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terça-feira, 12 de maio de 2015

Agroglifo - Sinais do fim ?


Os proprietários de uma plantação de milho de Espigão Alto, no bairro Vila Nova, em Içara, SC, na última semana tiveram uma surpresa: um círculo, perfeito, apareceu no meio do milharal. Arnaldo Studizinski, de 51 anos, dono do terreno, afirma que nunca tinha visto algo parecido, e acredita que o estrago não foi feito por humanos. 

Os milhos plantados no local estão espalhados em círculo, da esquerda para direita. No entanto, é possível observar que no centro há um ponto mais alto onde as plantas se dividem uma para cada lado. Studzinski afirma que muitas pessoas já foram no local tentar entender o que aconteceu, e nada foi descoberto. 

"É um mistério. Nós percebemos isso na semana passada quando meu filho viu que havia uma falha na plantação. 

Aquela era uma semana de muita chuva, nós não vimos ou ouvimos nada. Não havia pegadas nem nada, com certeza isso não é obra humana", conta. Uma das pessoas que visitou o local, por curiosidade, mediu o círculo, que segundo o proprietário do terreno, possui um raio de 12,5 metros. Na tarde de hoje, o engenheiro agrônomo da Epagri, Luiz Fernando, acompanhado do vereador Geraldo Baldissera, também foi conferir o milharal, e afirma nunca ter visto nada parecido antes.

"É curioso, estamos observando e pensando nas possibilidades de uma pessoa ter feito isso, mas é difícil. Talvez se amarrassem uma corda no meio e girassem, só que mesmo assim o corte do milho é baixo. Pensamos também em um redemoinho. Mas agora, fica a curiosidade", comenta. Esta é a segunda vez que uma marca do tipo é vista na região. No ano passado, conforme os moradores, outro circulo apareceu na plantação de Egílio Frasson, a poucos metros do local.35 


O Acre guarda um imenso patrimônio arqueológico da América do Sul, que este ano completa 35 anos de sua descoberta: os geoglifos, que são aquelas figuras no chão de formato variado (geométrico, ser humano ou animais) semelhantes às Linhas de Nazca, no Peru.

A Nazca brasileira foi descoberta em 1977, depois do desmatamento da área onde estão (perto da capital Rio Branco) para a agropecuária. Naquela época, o arqueólogo Ondemar Dias encontrou oito geoglifos circulares, mas o achado não foi largamente divulgado.

Somente quase 30 anos depois, em 2005, as figuras começaram a ser esquadrinhadas de forma mais intensa, com trabalho comandado pelos pesquisadores Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, e Denise Schaan, do Museu Paraense Emílio Goeldi e da Universidade Federal do Pará. Atualmente, existem cerca de 300 geoglifos catalogados, distribuídos entre 150 sítios arqueológicos.

“Não há relatos históricos sobre os construtores dessas formações”, explica Denise. “Mas, com base no que se sabemos sobre as populações que habitavam aquela região a partir dos séculos 18 e 19, elas podem ter sido feitas pelos povos aruaque, entre 3 mil e mil anos antes do presente.”

Também não se sabe ao certo para quê as figuras serviam. Especula-se que o local onde elas estão fosse ponto de encontro para rituais, festas, feiras e cerimônias religiosas. “Acreditamos que elas têm significado simbólico religioso ou cultural para os povos”, deduz a professora.

Ela também conta que há outros achados nessas regiões, como “fragmentos de vasilhas de cerâmica e vasilhas quase inteiras, decoradas com desenhos de formas geométricas e espirais, além de alguns poucos fragmentos de pedras de amolar e lâminas de machado de pedra”.

O problema é que assim como o desmatamento revelou essa riqueza, a mesma atividade também vem destruindo o que ainda não foi catalogado. “A maior ameaça são as plantações de cana e benfeitorias feitas em fazendas, além das estradas, que já cortaram muitos geoglifos”, alerta Denise.

Para avistar as formações. É preciso estar a mais de 80 metros de altura, num voo de balão ou avião, para ver um geoglifo. A agência de balão Eme Amazônia (www.emeamazonia.com.br) está prestes a inaugurar esse passeio, e o Governo do Acre planeja construir uma torre de observação.

Fonte: http://www.zone.com.br/destinoaventura/n/nazca-brasileira-acre-ja-tem-catalogado-300-geoglifos/31132

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