sexta-feira, 21 de abril de 2017

O Apophis e a Páscoa !

Com a devida vénia, e com a autorização do autor, hoje trago um estudo publicado no site: Profecias o Ápice em 2036.
Estamos a viver os momentos finais da história da civilização tal como a conhecemos.
As profecias transmitidas pelos grandes profetas estão a cumprir-se.
Para compreendermos mais profundamente o porquê do Apophis vir a ser o responsável pelo Grande dia do Senhor (Apocalipse 6:17, II Tessalonicenses 1:7-10, Isaías 13:6-13, Zacarias capítulo 14, Joel 2:1-11), no dia 24 de abril de 2036, devemos compreender o significado da Páscoa.
Para os judeus, a Páscoa (Pessach, que significa passagem) representa a comemoração da saída do Egipto, a festa do cordeiro, dos ázimos e da Primavera (estação que começa no hemisfério norte por volta do dia 21 de março).
É uma festividade muito importante para os judeus, pois durante a Páscoa a casa é purificada, todos os utensílios são lavados em água corrente. Na refeição ritual do Sêder, à mesa, deverá haver lugar para o profeta Elias (cadeira e cálice), vêem-se três Masot (pães sem fermento), lembrando a partida precipitada dos judeus durante o êxodo e simbolizando a busca do povo pela liberdade; Um osso de cordeiro representando o sacrifício no Templo; um ovo cozido, mergulhado em água salgada simbolizando o nascimento e a morte, a fugacidade da vida terrena, as lágrimas e os sofrimentos dos judeus; o Maror, ou ervas amargas lembrando a amargura que os antepassados sofreram no Egipto e que todos os escravizados sentem; Harroset, uma pasta feita de frutos secos, figos, tâmaras, canela e mel, representando a argila com que os judeus efectuavam as obras do faraó.
De certa forma, essa cerimónia representa muito bem as dificuldades pelas quais a humanidade irá passar no auge da Tribulação, em 24/04/2036.
Como vimos acima, a refeição tradicional Sêder é feita no dia de Páscoa, mas aparece com outro significado para os cristãos pois nos Evangelhos Sinópticos (Mateus, Marcos e Lucas), foi exactamente no dia dessa refeição especial de Páscoa que ocorreu a última ceia, numa quarta-feira onde Jesus se reuniu pela última vez com todos os apóstolos.
No entanto, a celebração da Páscoa é guiada pelos relatos do evangelho de João que situa a morte de Jesus na sexta-feira, na época da cerimónia de hecatombe dos carneiros, dessa forma Jesus estaria ressuscitado no domingo, dando então o significado para os cristãos de que a Páscoa comemora a ressurreição, a passagem de Jesus para a vida eterna, todo o trajecto e sacrifício na cruz simbolizado na Sexta-feira Santa.
A Páscoa simboliza a passagem através do sacrifício para uma nova realidade, tanto para os judeus que comemoram a libertação do seu povo do jugo egípcio, como também para os cristãos que comemoram a vitória do Cristo sobre a matéria e a morte, e o seu nascimento através da ressurreição para a vida eterna.
Curiosamente, os cientistas da NASA prevêem a passagem do asteróide Apophis em 2036 justamente no dia da comemoração da Páscoa, 13 de abril, data que diverge dos estudos que venho apresentando, pois venho falando do dia 24 de abril como o dia da passagem do asteróide próximo da Terra.
No entanto devemos lembrar o relato bíblico da Ascensão de Jesus aos céus, que ocorreu 40 dias após a sua ressurreição, ou seja, 40 dias depois da Páscoa (Actos dos Apóstolos 1:3). Jesus esteve ressuscitado entre os homens por 40 dias.
Ora, a ressurreição de Jesus comemorada na Páscoa é justamente o regresso de Jesus (o Filho do homem) após ter morrido na cruz. A profecia feita pelo próprio Jesus, em Mateus capítulo 24 fica ainda mais clara:

“Compreendei isto pela comparação da figueira: quando seus ramos estão tenros e crescem as folhas, pressentis que o verão está próximo. Do mesmo modo quando virdes tudo isto, sabei que o Filho do Homem está próximo à porta. Em verdade vos declaro: não passará esta geração antes que tudo isto aconteça”. (Mateus 24:32-34).

Se nesta parábola o verão está próximo, significa que Jesus definiu o evento como ocorrendo na primavera, estação mais próxima do verão e justamente em abril no hemisfério norte onde se encontra Israel, altura em que é primavera.
Os ramos e as folhas da figueira crescem justamente na primavera, é a época que estão a ser gerados, ou seja, não passará a época dessa geração dos ramos e folhas (que ocorre na primavera) sem que tudo isso aconteça. Jesus (O Filho do homem) estar à porta é uma referência ao Seu regresso citado no versículo 39, regresso esse que figurativamente ocorre todos os anos, quando comemoramos a Páscoa, essa volta é justamente a ressurreição pascal de Jesus.

“Assim como foi nos tempos de Noé assim acontecerá na vinda do Filho do Homem. Nos dias que precederam o dilúvio, comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. E os homens de nada sabiam até ao momento em que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim será também na volta do Filho do Homem”. (Mateus 24:37-39)
“Também do mesmo modo como aconteceu nos dias de Lot. Os homens festejavam, compravam e vendiam, plantavam e edificavam.” (Lucas 17:28)

Temos aqui dois dados muito interessantes: os dias que precederão o ápice da Tribulação ocorrerão num momento de festividade onde as pessoas comerão, beberão e casar-se-ão, período que se adequa exactamente aos festejos da Páscoa, ou seja, os dias da Páscoa PRECEDERÃO o Grande dia do Senhor.
Outra questão importante da profecia é dita: os homens de nada saberão, pois ao verem que nada ocorreu após a suposta passagem do Apophis prevista pela ciência para o dia 13 de abril de 2036, acharão que já estão a salvo do perigo. O dilúvio ocorrerá durante a volta figurativa de Jesus, ou seja, no período que engloba a sua ressurreição, que vai desde a Páscoa até 40 dias depois, quando ascendeu aos céus e exactamente nesse período está o dia 24 de abril de 2036, 11 dias depois da Páscoa de 2036.
Vimos que Jesus compara o ápice da Tribulação com os tempos de Noé e isso não foi por acaso.
Da mesma forma que Jesus permaneceu entre os homens 40 dias após ter ressuscitado (Actos 1:3), choveu 40 dias durante o dilúvio na época de Noé (Génesis 7:4).
Noé foi avisado 7 dias antes do início do grande dilúvio para que preparasse a partida da Arca, sendo que o dilúvio aconteceu no dia 17 daquele mês (Génesis 7:11). Ao somarmos esses dois números (17+7), temos o número 24 que é o dia exacto de abril de 2036 do ápice da Tribulação.
São mais alguns indícios proféticos que fortalecem a data de 24 de abril de 2036 como o auge da Tribulação, o ápice do Apocalipse, o Grande dia do Senhor, o momento decisivo da passagem ou ressurreição da Terra para a verdadeira vida, o nascimento após as “dores de parto” da Terra Regenerada, a Nova Jerusalém.

Fonte: http://news02050.blogspot.pt/2017/04/o-apophis-e-pascoa.html

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