marinho quando o terremoto atingiu o arquipélago.

O epicentro do terremoto foi registrado no Pacífico, a 130 km de Honshu, onde a placa oceânica desliza sob o Japão.

Um veículo de 3,5 toneladas, controlado remotamente e equipado com câmeras, sonar e luzes e ligado à nave por cabos, instalará instrumentos em poços previamente escavados para ativar um sistema para medir com precisão futuros terremotos.

A missão também fará a coleta de amostras de sedimentos da área da trincheira, cuja análise os cientistas esperam que os ajude a desenvolver um mecanismo de previsão bastante rudimentar do próximo grande tremor.

"Fazer previsões de terremotos é muito, muito difícil por enquanto, usando a tecnologia e os dados disponíveis hoje", explicou Shuichi Kodaira, do Instituto de Pesquisas sobre Evolução da Terra, Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia terrestre e marinha.

"Mas o que provavelmente podemos fazer agora é compreender a recorrência ou o histórico de grandes terremotos na trincheira do Japão, usando dados desta missão e de outras futuras", acrescentou.

Cientistas alertam que o Japão parece ter ingressado em um novo estágio de acúmulo de estresse que poderia antecipar a ocorrência de um novo terremoto devastador.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/cientistas-estudam-fendas-no-fundo-do-mar-apos-terremoto-no-japao.html

Estudo com brasileiros consegue grande avanço na física de partículas

Cientistas chegaram à medição mais precisa já feita da antimatéria.
Pesquisa serve como prova de que é possível estudar antiátomos.

Um estudo que contou com a participação de brasileiros trouxe um avanço importante para a física, publicado nesta quarta-feira (7) pela revista científica “Nature”. A pesquisa foi conduzida por um grupo internacional do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), do qual fazem parte Cláudio Lenz Cesar e Daniel De Miranda Silveira, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Nesse trabalho, os cientistas chegaram à medição mais precisa já feita da antimatéria. Segundo a teoria mais aceita na física, antimatéria e matéria existiam na mesma quantidade nos primórdios do Universo, e a antimatéria sumiu misteriosamente no processo. Estudos como esse podem explicar, inclusive, por que a matéria existe.

A descoberta ainda não é suficiente para chegar a nenhuma conclusão, mas foi considerada um grande salto para os estudos na área. “Esse resultado agora é de baixíssima precisão, com microondas, mas é a prova de princípio que podemos estudar os antiátomos”, apontou Cesar.

“Nosso estudo tem como foco o teste de teorias básicas da física e com grandes implicações sobre a cosmologia – início do Universo –, pois até agora não sabemos como o Universo terminou só com matéria e nessa quantidade”, confirmou o físico da UFRJ.

“Obviamente, qualquer quebra da teoria básica acaba acarretando no futuro novas tecnologias”, prosseguiu o pesquisador, que deu o laser como exemplo de fruto desses avanços da física.

O que o experimento mediu foi o “espectro” – níveis – de energia em átomos de anti-hidrogênio. Pela teoria, matéria e antimatéria seriam opostas e espelhadas. Portanto, o anti-hidrogênio teria que mostrar certas características que já são conhecidas no hidrogênio.

“As leis da física atuais preveem que os níveis de energia no antiátomo e no átomo têm que ser absolutamente iguais. Esse é o objetivo maior de nossa pesquisa: verificar se
são mesmo iguais em precisões que nenhum outro experimento chegou antes”, revelou Cesar.

Quando se encontram, matéria e antimatéria se anulam. Por isso, os átomos de anti-hidrogênio foram submetidos a uma técnica chamada “aprisionamento magnético”, que é feito dentro de uma câmera a vácuo, que permite que a antimatéria seja armazenada por alguns minutos.

Desenho de como é feito o aprisionamento magnético -- a antimatéria fica na parte amarela (Foto: Reprodução/Cern TV)

Desenho de como é feito o aprisionamento magnético -- a antimatéria fica na parte amarela (Foto: Reprodução/Cern TV)

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/estudo-com-brasileiros-consegue-grande-avanco-na-fisica-de-particulas.html

5 maneiras de sobreviver durante os próximos 100 mil anos

Paleontólogos estimam que os primeiros mamíferos surgiram há cerca de um milhão de anos, e sobrevivem na face da Terra desde então. Tomando este número como base, é aceitável que o ser humano ainda possa ter uns bom cem mil anos de vida, no mínimo, antes que algo aconteça para nos colocar em extinção.

A New Scientist preparou uma animação em vídeo (em inglês) que elenca cinco possíveis catástrofes que trariam o apocalipse. Em cada ponto, é feita uma previsão de como elas poderiam destruir a raça humana e como é possível evitar este destino. Confira a lista com cinco possíveis desfechos:

1 – Tecnologia destrutiva


Ao longo dos últimos milhares de anos, desde as lanças de madeira e pedras lascadas, o homem foi aprimorando as ferramentas para ferir, matar e acabar consigo mesmo. Apenas recentemente, no entanto, nasceram armas capazes de varrer uma civilização inteira do mapa de uma só vez. Além das já utilizadas bombas nucleares, armas químicas e biológicas, existe a ameaça futura de robôs assassinos ou máquinas de poder destrutivo ainda desconhecido.

Felizmente, conforme explicam os pesquisadores, nós não vivemos todos em uma só região, e sim em centenas de comunidades espalhadas pelo planeta. Logo, se certo país ou população perder o controle sobre determinada tecnologia destrutiva, obviamente haverá sofrimento, mas a crise poderá ser contornada antes que a humanidade inteira esteja condenada ao desaparecimento.

2 – Vírus


Apenas no último século, tivemos quatro grandes pandemias virais que assustaram médicos de todo o planeta. A última, conhecida de todos, foi a gripe suína de 2009 que provavelmente te levou no mínimo a tomar uma vacina não esperada. Proporcionalmente, a mais nociva de todas aconteceu em 1918, mas a porcentagem de população mundial que morreu na ocasião foi inferior a 6%.

Os cientistas explicam que não deve haver tanto motivo para pânico: pandemias como esta são relativamente raras em mamíferos. Quando acontecem, atingem apenas populações de áreas muito pequenas ou geograficamente restritas, como ilhas. Seria difícil a humanidade toda perecer por conta disso.

3 – Mudanças climáticas


Se queimarmos todos os combustíveis fósseis disponíveis no planeta atualmente, a temperatura global poderia subir em até 10 graus Celsius. Isso seria um problema real, já que o aumento do nível dos oceanos, por exemplo, poderia colocar bilhões de pessoas em túmulos debaixo da água.

Mas se essa ameaça parece mais perigosa, é por outro lado menos provável. Além do mais, as novas formas de energia alternativa estão desde já evitando que um dia cheguemos a um ponto tão crítico.

4 – Super vulcões


Não é só a emissão de poluentes produzidos pelo homem que pode causar alterações no clima. Bilhões de metros cúbicos de cinzas vulcânicas seriam capazes de provocar um efeito parecido. As escalas geológicas estimam que a erupção de um supervulcão ocorre a cada 50 mil anos, em média. Ou seja, não chegaremos aos próximos cem mil sem passar por nenhuma dessas.

Quando há uma erupção desta magnitude, a atmosfera do planeta é engolfada por uma nuvem permanente de cinzas, e a Terra fica na escuridão quase completa por mais de cinco anos. Sem luz do sol, não há alimento, e o fim da raça humana seria apenas uma questão de tempo.

Felizmente, a escuridão é quase completa, e não 100%. Como o ser humano ocupa quase todas as áreas possíveis para se viver no planeta, são ótimas as chances de que pelo menos alguns de nós consigamos ficar em uma área onde a luz do sol ainda penetre. Estudos com fósseis apontam que nossos ancestrais de 70 mil anos atrás fizeram isso para sobreviver.

5 – Asteroides


O espaço sideral também é ponto de partida para possíveis apocalipses. Explosões solares em larga escala, supernovas (estrelas recém-explodidas) ou emissão de raios gama poderiam exterminar a vida na Terra em pouco tempo. Mas isso seriam projeções para milhões de anos a partir de agora.

Em um “futuro próximo”, a única possibilidade realmente concreta parte dos asteroides. É possível que sejamos atingidos, dentro dos próximos cem mil anos, por um asteroide grande o bastante para destruir um país do tamanho da França apenas na queda. A teoria mais aceita para a extinção dos dinossauros está ligada à queda de um asteroide.

Apesar disso, a humanidade já tem ideia de como poderia evitar este desfecho. Recentemente, cientistas conceberam o projeto de um foguete que poderia voar com toda força em direção ao asteroide antes que ele entrasse na atmosfera, se chocando com ele e mudando seu curso no espaço. Até que um asteroide realmente esteja vindo em nossa direção, temos que dar conta desta limitação. [NewScientist]

Fonte: http://hypescience.com/5-maneiras-de-sobreviver-durante-os-proximos-100-mil-anos/

Vulcões prestes a explodir


Sakurajima vulcão parece estar em níveis mais elevados de atividade, como a última semana tem visto um número médio maior e tamanho de erupções. De acordo com as últimas USGS / Smithsonian relatório "explosões durante a semana passada" muitas vezes ", produzido plumas que subiu para altitudes de 1.2-3 km (4,000-10,000 ft) e derivou NW, E e SE." Muitas observações de plumas cinzas originam de análise de dados de satélite e dedicado Volcanic Ash Advisory Centers (VAAC) em todo o mundo monitorá-los e transmitir informações em tempo real sobre plumas cinzas perigosas para as aeronaves e centros de controle de tráfego aéreo.

Esses relatórios são muitas vezes complementados por observações diretas dos pilotos que passam nas proximidades.Plumas cinzas de Sakurajima foram observados por pilotos de 5 e 6 de Março, o último deriva SE a uma altitude de 2,4 km (8.000 pés). Sakurajima vulcão no sul de Kyushu, no Japão, é um dos vulcões poucos no mundo com atividade persistente próximo e normalmente produz 1-2 Estromboliana para vulcanian estilo de explosões por dia.


Bezymianny, o ne dos vulcões mais ativos do mundo foi colocado em aviação código de cor vermelha, o alerta máximo dado pela Equipe de Resposta a Kamchatka erupção vulcânica. KVERT atribuído o código na terça-feira e avisa de uma erupção iminente. "A atividade do vulcão aumenta continuamente", diz o alerta. "Explosões de cinzas fortes até 42.640 pés (13 km) de altitude possível a qualquer momento. Atividade em curso poderia afetar aviões internacional e voando baixo.

Fonte: http://arquivo21.com/vulcoes%20prestes%20a%20explodir.html

Autoridades ainda não explicaram OVNI filmado sobrevoando mar da Holanda

Veja o seguinte vídeo, que mostra um OVNI sobrevoando o mar da Holanda.

O OVNI teria sido filmado em outubro do ano passado, mas as autoridades daquele país ainda não se manifestaram quanto a possível origem do objeto.

Assista o video:

  

Fonte do vídeo: tudovideos10

Fonte: http://ovnihoje.com/2012/03/autoridades-ainda-nao-explicaram-ovni-filmado-sobrevoando-mar-da-holanda/

quinta-feira, 8 de março de 2012

Japão teve quase 600 terremotos de mais de 5 graus em 1 ano

O Japão registrou quase 600 terremotos de magnitude superior a 5 graus na escala Richter desde o terremoto de 9 graus que assolou o nordeste do país há quase um ano, informou nesta quinta-feira a Agência Meteorológica japonesa.

A poucos dias do primeiro aniversário da tragédia, a agência especificou que o arquipélago sofreu desde então 97 réplicas de mais de 6 graus na escala Richter e outras seis superiores a 7 graus. A agência também detalhou que o último grande sismo aconteceu em 1º de março no litoral de Ibaraki, ao norte de Tóquio, onde houve um tremor de 5,3 graus.

Apesar de o número de réplicas ter diminuído, a agência recomenda que se mantenha a precaução diante de um eventual terremoto, já que estão ocorrendo réplicas de 5 graus em outras áreas do norte do país, como Niigata e Akita.

A Agência Meteorológica japonesa, no entanto, reiterou que a possibilidade de o Japão registrar réplicas superiores a 7 graus é cada dia menor.

O terremoto de 9 graus ocorrido no nordeste do país provocou um tsunami que arrasou a costa com ondas de até 15 metros, o que deixou quase 20 mil vítimas, entre mortos e desaparecidos, e 470 mil deslocados.

Além disso, foi provocada na usina de Fukushima Daiichi a pior crise nuclear desde a de Chernobyl, em 1986, o que afetou gravemente a agricultura, a pecuária e a pesca na região.

O Japão fica sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, pelo que está relativamente acostumado a tremores que, em sua maioria, não têm consequências graves devido às rígidas normas de construção em vigor e à rigorosa preparação de sua população.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5653520-EI8143,00-Japao+teve+quase+terremotos+de+mais+de+graus+em+ano.html

Grande terremoto de Tóquio ocorrerá nos próximos anos, dizem pesquisadores

A possibilidade de forte tremor atingir Tóquio está acima de 70%, segundo estudo.

Na semana em que o Japão lembra um ano da pior tragédia natural da história do país, outra questão é levantada pela mídia local. Quando acontecerá um próximo grande terremoto?

Segundo um estudo feito pela Universidade de Tóquio, há uma probabilidade acima de 70% de a capital japonesa ser atingida por um forte tremor acima dos 7 de magnitude nos próximos quatro anos.

Já o estudo encomendado e divulgado pelo governo diz que as chances são de 70% em 30 anos.

Outra pesquisa independente, divulgada pela imprensa japonesa, prevê que as chances de um forte tremor em Tóquio sejam de 10% nos próximos 10 anos.

Cientistas e estudiosos do assunto não chegaram a um consenso ainda. Mas todos concordam que é preciso estar preparado.

A grande preocupação em relação a Tóquio é que a área concentra perto de 35 milhões de habitantes, quase um quarto de toda a população japonesa.

Além disto, a megalópole é o principal centro administrativo e financeiro do arquipélago. O impacto econômico, portanto, seria colossal. Estimativas apontam para um prejuízo de mais de U$ 1 trilhão.

A última vez que capital japonesa sofreu um grande abalo foi em 1923, quando um tremor de magnitude 7,9 deixou 142.800 mortos. A região já foi atingida também por tremores em 1703 e 1855.

O Japão está localizado sobre o encontro de placas tectônicas, no chamado Anel de Fogo do Pacífico. Cerca de 20% de todos os abalos mais fortes no mundo acontecem no arquipélago.

Abalos frequentes

Os pesquisadores da Universidade de Tóquio se basearam em dados que mostram um número cada vez maior de tremores na capital, desde o terremoto de 11 de março.

Diariamente é registrado, em média, 1,48 sismo de magnitude superior a 3 na megalópole. Segundo os cientistas, o número é cinco vezes a mais do que antes.

Eles fizeram os cálculos a partir de registros da Agência de Meteorologia do Japão. E afirmam que, apesar de ser muito difícil de prever com exatidão quando o próximo grande tremor vai acontecer, as pessoas e o governo precisam estar preparados para ele.

Em relação aos cálculos do governo, os pesquisadores disseram que foram feitos com outra metodologia e, talvez, com bases em dados não atualizados.

Tóquio está preparada?

O terremoto de 11 de março aconteceu na região nordeste do país. Mas a capital japonesa também foi fortemente sacudida. Transportes foram paralisados, e milhares de trabalhadores tiveram de voltar a pé para casa, causando um caos na cidade.

Uma simulação da Agência de Prevenção de Desastres mostra que, se Tóquio for atingida hoje por um tremor acima de 7 de magnitude, mais de 6 mil pessoas devem morrer, a maioria por causa de incêndios e desabamentos.

Um especial da TV Nippon mostrou esta semana que muitos bairros da capital são antigos, com casas de madeiras construídas muito próximas umas das outras, o que facilitaria a propagação de incêndios e dificultaria a fuga dos moradores.

Por conta disto, mais de 470 mil residências seriam totalmente destruídas. Ainda, o fato de a capital japonesa ter muitas áreas aterradas causaria o colapso de diversos prédios, mesmo aqueles preparados para resistir aos tremores.

A previsão dos pesquisadores é de que seriam gerados mais de 90 milhões de toneladas de escombros, quase quatro vezes mais o que foi produzido no terremoto de 11 de março.

Além disto, mais de um milhão de lares ficariam sem água, gás, eletricidade ou telecomunicações durante dias.

Um ano

O terremoto de 9 de magnitude atingiu a região nordeste do Japão em março do ano passado. Cerca de 20 minutos depois, ondas de até 40 metros de altura varreram tudo o que tinha pela frente.

Segundo dados da polícia, cerca de 15 mil pessoas morreram e outras 3 mil continuam desaparecidas.

A tragédia se agravou depois que as ondas gigantes atingiram a usina nuclear de Fukushima, causando um acidente nuclear. Mais de 80 mil famílias foram obrigadas a deixar suas casas num raio de 30 quilômetros de distância da planta.

No domingo, diversas cerimônias em todo o país devem lembrar as vítimas da tragédia que mais matou pessoas desde a Segunda Guerra Mundial.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/03/grande-terremoto-de-toquio-vai-acontecer-nos-proximos-anos-dizem-pesquisadores.html

Tempestade solar chega à Terra hoje e pode afetar equipamentos

Nuvem de partículas expelidas pelo Sol atinge 7,2 milhões de km/h.
Fenômeno pode afetar comunicação, rede elétrica, transporte aéreo e GPS.

Uma forte tempestade geomagnética originária do Sol deve chegar nesta quinta-feira (8) à Terra. O fenômeno pode afetar redes elétricas, transportes aéreos e aparelhos de GPS e de comunicações, segundo especialistas norte-americanos.

A tempestade - uma gigantesca nuvem de partículas expelidas pelo Sol a cerca de 7,2 milhões de km/h - foi provocada por duas erupções solares, de acordo com os cientistas.

Essa é provavelmente a mais violenta tempestade solar em quase seis anos, superando uma semelhante no final de janeiro, segundo Joseph Kunches, um meteorologista espacial que trabalha na Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).

A perturbação solar, segundo Kunches, tem três estágios, dos quais dois já estão afetando a Terra.

Primeiro, duas labaredas solares, movendo-se quase à velocidade da luz, chegaram à Terra, na noite de terça-feira (6). Elas podem afetar transmissões de rádio.

Em seguida, a radiação solar atingiu, na quarta-feira (7), o campo magnético terrestre, com possível impacto sobre o tráfego aéreo, especialmente perto dos polos. Satélites e astronautas em caminhadas espaciais também estão sujeitos aos efeitos dessa fase, que pode durar vários dias.

Finalmente, a nuvem de plasma emitida pela ejeção de massa coronal - que é basicamente um pedaço grande da atmosfera solar - deve chegar na manhã de quinta à Terra.

Essa fase pode afetar o funcionamento de redes elétricas, satélites, GPSs de alta precisão usados em operações petrolíferas e agrícolas, segundo os cientistas.

O GPS comum, como o dos carros, não deve ser afetado, segundo Doug Biesiecker, da NOAA.

Kunches disse que o componente geomagnético da tempestade pode se antecipar um pouco por ocorrer logo depois de uma tempestade anterior, que saiu do Sol no domingo (4) e está atualmente castigando a magnetosfera terrestre. “Quando você já teve uma tempestade de ejeção de massa coronal, às vezes a próxima tempestade de ejeção de massa coronal é mais rápida em chegar aqui”, disse Kunches.

As tempestades podem produzir auroras polares. No Hemisfério Norte, o fenômeno poderia ser visto até em latitudes médias, como em Nova York.

Cientistas dizem que o Sol está numa fase de atividade ascendente no seu ciclo de 11 anos, e o pico está previsto para 2012.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/tempestade-solar-chega-terra-hoje-e-pode-afetar-equipamentos.html

Matéria escura no espaço confunde cientistas


Uma massa de matéria escura foi localizada há 2,4 bilhões de anos-luz da Terra, e intriga cientistas por não seguir os padrões conhecidos.

Segundo teorias básicas da astronomia, a matéria escura é pouco conhecida e misteriosa, mas segue um comportamento esperado. Acredita-se que a maioria das galáxias está localizada dentro de massas maiores de matéria escura, conectadas com massas menores, mesmo se passarem por colisões cósmicas.

Já a massa de matéria escura em questão parece ter se separado de sua massa maior e sido deixada para trás no espaço, após uma colisão. “Esse resultado é um quebra-cabeças. A matéria escura não está se comportando como previsto, então não está claro o que está acontecendo. Teorias da formação de galáxias e de matéria escura devem explicar o que estamos vendo”, afirma James Lee, astrônomo da Universidade da Califórnia.

A matéria solitária foi identificada pela primeira vez em 2007, pelo telescópio do Canadá, França e Havaí (CFHT), que fica no Havaí, em um projeto canadense de comparação de aglomerados. Como os resultados do projeto não foram conclusivos, alguns cientistas duvidaram da estranha descoberta. O cientista candense Arif Babul, da Universidade de Vitória, liderou o projeto e explica que as observações foram confirmadas pelo telescópio Subaru, localizado no Japão. “Os resultados foram intrigantes e empolgantes, mas gerou dúvidas, com a maior crítica relacionada à observação feita a partir da Terra”.

O telescópio Hubble também confirmou a existência da matéria abandonada pelas galáxias, e detectou que ela pertence a uma galáxia em formação chamada Abell 520.

Como a matéria escura é identificada

A matéria escura não pode ser detectada diretamente, uma vez que é incapaz de refletir a luz e não interage com a matéria normal, a não ser pela gravidade. Para localizar uma dessas matérias no espaço, é usada uma técnica chamada lentes gravitacionais, que calcula a quantidade de luz vinda de outras galáxias atraída pela matéria escura, no caminho para a Terra. Esse fenômeno está previsto na Teoria da Relatividade de Einstein, que descreve de que maneira uma massa – escura ou normal – desvia o espaço e o tempo ao redor dela. Isso significa que quando a luz passar pela massa, irá viajar por uma trajetória curva, ao redor do objeto.

Cientistas acreditam que a matéria escura domina o universo, compondo 98% de todas as matérias no cosmos. As observações indicam que a matéria escura e suas interações com matéria normal são muito mais complicadas que os cientistas supunham. “Observações como essa da Abell 520 nos dão um senso modesto de que apesar de toda a evolução de nosso conhecimento, de vez em quando ainda somos surpreendidos”. [LiveScience, Foto em alta resolução]

Fonte: http://hypescience.com/materia-escura-no-espaco-confunde-cientistas/

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